Você já parou para pensar em quantos segredos você guarda sobre as outras pessoas, opiniões sobre eventos e julgamentos de pessoas que se as outras pessoas da sua convivência soubessem disso, te considerariam ingrato, para não falar coisa pior?
Muito já me peguei pensando nisso porque eu sou uma pessoa de opiniões fortes, que julgo cada pessoa que conheço mas que mantém isso em segredo em nome da boa convivência, pois assim eu aprendi desde cedo.
O ponto de tensão nem é esse, sabe, mas a reação ofensiva que a maioria têm quando descobrem as opiniões alheias (as vezes, sobre você até). Muitos inclusive ficam extremamente magoados por saber que a pessoa pensava daquela forma.
Eu realmente não entendo esse segundo comportamento apesar de ser complacente com o primeiro, sabe por quê? Porque todo mundo têm direito a ter opinião própria, e isso é uma coisa que não deveria nos afetar.
Eu levei bastante tempo para assimilar que a opinião alheia não me diz respeito, mesmo que seja um prejulgamento sobre mim mesmo. O máximo que podemos fazer com isso é tentar entender o que de nossas ações causou esse julgo na outra pessoa.
O dia que entendermos isso, talvez acabe a necessidade de termos de manter segredo sobre tantas coisas pois não será mais necessário manter uma disparidade entre o que pensamos e o que externalizamos.
Mostrando postagens com marcador Zen. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Zen. Mostrar todas as postagens
5 de jan. de 2017
Selflessness
Labels:
2017,
coisas minhas,
divagações,
insegurança,
intrigas,
Nosenseless,
Palavras soltas,
rage,
raiva,
void,
Zen
15 de fev. de 2016
Eagerness
Uma coisa que tenho percebido que têm acontecido com o passar dos anos é a minha diminuição por desejar algo de forma compulsiva.
Antigamente, eu não conseguia fazer outra coisa senão ficar olhando todos os reviews de celulares, ou de jogos, ou de qualquer coisa que eu julgasse extremamente importante para minha satisfação pessoal naquele momento.
Hoje, eu olho para coisas que eu desejo e, por um momento, sinto um forte desejo de possuir essas coisas mas, depois de pouco tempo esse desejo passa, sem deixar nenhum sentimento de frustração, como ocorria antigamente.
Não que o desejo tenha desaparecido, mas atualmente ele não parece ser tão importante na minha vida e, como qualquer mecanismo mental, é passível de adaptação, eu acho.
Penso que, ante a efemeridade da vida humana, essas coisas passam a não fazer tanto sentido, no que tange às experiências que vamos tendo durante nossas vidas. Afinal, a única coisa que podemos dizer que é nossa de verdade são as experiências, e nem sempre esses desejos se compõem em experiências que iremos nos lembrar.
Dado isso, acho que é parte do processo de desconexão do mundo, esse processo de não ver mais graça nas coisas que não estão dentro da minha mente. Afinal, isso é a única coisa que posso falar que é meu, "et veritas" e, independente do desfecho que a vida nos dá, representa quem somos de verdade: um mundo imenso de experiências se inter-relacionando.
Antigamente, eu não conseguia fazer outra coisa senão ficar olhando todos os reviews de celulares, ou de jogos, ou de qualquer coisa que eu julgasse extremamente importante para minha satisfação pessoal naquele momento.
Hoje, eu olho para coisas que eu desejo e, por um momento, sinto um forte desejo de possuir essas coisas mas, depois de pouco tempo esse desejo passa, sem deixar nenhum sentimento de frustração, como ocorria antigamente.
Não que o desejo tenha desaparecido, mas atualmente ele não parece ser tão importante na minha vida e, como qualquer mecanismo mental, é passível de adaptação, eu acho.
Penso que, ante a efemeridade da vida humana, essas coisas passam a não fazer tanto sentido, no que tange às experiências que vamos tendo durante nossas vidas. Afinal, a única coisa que podemos dizer que é nossa de verdade são as experiências, e nem sempre esses desejos se compõem em experiências que iremos nos lembrar.
