26 de dez. de 2022
Divertidamentes
29 de jan. de 2017
The virtue of selfishness
"I'm bad, and that's good. I will never be good, and that's not bad. There's no one I'd rather be than me", Detona Ralph.
As vezes a gente para pra pensar sobre algumas coisas de nossas próprias vidas e nos perguntamos: "será que somos bons com as outras pessoas?" ou "será que somos confiáveis?" e isso tede a ficar martelando a cada vez que você se encontra em uma situação em que você precisa tomar uma decisão difícil.
As vezes só o que temos para poder decidir algo é nossa própria consciência, e nesse ponto se não estamos bem conosco, isso só tende a obscurecer nossa capacidade de julgamento.
Veja bem que falei de consciência, e por consciência digo saber quem nós somos e o que queremos dessa experiência de vida. E isso quer dizer decepcionar pessoas pelo caminho, pois nem todos enxergamos a vida pela mesma ótica e nem esperamos as mesmas coisas dessa experiência.
Por isso, as vezes as pessoas podem nos enxergar como pessoas más, as vezes até nós podemos nos ver assim, mas se isso é uma coisa que nós somos, é essa coisa realmente ruim?
Penso sempre que o mais importante nessa vida é ter constância na forma com que vivo a experiência mundana, e tento manter essa constância na forma com que minhas ações são projetadas.
Dessa forma, não tenho nenhum medo de admitir que não sou uma pessoa boa, mas também não me considero uma pessoa má. Na verdade a única característica que ultimamente coloco como parte da minha personalidade é meu senso de justiça e lealdade. E é através desse senso para com meus próprios objetivos de vida, com as coisas que acredito e que me guiam, que canalizo minhas energias para ajudar alguém ou pra retribuir uma ingratidão, caso veja como necessário ou pertinente.
Eu tenho várias características negativas, assim como também tenho várias características positivas, e conheço todas, pois tive todos esses anos de introspecção e meditação comigo mesmo para conhecer cada pedacinho de cada aspecto da minha personalidade mais aparente, e vários de características mais latentes, mais escondidos atrás de tantas muralhas criadas por mim mesmo para me proteger do mundo, das pessoas, da vida. Algumas dessas características uso rotineiramente e com bastante desenvoltura, outras aparecem ocasionalmente em determinadas situações (stress, felicidade), outras ainda raramente aparecem mas tendem a ser reflexo das minhas defesas internas. E também existem aquelas características que nunca foram postas à prova, mas eu sei que existem, pois eu já criei cenários mentais em que essas características foram, de alguma forma, testadas.
Isso pode parecer errático para as outras pessoas, mas para mim não é. Eu sempre sei o porquê de estar fazendo as coisas, dentro do que conheço à respeito do que estou fazendo. À partir do momento que passei a não mais julgar se algo que estou fazendo foi bom ou ruim para alguém e sim julgar se aquilo merece ser feito ou não segundo o que acredito, eu passei a fazê-lo com mais consistência, com menos dúvidas e, principalmente, com mais fé em mim mesmo.
Saber que fui consistente nessa vida é muito mais importante do que ouvir que fiz o bem para outras pessoas, pois o que os outros pensam sobre mim reflete quem eles são não quem sou eu.
17 de nov. de 2016
Syzygyness
Este foi um sonho que tive há alguns dias, extremamente real e com muito mais detalhes que citei acima. Esse foi só o começo dele, e ele ainda foi muito longe, até um ponto onde finalmente pude entender um questionamento que venho fazendo nos últimos anos sobre o que é essa entidade observadora que existe no fundo de nós.
Essencialmente, o sonho me deu vários insights para os mecanismos que regem a consciência, e depois de muito divagar à respeito, a conclusão que chego é que o que acontece de diferente é o que descreverei abaixo.
Nossa consciência nada mais é do que um fluxo retroalimentado de análises das nossas próprias memórias. Nada mais. Não existe explicação mais complexa ou mística à respeito disso. É só você pensar sobre como seu cérebro sempre usa informações sensoriais e julgamentos tomados para definir o que é nossa personalidade. Na realidade, nós não existimos como entidades, nós existimos como construtos de personalidade baseada nas nossas experiências passadas.
