26 de ago. de 2024
Passado
Era um dia quente e entediante de quinta-feira. Família de Jataí estava em Palmas e eu, ainda esperando pra furar minha orelha e fazer minha super tatuagem de ombro.
Coisas que hoje são tão complexas com certeza nem farão mais parte da minha mente nesse futuro.
Pode ser que eu nem esteja vivo quando vocês lerem isso. Mas se eu estiver, então tá né?
Bom, tá aí. Há postagens agendadas para daki 5, 10, 15 e 20 anos, se é que esse serviço vai durar tanto tempo!
Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeejo seus lindos!
1 de jan. de 2016
Yearless
O que sei é que esse novo período não começa fácil. São novos dilemas pessoais e profissionais que não sei se estou completamente pronto para enfrentar. Não espero nada de 2016 que não tivesse esperado de 2015 ou dos anos anteriores. Eu só espero alcançar mais entendimento do mundo e de mim mesmo, mais desconexão do mundo e mais ligação com meu mundo interior e, entre outras coisas, fico cada vez mais ansioso por chegar naquele momento que as pessoas tanto têm medo, uma das únicas certezas na vida.
Sim, voltando ao assunto, eu quero alcançar um fim, não quero viver para sempre em qualquer forma extraplanar que possa (ou não) existir. "Tudo que têm um começo, têm um fim" e é assim que acredito que o ciclo de tudo funciona. Sair pela esquerda no fim e abrir espaço para novos atores no mundo.
Afinal, isso nunca mudou em mim: não importa se eu deixei algo para o mundo ou não. O que importa é que em determinado momento da história do universo, eu existi e eu tive plena consciência disso. Isso já é o suficiente pra mim.
Ohm.
22 de dez. de 2015
Provenanceness
TLDR;
Imagine que um dia você descobre que você não é um ser humano, mas uma máquina. Sua vida até agora era real, ninguém lhe controlava ou programava para se comportar de uma maneira especifica; as suas capacidades físicas e mentais são idênticas às de um ser humano orgânico. Mas você foi criado em um laboratório.
Ninguém, exceto você sabe sobre isso. Sua família seus amigos, todos eles acham que você é um ser humano normal como eles. Se você não contasse a ninguém, você poderia continuar a viver a sua vida da maneira que você viveu até agora e nada mudaria.
Como você reagiria?
Preste atenção específica a estas perguntas:
a) Será que o seu conceito de si mesmo mudaria? Você continuaria sendo a mesma pessoa que pensou que você era?
b) A sua compreensão do próprio mundo mudaria?
c) Você revelaria as informações a terceiros ou você guardaria para si? Por quê?
Respostas
R. Almeida: Negaria e fingiria que nada aconteceu.
J. Nascimento: O conceito de mim mesmo mudaria, ficaria uma dúvida se não havia nada digamos que programado pra ser assim.
Haveria uma mudança no ponto de vista sobre o mundo, provavelmente olharia mais friamente. Quanto a revelar para terceiros, creio que as pessoas têm certo medo/receio/preconceito a coisas novas/diferentes então revelaria para pessoas específicas.
R. Fortalesa: A: Viveria uma constante crise existencial, se já não estivesse vivendo. Procuraria saber se existe meios de me aprimorar, desenvolver habilidades novas. Faria uma jornada em busca de informações sobre meu passado e minhas origens. B: Não necessariamente. Atualmente sou ateu e já me vejo como uma máquina biológica. C: Eu confiaria essa informação apenas a pessoas de confiança. Talvez na esperança de encontrar outros como eu.
I. Lopes: Meu conceito mudaria, mas eu tentaria continuar sendo o mesmo...
E. Costa: Certamente meu conceito de mesma mudaria, consequentemente a compreensão do mundo. E, claro, não contaria a ninguém!
M. Mendes: Fingiria que nada aconteceu. Por que eu gostaria de saber quem me criou e fingir que nada aconteceu seria mais fácil.