Dado isso, acho que é parte do processo de desconexão do mundo, esse processo de não ver mais graça nas coisas que não estão dentro da minha mente. Afinal, isso é a única coisa que posso falar que é meu, "et veritas" e, independente do desfecho que a vida nos dá, representa quem somos de verdade: um mundo imenso de experiências se inter-relacionando.
1 de jan. de 2016
Yearless
Mais um ano civil se passou, mais uma semana de vida para acumular as minhas já 1737 semanas. E pela primeira vez em 10 anos, a rotina será diferente. Moro em uma cidade nova, trabalhando em um trabalho diferente, convivendo com outras pessoas e literalmente começando uma nova vida do zero (só não é do zero pois tem o meu marido comigo pra positivar essa contagem).
O que sei é que esse novo período não começa fácil. São novos dilemas pessoais e profissionais que não sei se estou completamente pronto para enfrentar. Não espero nada de 2016 que não tivesse esperado de 2015 ou dos anos anteriores. Eu só espero alcançar mais entendimento do mundo e de mim mesmo, mais desconexão do mundo e mais ligação com meu mundo interior e, entre outras coisas, fico cada vez mais ansioso por chegar naquele momento que as pessoas tanto têm medo, uma das únicas certezas na vida.
Sim, voltando ao assunto, eu quero alcançar um fim, não quero viver para sempre em qualquer forma extraplanar que possa (ou não) existir. "Tudo que têm um começo, têm um fim" e é assim que acredito que o ciclo de tudo funciona. Sair pela esquerda no fim e abrir espaço para novos atores no mundo.
Afinal, isso nunca mudou em mim: não importa se eu deixei algo para o mundo ou não. O que importa é que em determinado momento da história do universo, eu existi e eu tive plena consciência disso. Isso já é o suficiente pra mim.
Ohm.
O que sei é que esse novo período não começa fácil. São novos dilemas pessoais e profissionais que não sei se estou completamente pronto para enfrentar. Não espero nada de 2016 que não tivesse esperado de 2015 ou dos anos anteriores. Eu só espero alcançar mais entendimento do mundo e de mim mesmo, mais desconexão do mundo e mais ligação com meu mundo interior e, entre outras coisas, fico cada vez mais ansioso por chegar naquele momento que as pessoas tanto têm medo, uma das únicas certezas na vida.
Sim, voltando ao assunto, eu quero alcançar um fim, não quero viver para sempre em qualquer forma extraplanar que possa (ou não) existir. "Tudo que têm um começo, têm um fim" e é assim que acredito que o ciclo de tudo funciona. Sair pela esquerda no fim e abrir espaço para novos atores no mundo.
Afinal, isso nunca mudou em mim: não importa se eu deixei algo para o mundo ou não. O que importa é que em determinado momento da história do universo, eu existi e eu tive plena consciência disso. Isso já é o suficiente pra mim.
Ohm.
Labels:
2016,
coisas minhas,
divagações,
Fé,
Gutnaki,
hindi,
Inception,
Mente,
Meus Textos,
monstrinhos,
morte,
Mudança,
Nosenseless,
tempo,
timemachine,
void,
Zen
27 de jul. de 2015
Peopleless
Essa noite tive um sonho interessante... Um homem moreno e de barba chegou pra mim e disse "Olá, eu sou Jesus, você me conhece?" e eu respondi "Sim, já ouvi falar de você, khrishna e oxalá falam muito de ti", aí nós quatro nos sentamos embaixo de uma árvore com umas frutinhas azul-escuro e ficamos filosofando sobre a origem do mundo.
Achei o sonho muito legal e descontraído e achei que deveria compartilhar aqui com vocês ...
Achei o sonho muito legal e descontraído e achei que deveria compartilhar aqui com vocês ...