É difícil assimilar isso, e só com uma divagação bastante profunda sobre nossa própria existência que foi possível que eu chegasse à essa conclusão. Essencialmente, somos máquinas biológicas que operam um conjunto de dados em constante mutação.
Isso só me faz lembrar o épico filme chamado Chappie, do cineasta Neill Blomkamp, que nos leva a questionar exatamente isso que chamamos de consciência, daquilo que aparentemente nos torna únicos.
Não se engane, no entanto. Nós continuamos únicos, afinal o maquinário de cada pessoa é ligeiramente diferente uns dos outros, e os conjuntos de memórias e experiências de vida também são diferentes, criando a miríade de identidades projetadas que estamos acostumados a interagir como eu, você, a moça do mercado e o cobrador de ônibus.
O engraçado é que chegar à essa conclusão me trás mais calma do que aflição, como alguns já disseram em um post anterior (Provenanceness) onde eu fiz um questionamento sobre "sua vida mudaria se você se descobrisse uma máquina". Vários de meus amigos falaram que iriam continuar seguindo suas vidas, sem contar as pessoas e evitando pensar nisso novamente. Eu, como disse nesse mesmo post, não conseguiria, eu precisaria explorar essa nova faceta, e de fato é o que venho fazendo desde que me entendo por ser vivo.
Agora, o mais importante na minha visão é como explorar melhor esse conhecimento e como ampliar a minha capacidade de trabalhar esse conceito de personalidade de forma a poder melhorar aspectos da minha vida que precisam ser melhorados.
Não que queira melhorar ou corrigir todos, mas sempre há espaço para melhoramentos, afinal é o que fazemos com uma máquina.
15 de fev. de 2016
Eagerness
Antigamente, eu não conseguia fazer outra coisa senão ficar olhando todos os reviews de celulares, ou de jogos, ou de qualquer coisa que eu julgasse extremamente importante para minha satisfação pessoal naquele momento.
Hoje, eu olho para coisas que eu desejo e, por um momento, sinto um forte desejo de possuir essas coisas mas, depois de pouco tempo esse desejo passa, sem deixar nenhum sentimento de frustração, como ocorria antigamente.
Não que o desejo tenha desaparecido, mas atualmente ele não parece ser tão importante na minha vida e, como qualquer mecanismo mental, é passível de adaptação, eu acho.
Penso que, ante a efemeridade da vida humana, essas coisas passam a não fazer tanto sentido, no que tange às experiências que vamos tendo durante nossas vidas. Afinal, a única coisa que podemos dizer que é nossa de verdade são as experiências, e nem sempre esses desejos se compõem em experiências que iremos nos lembrar.
Dado isso, acho que é parte do processo de desconexão do mundo, esse processo de não ver mais graça nas coisas que não estão dentro da minha mente. Afinal, isso é a única coisa que posso falar que é meu, "et veritas" e, independente do desfecho que a vida nos dá, representa quem somos de verdade: um mundo imenso de experiências se inter-relacionando.
1 de jan. de 2016
Yearless
O que sei é que esse novo período não começa fácil. São novos dilemas pessoais e profissionais que não sei se estou completamente pronto para enfrentar. Não espero nada de 2016 que não tivesse esperado de 2015 ou dos anos anteriores. Eu só espero alcançar mais entendimento do mundo e de mim mesmo, mais desconexão do mundo e mais ligação com meu mundo interior e, entre outras coisas, fico cada vez mais ansioso por chegar naquele momento que as pessoas tanto têm medo, uma das únicas certezas na vida.
Sim, voltando ao assunto, eu quero alcançar um fim, não quero viver para sempre em qualquer forma extraplanar que possa (ou não) existir. "Tudo que têm um começo, têm um fim" e é assim que acredito que o ciclo de tudo funciona. Sair pela esquerda no fim e abrir espaço para novos atores no mundo.
Afinal, isso nunca mudou em mim: não importa se eu deixei algo para o mundo ou não. O que importa é que em determinado momento da história do universo, eu existi e eu tive plena consciência disso. Isso já é o suficiente pra mim.
