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23 de jul. de 2016

Fifteenless

15 coisas que eu falaria pro Eduardo de 15 anos atrás (leia ouvindo Nickelback - Photograph):

1: Fura logo essa orelha.

2: Tente ser menos esforçado, você só quer que as pessoas te notem.

3: Sabe o Toy, o Poodle, ele só quer atenção, como você. Vocês se odeiam porque vocês são muito parecidos um com o outro. Leve ele pra passear também, ele vai gostar.

4: Sabe os poucos amigos que você tem? Olhe em volta deles e você vai ver que seus verdadeiros amigos são aqueles que você ignorou todo o ensino médio.

5: Bixa, não tem nada de mal em gostar de meninos em vez de meninas viu! Esquece aquele episódio homofóbico que você presenciou na quinta série! E vou te dizer, é ótimo ser viado tá!

6: Não tenha medo de assumir que você não acredita mais em religião nenhuma! Isso vai lhe poupar muita dor de cabeça futura. Divirta-se mais pois você já sabe, lá no fundo, que a única certeza que temos nessa vida é de que temos essa vida para viver. Todo o resto é especulação.

7: Saia da biblioteca um pouquinho só, na hora do intervalo da aula. Socializar é algo que só assusta no começo. Outra coisa, brincar sozinho é legal, mas tente brincar mais com outras pessoas. No final você vai ver que você se diverte muito mais.

8: Bee, a senhora já é uma mentirosa profissional (por esconder que é gay, ateu e que joga fliperama escondido quando sai mais cedo da aula)! O que custa fingir que está gostando das festividades em família? Ninguém vai perceber! Só sorria e acene.

9: Escreva um diário. Não é coisa de menina não e você se agradecerá por anos a fio por poder olhar pra si mesmo no passado e ver como você mudou.

10: Seus professores não são carrascos, eles vêem em você o potencial que você tem e tentam te mostrar exatamente isso. Lutar contra eles, tentando provar que eles podem errar, não facilita muito as coisas viu! Todo mundo erra, até você (tapa na cara)!

11: Sabe o professor de Karatê? Não demore 2 anos pra dar pra ele. Vocês dois já sabem o que querem e esses treinos extras só são pra um ficar sozinho com o outro, admita pra si mesmo!

12: Você sente falta do seu avô, não é mesmo? Porque você não vai lá e fala com sua avó sobre isso, ela também sente muita falta dele e, assim como você, ela não admite se mostrar frágil para o mundo.

13: Sua mãe te ama como ninguém nesse mundo. Ela precisa ouvir de você que você a ama como ninguém nesse mundo, pois a decisão que ela tomou de te deixar com seus avós é como uma navalha no coração dela, mas foi para que você tivesse o melhor desse mundo! E você tem!

14: Aproveita que você gosta tanto de andar de bicicleta e vá conhecer as cachoeiras ocultas de Jataí. Você gosta de se aventurar que eu sei, e tem vários lugares secretos lindos perto da sua casa que você não teve a chance de conhecer.

15: (Tapa na cara) Lembre-se: NINGUÉM SE IMPORTA! Ninguém se importa com quem você é! Ninguém se importa com o que você acredita! Ninguém se importa com o que você gosta! Algumas pessoas sim, mas elas estão tentando te ensinar exatamente isso que estou te falando (outro tapa na cara)! Então, seja menos auto-crítico de si mesmo e você vai ver como isso simplifica tudo, de verdade!

...

Obrigado Danuta Duarte pelo número que você me deu, deu vários nós na garganta escrever isso daqui.

29 de dez. de 2012

State of Dream

Durante toda a minha adolescência eu tive esse sonho com lobos e pessoas que eu nunca entendi muito bem o que é. O sonho era, antes de mais nada, um pesadelo àquela época. Hoje, que não tenho mais esse sonho, eu fico pensando em todos os seus significados em minha vida. Mas vamos lá.

Existia esse lugar, perdido no tempo... Era uma montanha, coberta de pinheiros e carvalhos nas regiões mais baixas. Próximo haviam algumas pessoas vivendo do pastoreio de um gado estranho, de pelagem escura e grandes cabeças. E haviam lobos.