12 de nov. de 2014
Realityless
Pode não parecer, mas boa parte do meu tempo eu estou pensando em como são as coisas lá fora. Minha mente está há muitos anos focada em entender cada aspecto da realidade à minha volta, e dentre todas as coisas que me intrigam e me fascinam, as que mais me prendem a atenção são as relacionadas com a estrutura da realidade.
Acredito que são poucas as pessoas que realmente já chegaram a se questionar o que é realmente a realidade. É aquilo que você pode tocar? É aquilo que você vê? É estar acordado? É pensar? Não é fácil responder essas perguntas sem conhecermos de verdade o mundo onde estamos inseridos. A única certeza de que podemos ter nessa vida (e que eu tenho certeza nessa vida) além da iminência da morte é a de que nós pensamos. Pelo menos eu tenho certeza sobre minha própria natureza.
Não posso afirmar nenhuma certeza à respeito de nada que não seja inerente da minha própria capacidade de perceber a mim mesmo como entidade. Todo o resto pode ser simplesmente uma simulação, ou uma holografia quântica de algum tesseract multidimensional, ou mesmo uma projeção temporal de algo que existe fora do tempo. Como saber? Como ter certeza? Não há essa possibilidade. Só existe o fato de que eu sou capaz de perceber que eu existo como entidade, independente de como isso acontece ou da possibilidade de até mesmo isso ser simulado. Saber que eu existo independente do mundo exterior me dá força para sondar o exterior com o aparato disponível para isso: intelecto, raciocínio, fé.
Se eu existo ou não de verdade, eu não tenho como saber, afinal não tenho como dizer como é uma casa quando eu estou dentro dela. Mas posso dizer com algum nível de certeza que independente da forma como é feita a casa, eu estou dentro dela.
Acredito que são poucas as pessoas que realmente já chegaram a se questionar o que é realmente a realidade. É aquilo que você pode tocar? É aquilo que você vê? É estar acordado? É pensar? Não é fácil responder essas perguntas sem conhecermos de verdade o mundo onde estamos inseridos. A única certeza de que podemos ter nessa vida (e que eu tenho certeza nessa vida) além da iminência da morte é a de que nós pensamos. Pelo menos eu tenho certeza sobre minha própria natureza.
Não posso afirmar nenhuma certeza à respeito de nada que não seja inerente da minha própria capacidade de perceber a mim mesmo como entidade. Todo o resto pode ser simplesmente uma simulação, ou uma holografia quântica de algum tesseract multidimensional, ou mesmo uma projeção temporal de algo que existe fora do tempo. Como saber? Como ter certeza? Não há essa possibilidade. Só existe o fato de que eu sou capaz de perceber que eu existo como entidade, independente de como isso acontece ou da possibilidade de até mesmo isso ser simulado. Saber que eu existo independente do mundo exterior me dá força para sondar o exterior com o aparato disponível para isso: intelecto, raciocínio, fé.
Se eu existo ou não de verdade, eu não tenho como saber, afinal não tenho como dizer como é uma casa quando eu estou dentro dela. Mas posso dizer com algum nível de certeza que independente da forma como é feita a casa, eu estou dentro dela.
19 de ago. de 2014
Quem sou eu? Eu sou Um. Um são Todos e Todos são Um.
Você já parou para pensar quem realmente é você? Esqueça as definições tradicionais de ser humano, pessoa, ser consciente, espírito, etc. Quem é você de verdade? O que é você?
Uma das perguntas que mais me perguntei na minha vida foi "quem sou eu". Quem sou eu? O que sou eu?
A primeira resposta que dei para essa pergunta foi que eu era uma entidade consciente, um ser único com consciência e intelecto únicos. Assim como cada ser humano é único na sua própria consciência e intelecto. Mas algo nessa pergunta nunca funcionou bem para mim. Algo estava errado. Essa resposta, no fundo, exige a existência de algo além da minha capacidade, do meu intelecto, de entender. E por isso essa resposta nunca foi completa. Eu acredito em espiritualidade, em níveis de realidade diferentes, em forças ainda não descobertas, mas nunca acreditei que exista uma única entidade responsável por tudo isso.