M. Cruz: Ficaria paranóica tentando descobrir quem me criou.
Eu: Descobrir que sou uma máquina responderia alguns questionamentos meus sobre origem, forma e função mas criaria outros como motivação e objetivos da minha existência. Eu já vivo uma catarse existencial onde meu objetivo é entender a mim mesmo e aos processos envolvendo a vida.
Meu conceito de mim mesmo mudaria? Acredito que não, pois independente da forma com que me manifesto, ainda existe esse observador atrás dos meus sentidos, que precisa ser explicado, posto à luz da razão.
Minha compreensão de mundo mudaria, de forma a abarcar essa nova faceta de conhecimento sobre mim mesmo.
E por último, nao não contaria a ninguém, pois usaria esse novo conhecimento pra explorar ainda mais o conceito interativo humano, ou até achar um igual a mim, a quem me abriria sobre esse segredo.
4 de nov. de 2015
Beliefness
Já fui católico, mas descobri que confiar cegamente em algo é muito perigoso.
Já fui satanista, mas descobri que negar algo com todas as forças ainda é adorar esse algo.
Já fui druida, mas descobri que não sou mais um ser em comunhão com a natureza.
Já fui Wicca, e descobri que rituais em excesso só atrapalham minha concentração.
Já fui khaos, mas descobri que misturar diferentes vertentes de conhecimento sem saber o que estou fazendo atrapalha tanto quanto rituais.
Já fui ateu, mas descobri que viver sem ter um pouco de fé no oculto faz tão mal quanto ter fé demais.
...
Hoje sou agnóstico, pois aprendi que culturalmente não importa se um livro está errado, ele representa a história e os costumes de um povo e de uma época.
Hoje sou agnóstico, pois aprendi que a negação de algo não é necessariamente o inverso daquilo.
Hoje sou agnóstico, pois aprendi que ser um com a natureza é estar em sintonia comigo mesmo.
Hoje sou agnóstico, pois entendi que rituais passam uma mensagem tão importante quanto a linguagem escrita ou falada.
Hoje sou agnóstico, pois entendi que todo o misticismo e religiosidade deriva da mesma necessidade de entender o desconhecido, e a nós mesmos.
Hoje sou agnóstico, pois acredito que tudo precisa ter um propósito e um sentido, mesmo que esse sentido seja não não existir propósito.
27 de jul. de 2015
Κύριε ελέησον
"E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa" Joan Osborne - One of Us
E apesar de não acreditar muito na figura de um deus, eu acredito que todos estamos em uma caminhada, e alguns estão mais à frente que a gente e outros mas atrás, mas no final todos estão andando para algum lugar melhor que hoje.
As vezes aquele que é Deus, ou Jesus, ou Khrishna ou Oxalá, para os outros, são pessoas como eu, como vocês, que dentre todas as coisas, só busca seu lugar no mundo...
Peopleless
Achei o sonho muito legal e descontraído e achei que deveria compartilhar aqui com vocês ...
13 de jan. de 2015
Feelingness
Sentir. Sentir é a palavra que responde essa pergunta. Temos como objetivo nesse mundo nada mais do que sentir. Sentir o ar que toca nossas peles. Sentir o prazer de uma boa refeição. Sentir aquela presença que outra pessoa proporciona em nossas vidas. Sentir nosso próprio corpo, sentir nossos pensamentos fluindo.
Tudo se resume a sentir o mundo exterior. Poderíamos ser seres sem consciência e experimentar da mesma forma, mas será que essa experiência seria completa se não tivéssemos consciência disso?
No fim de tudo, nós temos consciência de que sentimos as coisaa e sentir as coisas nos torna conscientes de nós mesmos. Talvez seja esse o sentido da palavra senciente. A capacidade de ter experiências.
posted from Bloggeroid
6 de jul. de 2014
Disbeliefs (ou como me tornei agnóstico)
Em algum ponto da vida você percebe que "tudo o que lhe foi contado na vida é uma mentira, e seu lugar no mundo é errado". E o que me fez chegar a essa conclusão?
Para mim, aconteceu quando eu tinha uns 12 anos. E não foi algo fácil desde então.