Ohm.
22 de dez. de 2015
Provenanceness
TLDR;
Imagine que um dia você descobre que você não é um ser humano, mas uma máquina. Sua vida até agora era real, ninguém lhe controlava ou programava para se comportar de uma maneira especifica; as suas capacidades físicas e mentais são idênticas às de um ser humano orgânico. Mas você foi criado em um laboratório.
Ninguém, exceto você sabe sobre isso. Sua família seus amigos, todos eles acham que você é um ser humano normal como eles. Se você não contasse a ninguém, você poderia continuar a viver a sua vida da maneira que você viveu até agora e nada mudaria.
Como você reagiria?
Preste atenção específica a estas perguntas:
a) Será que o seu conceito de si mesmo mudaria? Você continuaria sendo a mesma pessoa que pensou que você era?
b) A sua compreensão do próprio mundo mudaria?
c) Você revelaria as informações a terceiros ou você guardaria para si? Por quê?
Respostas
R. Almeida: Negaria e fingiria que nada aconteceu.
J. Nascimento: O conceito de mim mesmo mudaria, ficaria uma dúvida se não havia nada digamos que programado pra ser assim.
Haveria uma mudança no ponto de vista sobre o mundo, provavelmente olharia mais friamente. Quanto a revelar para terceiros, creio que as pessoas têm certo medo/receio/preconceito a coisas novas/diferentes então revelaria para pessoas específicas.
R. Fortalesa: A: Viveria uma constante crise existencial, se já não estivesse vivendo. Procuraria saber se existe meios de me aprimorar, desenvolver habilidades novas. Faria uma jornada em busca de informações sobre meu passado e minhas origens. B: Não necessariamente. Atualmente sou ateu e já me vejo como uma máquina biológica. C: Eu confiaria essa informação apenas a pessoas de confiança. Talvez na esperança de encontrar outros como eu.
I. Lopes: Meu conceito mudaria, mas eu tentaria continuar sendo o mesmo...
E. Costa: Certamente meu conceito de mesma mudaria, consequentemente a compreensão do mundo. E, claro, não contaria a ninguém!
M. Mendes: Fingiria que nada aconteceu. Por que eu gostaria de saber quem me criou e fingir que nada aconteceu seria mais fácil.
M. Cruz: Ficaria paranóica tentando descobrir quem me criou.
Eu: Descobrir que sou uma máquina responderia alguns questionamentos meus sobre origem, forma e função mas criaria outros como motivação e objetivos da minha existência. Eu já vivo uma catarse existencial onde meu objetivo é entender a mim mesmo e aos processos envolvendo a vida.
Meu conceito de mim mesmo mudaria? Acredito que não, pois independente da forma com que me manifesto, ainda existe esse observador atrás dos meus sentidos, que precisa ser explicado, posto à luz da razão.
Minha compreensão de mundo mudaria, de forma a abarcar essa nova faceta de conhecimento sobre mim mesmo.
E por último, nao não contaria a ninguém, pois usaria esse novo conhecimento pra explorar ainda mais o conceito interativo humano, ou até achar um igual a mim, a quem me abriria sobre esse segredo.
4 de nov. de 2015
Beliefness
Já fui católico, mas descobri que confiar cegamente em algo é muito perigoso.
Já fui satanista, mas descobri que negar algo com todas as forças ainda é adorar esse algo.
Já fui druida, mas descobri que não sou mais um ser em comunhão com a natureza.
Já fui Wicca, e descobri que rituais em excesso só atrapalham minha concentração.
Já fui khaos, mas descobri que misturar diferentes vertentes de conhecimento sem saber o que estou fazendo atrapalha tanto quanto rituais.
Já fui ateu, mas descobri que viver sem ter um pouco de fé no oculto faz tão mal quanto ter fé demais.
...
Hoje sou agnóstico, pois aprendi que culturalmente não importa se um livro está errado, ele representa a história e os costumes de um povo e de uma época.