Desde o começo, eu estou sempre com a manada de lobos. Eu viajo frequentemente montanha abaixo, e me encontro próximo das áreas de pastagem dos animais dos humanos. Eu sou muito curioso com tudo o que acontece ali naquela vila. Por algum motivo, eu não entendo o que as pessoas dizem ou o significado de nada o que elas fazem por lá. E isso me atrai. Eu sempre estou mais próximo do que o limite seguro e os humanos, se me vissem ali, com certeza me caçariam, como já fizeram por diversas vezes.

Eu passo muito tempo próximo dessa vila. Vejo que inicialmente as pessoas ficam hostis com minha presença, mas eventualmente se acostumam comigo. Os lobos da matilha nunca enxergam isso com bons olhos. Eu estou sempre em conflito com os lobos mais velhos e por vezes me é negada a caça que todos caçamos juntos.

Isso dura muito tempo. Cada vez mais minha curiosidade pelos humanos e o desprezo da matilha por minha pessoa aumenta.

Um dia, eu consigo entrar na vila sem causar terror nas pessoas. As crianças e as mulheres não gostam da minha presença. Os homens mais novos me olham com um olhar agressivo, ao passo que um homem me olha com olhos diferentes de todos. Ele parece me entender, seus olhos parecem dizer alguma coisa. Ele fala algo para as pessoas e algumas delas vêem me ver. Obviamente eu não entendo o que dizem, mas eu fico um pouco lá, meio assustado com aquele fogo no meio da vila. Como eles faziam aquilo eu não podia entender.

Eu passo a frequentar mais a vila, e obviamente isso não agrada em nada a matilha. Com o tempo as coisas passam a ficar tão tensas por lá que eu passo a exercer cada vez menos atividades dentro do bando. Fico muito mais tempo na vila que na floresta. Algumas pessoas já consideravam chegar mais próximo de mim.

Um dia, eu estava participando de uma atividade de caça com a matilha. Eu tinha ficado responsável por vigiar para ver se humanos apareceriam pois só eu era reconhecido pelos da vila. Os outros lobos da matilha eram hostis e os humanos assim eram também com eles. Nesse dia, eu fiquei perto da vila e olhando para aquele fogo brilhando. Eu não vi quando um bando de humanos saiu em direção à floresta, bem na direção onde os lobos caçavam. Quando eu percebi por um uivado de morte, já era tarde demais. Os humanos estavam à caminho da matilha. O outro lobo era, assim como eu, um batedor e havia sido pego desprevenido.

Meu desespero foi às alturas e eu me voltei para a floresta correndo o máximo que podia. Logo alcancei o lobo que havia dado seu último uivo. Ele havia sido morto com uma ferpa de madeira com uma ponta brilhante. Eu continuei correndo mas sentia como se nunca fosse chegar lá. Eu passei por homens e lobos e fui até o lugar onde a matilha ficava. Lá encontrei o lobo-alfa e tentei lhe falar algo que não sei o que foi, mas sei que ele olhou para mim como se não me conhecesse, e me atacou. Eu só me lembro de ter caído no chão, como se estivesse em pé.

Fiquei desacordado por um tempo indefinido mas, quando acordei, eu estava em um lugar fechado. O mesmo senhor dos olhos significativos estava olhando para mim novamente, sentado do meu lado. Eu estava dentro de uma das suas moradas. Então, ele me diz para eu me acalmar. Eu entendo finalmente suas palavras. Então, ele me diz que eu fui encontrado no meio da mata, perto de vários lobos que haviam sido mortos. Eu estava desacordado e sem nenhuma vestimenta.

Ainda fiquei vários dias deitado, mas sentia que algo era diferente. Foi então que uma hora eu percebi que meu corpo estava diferente. Não havia mais patas, minha pele não tinha pêlos. Foi aí que eu percebi que havia me tornado um deles. Qual mágica era aquela eu não sabia dizer. Eu fiquei muito assustado e não sabia o que fazer.

E assim, acabava meu sonho. Por algum motivo, eu me identifico demais com essa pessoa do conto. Eu sinto o que ela passou e não consigo passar aqui para o blog todas as sensações que eu senti enquanto vivia sua vida. Esse post é só um resumo da história desse sonho. Ele frequentemente voltava à minha mente em noites que eu tinha dificuldade para dormir. Eu tive esse sonho dos meus 14 até meus 20 anos mais ou menos, que foi quando a história finalmente terminou. Não, o sonho nunca foi assim completo em todo o período. Demorou muito tempo pra eu conseguir viver o sonho por completo, e como vocês podem ver, eu não consegui viver além desse ponto que eu acordo.