Eu cresci em uma familia conservadora da Igreja Católica Apostólica Romana, em uma cidade do interior de Goiás. Me foi ensinado desde cedo a ter medo de ateístas, de pessoas espiritistas e de qualquer coisa não relacionada à religião. Eu deduzi que elas eram pessoas infelizes cruéis com desprezo pela moralidade e ódio pela vida.
Essas pessoas eram como as vilãs das histórias que eu gostava na época. Eu achava meio difícil acreditar que esse tipo de pessoa existia. Me ensinaram que assassinos como Stalin eram ateus e que as pessoas boas um dia se tornavam santas, heróis da igreja.
As coisas começaram a mudar quando, um dia, perguntei se a alma da minha cadela (que tinha morrido) iria para o céu e me responderam que animais não possuíam alma. Eu não acreditava nisso. Me disseram, ainda, que eles estavam aqui só para satisfação Divina.
Durante um tempo, esse pensamento ficou dormente na minha cabeça, mas ele já havia me feito pensar muito sobre o que era certo e errado. Eu ficava paranóico por ter pensamentos "errados" pois Deus via tudo. Isso me levou a desenvolver um comportamento onde minha mente ocasionalmente disparava uma miríade de pensamentos depravados, quanto mais eu tentasse controlar esses pensamentos. Eu ficava imaginando Deus olhando pra mim em desaprovação. Imaginava que minhas orações não eram atendidas porque eu tinha tais pensamentos. Tive pesadelos quase constantes durante vários anos. Eu não contava a ninguém sobre isso, com medo de também ser desaprovado pela família.
Perdido, sem chão, desesperado, eu me voltei para a única coisa que sempre tinha sido estável na minha vida: minha mente. Pela primeira vez na vida, eu comecei a questionar o que me havia sido ensinado. Levei um tempo para dar mais espaço para a minha mente, descobrindo que minha razão e meu intelecto eram tudo o que eu precisava para entender o mundo, para entender o que era verdade e o que era mito.
Pela primeira vez na vida, li a bíblia do começo ao fim. E durante a leitura, fui vendo o que não via antes: várias partes contraditórias entre si. Não era um livro sagrado, mas várias histórias de várias épocas e vários grupos, nem mesmo necessariamente interligados.
Minha razão foi se fortalecendo aos poucos e eu comecei a questionar a pedra fundamental do meu sistema de crenças: a fé. Por que a fé é uma virtude? Por que Deus se importava tanto com o fato de eu acreditar nele? Por que ele não gostava da razão, se tinha criado a gente com cérebros capazes de usá-la?
No mesmo período, eu estava no rito cristão chamado Crisma. É um momento onde você reforça os votos que você fez na Primeira Comunhão. Na época da primeira comunhão eu era alguém que acreditava em um Deus bonito, bondoso e que "cuidava" dos seus filhos. Na época que eu crismei (mais por seguir protocolo familiar) eu me questionava sobre "Quem era esse Deus vingativo e que joga as pessoas umas contra as outras e toma partido de forma arbitrária?"
O que restou de mim como uma pessoa crente em um Deus estava atordoado com os pensamentos que eu vinha tendo. As histórias que me contavam sobre ateístas, "pessoas que secretamente suspeitavam da existência de Deus mas que negavam sua existência com objetivos nefastos", começaram a parecer nada mais nada menos do que uma arrogância besta por parte das pessoas crentes. Na verdade, tudo o que os católicos (e crentes em geral) brandavam como características negativas dos ateístas eram, na verdade projeções de seus próprios medos e pensamentos negativos. Comecei a perceber que os meus problemas de infância eram os mesmos dos deles, mas eles exteriorizavam isso em pessoas totalmente inocentes, e isso de alguma forma os trazia paz de espírito.
Com o tempo, passei a analisar a própria existência do Deus cristão através da razão, para desespero das migalhas do meu sistema de crenças anterior. Como podia esperar que Deus fosse justo quando ele condenava alguém ao sofrimento eterno só porque não acreditava nele? Especialmente quando a razão era a melhor forma de se discernir entre a verdade e a não-verdade?