Hoje sou agnóstico, pois aprendi que a negação de algo não é necessariamente o inverso daquilo.
Hoje sou agnóstico, pois aprendi que ser um com a natureza é estar em sintonia comigo mesmo.
Hoje sou agnóstico, pois entendi que rituais passam uma mensagem tão importante quanto a linguagem escrita ou falada.
Hoje sou agnóstico, pois entendi que todo o misticismo e religiosidade deriva da mesma necessidade de entender o desconhecido, e a nós mesmos.
Hoje sou agnóstico, pois acredito que tudo precisa ter um propósito e um sentido, mesmo que esse sentido seja não não existir propósito.
27 de abr. de 2015
Mindless
Pois é...
19 de ago. de 2014
Quem sou eu? Eu sou Um. Um são Todos e Todos são Um.
Uma das perguntas que mais me perguntei na minha vida foi "quem sou eu". Quem sou eu? O que sou eu?
A primeira resposta que dei para essa pergunta foi que eu era uma entidade consciente, um ser único com consciência e intelecto únicos. Assim como cada ser humano é único na sua própria consciência e intelecto. Mas algo nessa pergunta nunca funcionou bem para mim. Algo estava errado. Essa resposta, no fundo, exige a existência de algo além da minha capacidade, do meu intelecto, de entender. E por isso essa resposta nunca foi completa. Eu acredito em espiritualidade, em níveis de realidade diferentes, em forças ainda não descobertas, mas nunca acreditei que exista uma única entidade responsável por tudo isso.
Então, um dia eu aprendi que o Um é Tudo e o Tudo é Um. O que está Em Cima é o que está Embaixo.
Era eu o Um e o Universo o Todo? Como eu podia ser Um e o Todo ao mesmo tempo? Poderia eu ser ao mesmo tempo Um e Tudo? Quem sou eu afinal? Ainda não tinha minha resposta, aquela que me traria tranquilidade de espírito.
No entanto, um dia eu percebi algo que estava embaixo do meu nariz o tempo todo. Na verdade, não só do nariz. Eu não sou só um ser vivo. Eu sou milhares de milhões de pequenos seres vivos, indefesos mas que juntos trabalham coletivamente, cada um com sua função. Eu sou toda uma miríade de pequenas formas de vida! E eu, como ser pensante, só sou mais uma pequena vida, nessa infinitude de pequenas vidas, todos trabalhando para que esse corpo ande, conheça pessoas, interaja com o mundo. Eu sou só mais uma das vidas desse corpo, a quem foi dada a difícil tarefa de coordenar e tomar decisões em prol da coletividade.
Se eu sinto fome, é porque alguma parte do meu corpo está me avisando que é necessário comer. Se eu sinto sede, é porque outra parte do meu corpo está me avisando que precisamos de mais água. Se eu sinto dor, é porque uma terceira parte deste está me dizendo que a decisão que estou tomando pode ferir partes de nós. E cabe a mim cuidar para que todos nós estejamos bem. Cabe a mim tomar decisões em prol de todos.
Nós separados não somos nada. Um não pode viver sem o outro e o todo é muito maior que a soma das partes.
Então, finalmente entendi que Eu sou Um. E não é só isso. Também entendi que o "Um" são "Todos" e Todos são Um.
E assim eu finalmente consigo ter paz de espírito, pois assim como cada ser vivo constituinte do meu corpo têm uma função, eu entendo qual a minha função na coletividade. Se existe um Deus por trás disso tudo ou não, não faz diferença para mim. Não é essa resposta que eu preciso responder nessa vida. Se ele existe ou não, sua existência é independente de mim. A única coisa que eu realmente sei é que Eu Existo e que minha missão é cuidar de Nós.
6 de abr. de 2014
Sobre Vidas e Pós-vidas
Só acho muito estranho a pessoa dedicar a vida à transmitir a palavra achando que essa realidade não é a real, pois deus vai vir, destruir os "infiéis" e instituir o paraíso, onde finalmente todos os "escolhidos" poderão ter suas profissões.