Agora eu me pergunto. Esse sonho, será que é só um sonho mesmo?

Forgiveness

Traços de sangue mareiam a minha vista. Tudo parece estranho. Eu acordo e vejo a chuva cair e meu corpo dolorido, minhas mãos manchadas e um cheiro ocre no ar.

Encontro em seguida uma mulher, morta, no chão. A chuva lavou seus cabelos do sangue que neles havia impregnado. Como ela morreu, eu não me lembro. Mas algo me diz, no fundo do meu coração, de que a sua morte veio pelas minhas mãos.

É tudo o que me lembro agora. Gastei muitos anos tentando entender o significado disso. Só sei que não será agora nem nunca mais que saberei, pois em alguns minutos o fogo que arde na madeira sob meus pés irá me alcançar e levar à minha carne o sofrimento supremo.

As pessoas gritam meu nome como se me amaldiçoassem por suas miseráveis vidas. Mas se esquecem que elas mesmas, escondidas de suas casas, fazem pior que eu, pois matam a cada dia a si mesmas. Eu não as culpo por não serem como eu. Eu não as culpo por não verem as coisas com meus olhos. Eu não as culpo de nenhuma maneira, na verdade.

Eu só sinto que levará muito tempo para alcançarem um estágio em que consigam entender o que eu hoje vejo. Que isso aqui não têm fim nisso. Que tudo continua. E que, lobo ou homem ou garou... Vou ser sempre essa pessoa que eu sempre fui, que hoje sou e que um dia novamente serei.

E o fogo varre meus pensamentos para longe, antes que o fogo os queime junto com a carne.

11 de out. de 2012

Caeryn

Há alguns dias durante uma sessão de meditação com música, eu tive uma visão, um vislumbre.

Como alguns de vocês sabem, eu tenho esse Mundo Interior chamado Entalis, que já existe há alguns anos em mim. E nesse mundo um personagem se destacou aos poucos e foi me motivando a escrever sobre ele, sobre tudo o que ele passava em sua vida pelo mundo.

Esse personagem sou eu. Mas não sou o Eu daqui, da Terra, desse mundo material que todos conhecemos. É o meu Eu como eu imagino que eu fui, que eu sou e que um dia eu serei. E eu tenho um apego muito grande por esse personagem, sabe? Eh como se ele fosse meu filho, minha criação maior e minha real ligação com o meu Mundo Interior.

O vislumbre que eu tive foi que, ouvindo a música Oraanu Pi, da banda E.S. Posthumus, eu soube que ele finalmente deixaria o mundo. Ele morreria.

Eu fui muito pego de surpresa, sabe? Eu não vou negar pra vocês que eu chorei muito quando isso aconteceu. Chorei de soluçar, e alguns amigos meus podem atestar isso pq eu liguei pra eles pra conversar, pra me sentir melhor, pra entender, pra aceitar. E no final eu aceitei isso e então entendi que era decisão dele, e que eu não poderia (e não queria) fazer nada para mudar isso.

Esse personagem, o Caeryn, passou por muita coisa na sua vida. Primeiro foi traído por seu melhor amigo, depois teve de passar vários anos convivendo com a maldição de ter de compartilhar sua mente com a do seu ex-amigo. Também foi usado como arma contra os povos livres de Entalis em sua raiva e quando finalmente se livrou de tudo, descobriu a pior das maldições, a de que ele viveria eternamente e não poderia ser morto por nenhuma força conhecida de Entalis.

No momento do vislumbre, Caeryn tinha por volta de 3 mil anos e estava descrente de tudo, já não mais vivia apesar de não morrer. E quando relembro a escolha dele por finalmente desfazer a maldição e morrer, ele tinha mais vida nos olhos que todos os outros anos que lentamente passaram por eles.

Hoje estou bem com isso, apesar que estou chorando agora ao falar isso para vocês, e acredito que vou chorar muito ainda reconstruindo a história toda que culmina nesse vislumbre do final.

Caeryn, te desejo toda a paz que você nunca teve em todos os seus anos anteriores.

Nai Kuntak Ameike, Caeryn Noriakun!