Pouco tempo depois, ouvi falar da palavra "agnóstico" e comecei a me perguntar sobre o que tudo isso significava. Minha depressão (que poucas pessoas tiveram a chance de presenciar pois era escondida em várias camadas de personalidades artificiais que eu desenvolvia na época, para tratar de outros assuntos tão complexos quanto) era bastante entrelaçada com a minha confusão religiosa. Até então, eu só tinha duas opções: Ou acreditava em Deus ou não acreditava nele. Ponto final. Fim da linha.
Mas, e se eu pudesse acreditar em algo, mas ao mesmo tempo pudesse manter minha razão e intelecto em busca das respostas ao invés de acreditar cegamente em algo? Foi aí que entendi o significado da palavra recém descoberta. De repente o mundo tinha se tornado extremamente fascinante para que eu ficasse deprimido. Deus não era só um. Deus nem mesmo era mais uma Entidade Divina, mas a maravilhosa representação da projeção coletiva humana! E eram vários, em várias religiões diferentes. E eu queria conhecer todos eles, saber quem eles eram, quais as suas histórias, o que fizeram pelo mundo! De repente, as coisas começaram a fazer sentido novamente!
Eu não acreditava mais em fé, apesar de ter desenvolvido tempos depois algo que pode ser considerado como tal: Eu tinha "fé" de que poderia responder todas as questões do mundo com base nas minha habilidades racionais e intelectuais. Eu diferenciava dos religiosos pois não acreditava cegamente em nada, mas ao mesmo tempo eu não era cético ao ponto de achar que tudo precisa de provas reais e factuais para existir. Eu não era nem ateu nem crente. Eu passei a acreditar desacreditando. Passei a questionar o inquestionável e me perguntar se o místico podia ser real.
Se Deus (ou Deuses) existem ou não, não cabia a mim decidir. Meu objetivo à partir de então era buscar entendimento sobre o mundo e sobre eles. Buscar os indícios de que o mundo sutil existe. Responder aquela pergunta que eu me fiz desde o momento que minha cadela morreu: O que acontece no momento da morte? Passamos pra outra vida? Deixamos de existir por completo?
Minha fé é a de que até o fim da minha vida terrena eu conseguirei responder essas perguntas. Elas me guiam como religião. Elas me permitem viajar entre o mundo científico e o mundo místico. E mais, me permitiram transcender essas coisas e entender que o mundo é Gestalt.
Muitas das pessoas religiosas que passaram pela minha vida não me entenderiam nesse momento. Minha família provavelmente me veria com decepção por não mais acreditar no Deus católico. Minhas crenças transcenderam o mundano e eu finalmente aprendi a lidar com todos os monstros e pesadelos e pensamentos que existiam na minha mente.
Discutir com eles era como discutir com meu antigo eu. Eu sabia todos os argumentos e todas as respostas, com a diferença que eles não as questionariam. Eu os amo e os entendo, e compreendo sua religiosidade.
No entanto, as vezes tenho dificuldade de entender como tanta gente pode continuar a se agarrar em crenças que são baseadas em um texto com tantas inconsistências, ou como eles não conseguem ver que a fé é uma maneira que a religião usa para se proteger do escrutínio. Eu me pergunto se todas as pessoas que conviveram comigo na minha caminhada também tiveram as mesmas dúvidas que eu tive, ou se simplesmente criaram mecanismos para manter as crenças como algo válido para suas vidas.
Então me pergunto: Em que ponto alguém deve se soltar de uma visão de mundo que foi construída ao longo da vida? Em que ponto alguém decidiria desistir da promessa da vida eterna em troca da incerteza da dúvida? O que é preciso pra que isso aconteça? Com tudo isso em mente, eu me lembro:
Para mim, foi necessário muito!
15 de jan. de 2014
Transmissionless
Mudanças de fases que eu não sei se é possível encontrar um lugar para desfazer de velhos pensamentos, fazendo com que o senhor não saiba mais sobre o tema do evento esperado para acontecer em contato com o desconhecido.