Desculpa, mas não. É de uma sanidade muito maior acreditar que todos terão a chance de evoluir e ajudar o mundo a ser melhor que acreditar em um Deus maniqueísta que quer destruir o mundo só para salvar uma parcela da população que foi fiel em sua bajulação divina.
Eis o que acredito.
14 de jun. de 2013
Foretimeness
"Quando estiver com tudo
Lã, cetim, veludo
Espada e escudo
Sua consciência
Adormecerá!
E acordará no mesmo lugar
Do ar até o arterial
No mesmo lar, no mesmo quintal
Da alma ao corpo material"
Quando olho para o passado e vejo a quantidade de vitórias (e também derrotas) que tive, penso no hoje e me pergunto porque não sou daquele jeito mais. Aquele foi eu, não sou eu, portanto aquelas vitórias não são vitórias do meu eu de hoje, não são derrotas do meu eu de hoje. Cada uma delas serviu para um crescimento espiritual e moral específico, mas a dificuldade de me desgarrar delas ainda é grande.
As vezes eu queria ser só eu mesmo, sem me preocupar com as visões do passado, mas isso é realmente uma coisa que eu nunca consegui deixar para trás.
Para poder ser Eu, preciso deixar de ser Eu.
Om mani padme hum.
4 de fev. de 2013
Frases Marcantes
"May I have serenity to accept the things I cannot change, courage to change the things I can, and wisdom to know the difference", Serenity Prayer
"A função do bacharel é conhecer. A função do engenheiro é projetar. A função do tecnólogo é aplicar", Eduardo Rolim, numa discussão com um professor bossal
"Não se escolhe por quem se apaixona, acontece", @dexland
"Não posso voltar atrás e fazer um novo começo, mas posso recomeçar e fazer um novo fim", Anônimo
"Que cada vez que venha a doer, eu me lembre que não preciso sofrer, e que ser feliz é a melhor opção. Sempre", alguém
"Eu não conheço a metade de vocês como gostaria, e gosto de menos da metade de vocês a metade que vocês merecem", Bilbo Bolseiro - SdA
"There is some fiction in your truth, and some truth in your fiction", Animatrix, Kid's History
"May the Force be with you", Jedi Knights - Star Wars
"May the Source Code be with you", Eduardo Rolim - Palmas
"The more time you spend talking about what you have been doing, the less time you have to spend doing what you have been talking about.
Eventually, you spend more and more time talking about less and less until finally you spend all your time talking about nothing.", Someone, in the middle of nowhere
"Não há emoção, há paz.
Não há ignorância, há conhecimento.
Não há paixão, há serenidade.
Não há caos, há harmonia.
Não há morte, há a Força.", Código Jedi - Star Wars
"The Matrix is everywhere. It is all around us. Even now, in this very room. You can see it when you look out your window or when you turn on your television. You can feel it when you go to work... when you go to church... when you pay your taxes. It is the world that has been pulled over your eyes to blind you from the truth", Morpheus - Matrix
"Live longer and prosper", Spock - Star Trek
"Do not try to bend the spoon; that's impossible. Instead only try to realize the truth: There is no spoon", Garoto - Matrix
"Eu não temerei. O medo é o assassino da mente. Medo é a morte pequena que tráz a obliteração. Enfrentarei meu medo. Eu permitirei que ele passe sobre mim ou através de mim. E, quando ele se for, voltarei minha visão interna para olhar sua trilha. Por onde o medo passou nada restou. Apenas eu permaneço.", Litania contra o Medo - Irmandade Bene Gesserit, Duna
"A melhor forma de se prever o futuro é criando-o", Caeryn, Entalis
"Programar é uma arte, onde os pincéis são as linguagens e as arverezes somos nozes!", Eduardo Rolim - Palmas, TO
"Eu não sou gay, meu namorado que é ...", Vindemiatrix - Entalis
"Que a luz das estrelas iluminem seus caminhos e os bons ventos protejam as sendas que escolhestes desbravar", Caeryn - Entalis
"Boas pessoas vão para o Céu. Programadores, esses vão para qualquer lugar", Eduardo Rolim e Adelir Schaedler - Jataí, GO (2002)
"... porque tudo que não exige criatividade pode ser gerado automaticamente", Nerdson
"Existem três tipos de mentiras - mentiras, mentiras esfarrapadas e estatísticas", #tocadoelfo
"Eterna mente, é ter na mente, eternamente, éter na mente", Desconhecido - Terra
"... uma imagem vale mais que 1000 palavras, mas ocupa 3000 vezes mais espaço em disco!", Vindemiatrix
20 de out. de 2012
Repeating Eras
Hoje vendo uma foto recente de duas amigas e colegas de ensino médio me fez pensar em como tudo é sempre igual. Não totalmente igual, porque cada um têm suas próprias experiências pessoais e que jamais se repetem. No entanto, quando vamos nos afastando do nível pessoal começam a aparecer determinados padrões que se repetem em intervalos regulares na evolução da raça humana.