Então, um dia eu aprendi que o Um é Tudo e o Tudo é Um. O que está Em Cima é o que está Embaixo.
Era eu o Um e o Universo o Todo? Como eu podia ser Um e o Todo ao mesmo tempo? Poderia eu ser ao mesmo tempo Um e Tudo? Quem sou eu afinal? Ainda não tinha minha resposta, aquela que me traria tranquilidade de espírito.
No entanto, um dia eu percebi algo que estava embaixo do meu nariz o tempo todo. Na verdade, não só do nariz. Eu não sou só um ser vivo. Eu sou milhares de milhões de pequenos seres vivos, indefesos mas que juntos trabalham coletivamente, cada um com sua função. Eu sou toda uma miríade de pequenas formas de vida! E eu, como ser pensante, só sou mais uma pequena vida, nessa infinitude de pequenas vidas, todos trabalhando para que esse corpo ande, conheça pessoas, interaja com o mundo. Eu sou só mais uma das vidas desse corpo, a quem foi dada a difícil tarefa de coordenar e tomar decisões em prol da coletividade.
Se eu sinto fome, é porque alguma parte do meu corpo está me avisando que é necessário comer. Se eu sinto sede, é porque outra parte do meu corpo está me avisando que precisamos de mais água. Se eu sinto dor, é porque uma terceira parte deste está me dizendo que a decisão que estou tomando pode ferir partes de nós. E cabe a mim cuidar para que todos nós estejamos bem. Cabe a mim tomar decisões em prol de todos.
Nós separados não somos nada. Um não pode viver sem o outro e o todo é muito maior que a soma das partes.
Então, finalmente entendi que Eu sou Um. E não é só isso. Também entendi que o "Um" são "Todos" e Todos são Um.
E assim eu finalmente consigo ter paz de espírito, pois assim como cada ser vivo constituinte do meu corpo têm uma função, eu entendo qual a minha função na coletividade. Se existe um Deus por trás disso tudo ou não, não faz diferença para mim. Não é essa resposta que eu preciso responder nessa vida. Se ele existe ou não, sua existência é independente de mim. A única coisa que eu realmente sei é que Eu Existo e que minha missão é cuidar de Nós.
Uma das perguntas que mais me perguntei na minha vida foi "quem sou eu". Quem sou eu? O que sou eu?
A primeira resposta que dei para essa pergunta foi que eu era uma entidade consciente, um ser único com consciência e intelecto únicos. Assim como cada ser humano é único na sua própria consciência e intelecto. Mas algo nessa pergunta nunca funcionou bem para mim. Algo estava errado. Essa resposta, no fundo, exige a existência de algo além da minha capacidade, do meu intelecto, de entender. E por isso essa resposta nunca foi completa. Eu acredito em espiritualidade, em níveis de realidade diferentes, em forças ainda não descobertas, mas nunca acreditei que exista uma única entidade responsável por tudo isso.
Então, um dia eu aprendi que o Um é Tudo e o Tudo é Um. O que está Em Cima é o que está Embaixo.
Era eu o Um e o Universo o Todo? Como eu podia ser Um e o Todo ao mesmo tempo? Poderia eu ser ao mesmo tempo Um e Tudo? Quem sou eu afinal? Ainda não tinha minha resposta, aquela que me traria tranquilidade de espírito.
No entanto, um dia eu percebi algo que estava embaixo do meu nariz o tempo todo. Na verdade, não só do nariz. Eu não sou só um ser vivo. Eu sou milhares de milhões de pequenos seres vivos, indefesos mas que juntos trabalham coletivamente, cada um com sua função. Eu sou toda uma miríade de pequenas formas de vida! E eu, como ser pensante, só sou mais uma pequena vida, nessa infinitude de pequenas vidas, todos trabalhando para que esse corpo ande, conheça pessoas, interaja com o mundo. Eu sou só mais uma das vidas desse corpo, a quem foi dada a difícil tarefa de coordenar e tomar decisões em prol da coletividade.