Pessoas metafóricas com estresses lógicos condicionados de uma forma de evitar o surgimento de questões intrigantes e que afetam a paz que todos acreditam existir.
Pelas rédeas do tempo, o reverso é plausível de existir, como um prisma holográfico onde nossas memórias do passado são na verdade as projeções de tudo o que acontecerá e a cada dia esquecemos cada vez mais um pouco do futuro de onde na verdade viemos.
O complexo se torna uma sopa de coisas indefinidas, e a entropia então cresce de verdade em direção à quem nós realmente somos.
31 de dez. de 2013
30 de set. de 2013
Save yourself
Depois desse fim de semana, cheguei a uma conclusão à respeito desse assunto, de que existem dois tipos de pessoas religiosas nesse mundo, independente do seu credo (ou falta dele).
Primeiramente, existem aquelas pessoas que acreditam e seguem uma religião porque isso acrescenta um ponto de apoio e aprendizado para a pessoa alcançar o crescimento espiritual. Essas pessoas vêem a religião como forma de inspiração ao seu próprio caminho de desprendimento pessoal das ligações terrenas e dos desejos mais baixos.
Em segundo lugar, existem aquelas pessoas que acreditam e seguem uma religião porque isso lhes trás a tranquilidade de que no fim ela irá receber um prêmio por sua assiduidade para com sua fé. Essas pessoas vêem a religião como uma escada que leva ao paraíso tanto desejado pelo seu mais puro íntimo.
As pessoas que seguem o primeiro conceito são aquelas pessoas que reconhecem que toda forma de aprendizado e toda forma de credo é uma experiência válida para o engrandecimento espiritual e ao mesmo tempo sabem que os outros também se encontram no mesmo caminho. A caridade é um fator comum entre essas pessoas.
As pessoa que seguem o segundo conceito são na verdade guiadas pelo próprio medo. Medo de estarem erradas, medo do sofrimento, medo da perda, e vários outros medos e que fazem com que elas se segurem à religião da mesma forma que uma pessoa afogando se segura em um tronco de árvore em um rio caudaloso. As atitudes dogmáticas são um fator comum entre essas pessoas. São essas mesmas pessoas que criticam a escolha das outras, dizendo que elas estão erradas e que, por serem diferentes, vão ser lançadas ao sofrimento eterno pelas escolhas de vida e/ou espirituais que aquelas fizeram.
Eu já conheci evangélicos altamente espiritualizados e ao mesmo tempo já conheci universalistas tão amarrados a seus medos internos que eu pude então entender que, apesar de ter um forte peso, religião não é o fator único na determinação de quem se encaixa com uma das descrições que eu citei.
O importante é que não importa o caminho, todos eles levam ao mesmo lugar e em vez de criticarmos nossos amigos que se encontram em jornadas parecidas, nós devemos os ajudar em suas jornadas. E só podemos fazer isso ajudando a nós mesmos.
Estamos todos no mesmo rio, cada um com seu tronco, sua bóia ou seu barco. Não seria ótimo se todos se juntassem para acelerar a descida, já que todos vão chegar no mesmo lugar na foz?
3 de abr. de 2013
No Randomness
Ordem implica em comportamento preditivo, comportamento preditivo implica padrões e a existência de um padrão implica que existe algo maior que cria, rege e define o padrão estipulado. Se existe um padrão, existe algo maior por trás.
Um Padrão possui limites, pois é a partir do padrão anterior detectado (e finalizado) é que se torna possível detectar a próxima vez em que ele irá se repetir.
Caos é simplesmente um Padrão que ainda não foi concluído. Caos não possui limites. A ordem possui.
Em verdade, Ordem é Caos que se repete. Caos é Ordem que jamais se repete.
25 de fev. de 2013
Sobre religiões modernas
1 de nov. de 2012
20 de out. de 2012
Repeating Eras
Hoje vendo uma foto recente de duas amigas e colegas de ensino médio me fez pensar em como tudo é sempre igual. Não totalmente igual, porque cada um têm suas próprias experiências pessoais e que jamais se repetem. No entanto, quando vamos nos afastando do nível pessoal começam a aparecer determinados padrões que se repetem em intervalos regulares na evolução da raça humana.