Ver essas duas amigas disparou em mim memórias da época que eu também estava no ensino médio, com meus 15/16/17 anos. Hoje estou com 30 e entendo cada vez mais todo aquele caminho que meus pais, tios e pessoas mais velhas passaram, os problemas que enfrentaram ...
Outra coisa que me intriga desde sempre é a forma como as pessoas lidam com isso. Eu tenho essa visão interior do mundo, um reflexo do que acontece no exterior e sempre me faz querer entender tudo e a todos. Também vejo que algumas pessoas raramente ou nunca tiveram questionamentos parecidos com os meus.
A mente (e porque não dizer, a alma) humana é algo que me fascina, pois apesar de toda essa repetição do padrão "nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer", dá a cada pessoa uma visão de mundo que é totalmente diferente de qualquer outra visão de mundo de qualquer outro ser senciente que já andou, que anda ou que algum dia andará por essas terras.
Por algum motivo, eu lembro de um sonho que tive há alguns meses, que intitulei de "Velhice" e que têm certa relação com isso tudo.
Afinal, nós morremos porque nascemos, mas nós não nascemos somente para morrer.
9 de out. de 2012
7 de out. de 2012
Electioness
É utopia? Pode ser, mas não é menos utópico que acreditar em um candidato só porque ele diz que é assim. Ninguém está livre pra fazer o que quer. Nem você, nem eles.
4 de set. de 2012
To Abhor, or Not
Então, existe essa pessoa que eu conheci há alguns anos aqui em Palmas. Inicialmente a pessoa não importava muito comigo. Depois, teve uma mudança repentina de atitude comigo que, inicialmente, eu não sabia qual era o motivo. Depois eu entendi que era pq essa pessoa é muito amiga de um ex ficante meu, que tempos depois virou namorado.
A pessoa sempre foi muito polida, apesar de eu sentir que ela não gostava de mim. Mas, os julgamentos internos das pessoas não me interessam, apesar de despertar minha curiosidade para tentar entender os motivos que levaram a tal circunstância.
Continuando. Algum tempo depois eu vim a terminar com esse namorado que era amigo dela de maneira bastante traumática em que eu fui bastante injusto. Era meu sentimento que estava me guiando, e esse sentimento já me dizia que não daria certo já há algum tempo.
Depois disso, essa relação entre eu e a pessoa se degradou ao estado que eu intitulo "eu odeio você". Pelo menos era o que eu bradava aos quatro ventos e, de certa forma, acreditava piamente nisso.
No entanto, nesse final de semana eu vi essa pessoa vindo fazer o concurso do estado para a área da sua profissão. Ela me viu, passou por mim, me cumprimentou e eu soltei um sincero "boa prova". Eu vi que a pessoa ficou meio desconcertada, não esperava isso de mim. Na hora da saída, novamente a vi e desejei "boa sorte ohh". Eu mesmo parei pra pensar sobre essa minha ação, sobre o fato de eu ter desejado boas energias pra ela. Foi sincero de minha parte, pois se não fosse eu não teria falado, acredito eu.
Durante essa semana, passei pensando sobre isso. As pessoas têm suas vidas, suas histórias, suas experiências, todas vivem vários problemas, todas são mocinhas em determinado ponto ou vilãs em outro. Eu percebi que eu odeio não a pessoa. Eu odeio aquela situação específica em que a pessoa esteve envolvida. Felizmente, eu consegui perceber isso.