Se eu sinto fome, é porque alguma parte do meu corpo está me avisando que é necessário comer. Se eu sinto sede, é porque outra parte do meu corpo está me avisando que precisamos de mais água. Se eu sinto dor, é porque uma terceira parte deste está me dizendo que a decisão que estou tomando pode ferir partes de nós. E cabe a mim cuidar para que todos nós estejamos bem. Cabe a mim tomar decisões em prol de todos.
Nós separados não somos nada. Um não pode viver sem o outro e o todo é muito maior que a soma das partes.
Então, finalmente entendi que Eu sou Um. E não é só isso. Também entendi que o "Um" são "Todos" e Todos são Um.
E assim eu finalmente consigo ter paz de espírito, pois assim como cada ser vivo constituinte do meu corpo têm uma função, eu entendo qual a minha função na coletividade. Se existe um Deus por trás disso tudo ou não, não faz diferença para mim. Não é essa resposta que eu preciso responder nessa vida. Se ele existe ou não, sua existência é independente de mim. A única coisa que eu realmente sei é que Eu Existo e que minha missão é cuidar de Nós.
14 de jul. de 2014
Foda-se o potencial
Sabe de uma coisa? Eu estou fodendo para o meu potencial. Me irrita imensamente ver as pessoas olhando pra mim e me falando "nossa, você têm um potencial muito grande, devia trabalhar isso"...
Em primeiro lugar, eu sei bem qual é meu potencial e pode crer, ele está MUUUITO além do que você acredita que ele é. Segundo, o potencial é meu e eu faço com ele o que eu quiser. Ou não faço.
Agora, se você têm um problema com o fato de que você não possui um potencial como o meu e queria ter tido a mesma "sorte" que eu, uma dica: tenha amor próprio. Foram suas decisões que lhe levaram a ter esse sentimento de que seu próprio potencial não foi explorado e tentar fazer com que eu "explore corretamente" meu potencial não vai fazer com que a sua situação se reverta.
Ou seja, se eu vou explorar ou não meu potencial, é uma decisão somente minha e eu tenho pleno conhecimento e consciência das implicações da mesma. Não preciso de sua opinião, como se para esse assunto em particular eu realmente me importasse com ela.
Em primeiro lugar, eu sei bem qual é meu potencial e pode crer, ele está MUUUITO além do que você acredita que ele é. Segundo, o potencial é meu e eu faço com ele o que eu quiser. Ou não faço.
Agora, se você têm um problema com o fato de que você não possui um potencial como o meu e queria ter tido a mesma "sorte" que eu, uma dica: tenha amor próprio. Foram suas decisões que lhe levaram a ter esse sentimento de que seu próprio potencial não foi explorado e tentar fazer com que eu "explore corretamente" meu potencial não vai fazer com que a sua situação se reverta.
Ou seja, se eu vou explorar ou não meu potencial, é uma decisão somente minha e eu tenho pleno conhecimento e consciência das implicações da mesma. Não preciso de sua opinião, como se para esse assunto em particular eu realmente me importasse com ela.
8 de mai. de 2014
Natureless
A essência das coisas é não ter essência. É em sua não-essência que está sua essência. Pois eles só possuem uma essência: a não-essência.
"Esta frase é falsa" possui uma essência e é na sua essência que se descobre a verdade da não-essência.
"Esta frase é falsa" possui uma essência e é na sua essência que se descobre a verdade da não-essência.
Assinar:
Postagens (Atom)
-
E não satisfeito em ter inúmeras crises por conta do boy colega de trabalho, aqui estamos escrevendo sobre ele, mais uma vez, não é mesmo? D...
-
Uma coisa eu tenho de admitir, boa parte das coisas que eu posto nesse blog acabam envolvendo sexo de alguma forma, né? Não nesse post! Esse...
-
Pensando aqui que devo escrever sobre os 5 pilares do crush (a saber, os pilares são: bonito, sexy, inteligente, engraçado, carinhoso e, re...