Ver essas duas amigas disparou em mim memórias da época que eu também estava no ensino médio, com meus 15/16/17 anos. Hoje estou com 30 e entendo cada vez mais todo aquele caminho que meus pais, tios e pessoas mais velhas passaram, os problemas que enfrentaram ...
Outra coisa que me intriga desde sempre é a forma como as pessoas lidam com isso. Eu tenho essa visão interior do mundo, um reflexo do que acontece no exterior e sempre me faz querer entender tudo e a todos. Também vejo que algumas pessoas raramente ou nunca tiveram questionamentos parecidos com os meus.
A mente (e porque não dizer, a alma) humana é algo que me fascina, pois apesar de toda essa repetição do padrão "nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer", dá a cada pessoa uma visão de mundo que é totalmente diferente de qualquer outra visão de mundo de qualquer outro ser senciente que já andou, que anda ou que algum dia andará por essas terras.
Por algum motivo, eu lembro de um sonho que tive há alguns meses, que intitulei de "Velhice" e que têm certa relação com isso tudo.
Afinal, nós morremos porque nascemos, mas nós não nascemos somente para morrer.
27 de ago. de 2012
Occam's razor
Não sei explicar, mas nesses tempos tempestuosos as pessoas deviam conhecer mais sobre esse princípio lógico. Simplificaria tanto as coisas.
Então, vem Antonie de Saint-Exupéry e fala ...
"A perfeição é alcançada não quando não há mais nada para adicionar, mas quando não há mais nada que se possa retirar"
Aí vêm Einstein e me diz isso:
"Tudo deve ser feito da forma mais simples possível, mas não mais simples que isso"
Daí, é por isso que amo esses velhinhos!
20 de ago. de 2012
typedef union pessoa;
typedef union humano {
int razao;
int emocao;
int fe;
} pessoa;Então, vamos aos detalhes técnicos. Em C, quando você declara algo como struct, você está criando uma estrutura onde todos os elementos lá dentro fazem parte de algo maior que engloba todos os elementos. Ou seja, você pode acessar qualquer membro da estrutura individualmente.
No entanto, quando você declara algo como union, você está criando uma estrutura onde todos os elementos na verdade usam o mesmo espaço de memória, ou seja, você nunca poderá usar mais de um dos elementos declarados ao mesmo tempo, pois ao usar um deles, o elemento usado ocupará toda a memória disponível.
Daí você se pergunta: "Mas o que isso têm a ver com a declaração acima?" É simples, e
Se você usa a razão, a emoção e a fé são coisas irracionais;
Se você usa a emoção, a razão é fria e a fé cega;
Se você usa a fé, a razão é louca e a emoção manipulável.
Assim explico o motivo de usar union e não struct. Beijos e se não gostou, vai carpir um terreno que esse ódio passa.
16 de ago. de 2012
Serenity Prayer
Courage to change the things I can,
And wisdom to know the difference.
9 de ago. de 2012
Viagemless
Palmas - Porto Nacional: 69,4 km;
Porto Nacional - Gurupi: 154 km;
Gurupi - Porangatu: 202 km;
Porangatu - Uruaçu: 132 km;
Uruaçu - Anápolis: 241 km;
Anápolis - Goiânia: 60,8 km;
Goiânia - Casa do Rondinelli: 1km;
Casa do Rondinelli - Rio Verde: 232 km;
Rio Verde - Jataí: 91 km;
Total da Viagem: 1.184 km.
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E não satisfeito em ter inúmeras crises por conta do boy colega de trabalho, aqui estamos escrevendo sobre ele, mais uma vez, não é mesmo? D...
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Uma coisa eu tenho de admitir, boa parte das coisas que eu posto nesse blog acabam envolvendo sexo de alguma forma, né? Não nesse post! Esse...
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Pensando aqui que devo escrever sobre os 5 pilares do crush (a saber, os pilares são: bonito, sexy, inteligente, engraçado, carinhoso e, re...