Afinal, acho que todos passamos por coisas parecidas. E Julgar toda a história de uma pessoa simplesmente pelo fato de que ela fez uma escolha ruim, ou porque foi leal à uma pessoa querida ou ainda porque seguiu seus instintos não é algo justo de minha parte.
Novamente digo, as impressões internas das pessoas são somente delas. Assim como as minhas são somente minhas. Mas eu me senti melhor por ver que não sou esse monstro que eu frequentemente pinto nessas situações em que eu fui o vilão da história.
Confuso? Imagina pra mim que tive de organizar as idéias! Eu só sei que por mais que eu não goste de uma pessoa, eu não vou deixar de desejar coisas boas para ela só porque a gente não tem nenhuma afinidade. Ou assim acredito.
20 de ago. de 2012
typedef union pessoa;
typedef union humano {
int razao;
int emocao;
int fe;
} pessoa;Então, vamos aos detalhes técnicos. Em C, quando você declara algo como struct, você está criando uma estrutura onde todos os elementos lá dentro fazem parte de algo maior que engloba todos os elementos. Ou seja, você pode acessar qualquer membro da estrutura individualmente.
No entanto, quando você declara algo como union, você está criando uma estrutura onde todos os elementos na verdade usam o mesmo espaço de memória, ou seja, você nunca poderá usar mais de um dos elementos declarados ao mesmo tempo, pois ao usar um deles, o elemento usado ocupará toda a memória disponível.
Daí você se pergunta: "Mas o que isso têm a ver com a declaração acima?" É simples, e
Se você usa a razão, a emoção e a fé são coisas irracionais;
Se você usa a emoção, a razão é fria e a fé cega;
Se você usa a fé, a razão é louca e a emoção manipulável.
Assim explico o motivo de usar union e não struct. Beijos e se não gostou, vai carpir um terreno que esse ódio passa.
6 de ago. de 2012
Heart Things
31 de jul. de 2012
Conformation
E cada pessoa têm um conjunto diferente de valores totalmente importantes, diferente dos conjuntos das outras pessoas.
São nossos sistemas de crenças.
Cabe a cada um de nós exercitar a comunicação e a compreensão, para lidarmos com os valores das outras pessoas, que nem sempre são os mesmos que os nossos.
30 de jul. de 2012
Two dogs and one freak out
Estávamos lá eu e o ex na casa de um amigo. Estávamos todos felizes e então chega essa pessoa, que eu meio que admirava meio que odiava, algo meio platônico, meio misturado, saka? Mas eu não ia fazer nada, afinal era um convidado, da mesma forma que a pessoa.
Eis que meu pensamento sádico-sarcástico-irônico é jogado para o universo e em troca o universo dá um jeito dos cachorros desse amigo fugirem da cozinha do apartamento e irem em direção à sala. Não é que para minha surpresa essa pessoa tinha meio que um medo patológico de cães e estava praticamente dando um xilique enquanto eu, o ex e um terceiro tentávamos tirar os dois cães de perto da pessoa (que estava encolhida em cima do sofá). Tentávamos, porque por algum motivo os cães insistiam em voltar e ficar exatamente ali, do lado dessa pessoa.
Desde então, nunca mais dei muita moral pro que essa pessoa dizia ou falava, porque a desgraça alheia me proporcionou um momento de diversão tão grande que eu relevei tudo dali em diante.
Sádico eu? Não, imagine! Felicidade suprema define esse episódio!
-
E não satisfeito em ter inúmeras crises por conta do boy colega de trabalho, aqui estamos escrevendo sobre ele, mais uma vez, não é mesmo? D...
-
Uma coisa eu tenho de admitir, boa parte das coisas que eu posto nesse blog acabam envolvendo sexo de alguma forma, né? Não nesse post! Esse...
-
Pensando aqui que devo escrever sobre os 5 pilares do crush (a saber, os pilares são: bonito, sexy, inteligente, engraçado, carinhoso e, re...