1 de out. de 2012

Sobre Mundos Interiores

Um amigo escreveu isso, e me identiquei demais!

A gente cria um mundo e começa a escrever sobre ele...
de repente ...
é ele que começa a nos contar as historias... nós só passamos ele pro papel.

Eu me sinto assim com Entalis, meu mundo. Ele existe.

Eu sou o Deus do meu mundo, mas eu não quero de forma alguma interferir em nada.

Por isso que acredito que existe essa força superior e oculta em nosso mundo. Pq eu acho que ela, assim como eu, sente o mesmo conosco.

16 de jul. de 2012

A thousand deaths and no remembrance

... duas forças combatendo nos campos do norte. Uma pela dominação dos povos livres de Entalis. Outro pela libertação. O combate está equilibrado, até que o homem-dragão aparece. Com suas mãos de fogo e gelo ele rapidamente vira o combate para seu lado.

No entanto, nesse exato momento uma outra força chega para aumentar ainda mais o combate, e com eles encontra-se o Flagelo do Norte.

Ele olha para o campo de batalha, identifica seu alvo e parte em direção à luta. Aqueles que se encontravam com ele o seguem em direção à primeira batalha dos povos livres de Entalis.

Logo que o guerreiro adentra no campo de batalha, vários inimigos tentam atacá-lo, mas sem sucesso. O humano corre muito rápido e ataca com uma rapidez incrível aqueles que estão entre o draconiano. E com um ataque que parece um flash de luz, o guerreiro ataca o draconiano.

Como se esperasse o ataque, o draconiano repele o guerreiro com um único movimento de corpo e diz "Eu esperava mais de alguém com o ódio que você possui. Não aprendeu nada, 'discípulo'"?

Os dois então engajam em um combate corpo-à-corpo. Praticamente todos os lutadores do campo de batalha pararam para observar aquele combate, pois nunca tinham visto ninguém lutar com tamanha velocidade e poder.

O guerreiro desferia golpes com uma força e velocidade muito grandes, o ódio saltava seus olhos, mas o draconiano simplesmente se defendia ou se esquivava, como se não se incomodasse com a presença de tal ameaça à sua frente.

"Você ainda não domina seu ódio, deixa ele o dominar, e essa será sua ruína e a ruína de todos os povos livres de Entalis"!

E nesse momento, em um golpe tão rápido que ninguém conseguiu ver, o draconiano desarma o guerreiro, o agarra pelo pescoço e diz "Seu ódio é sua força, não é mesmo Caeryn? O que aconteceria se o ódio fosse tirado de você"?

Dizendo isso, o draconiano joga o guerreiro no chão e pronuncia palavras em Dracônico, e seus olhos brilham em um azul brilhante. Em seguida, os olhos do guerreiro começam a brilhar em vermelho, mas o vermelho vai se diluindo até que fica um azul profundo. E os olhos do draconiano agora estão brilhando em vermelho intenso.

O guerreiro, então, cai desmaiado enquanto o draconiano e o resto do seu exército termina de dizimar os últimos resquícios da resistência dos povos livres de Entalis.

...

Vários anos depois, um homem acorda em uma cabana próxima da cidade de Cristália, antes uma linda capital toda construída em cristal Manticoriano. O homem não se lembra de nada e pergunta por que está ali, e a pessoa que cuidou dele diz que ele estava dormindo há 22 anos...

27 de jun. de 2012

Heaven and Hell


Céu é onde ...

a polícia é britânica,
os cozinheiros italianos,
os mecânicos alemães,
os amantes brasileiros,
e é tudo organizado pelos suíços.

Inferno é onde ...

os cozinheiros são britânicos,
os mecânicos brasileiros,
os amantes suíços,
a polícia é alemã,
e é tudo organizado pelos italianos.

23 de jun. de 2012

Faster than Light

- A nave está pronta, capitão?

- Ok, alerta amarelo! Todos para suas estações! Vamos ao primeiro teste de vôo!

Do lado de fora, a nave se prepara para o primeiro vôo FTL da história da humanidade. Os motores são ligados e uma luz azul começa a emanar da região traseira. De repente, o espaço à volta deles começa a se torcer e a nave vai sendo levada pela distorção.

Passam-se alguns minutos e o motor é desligado. O espaço começa a voltar à sua forma original. A nave para.

- Navegação, onde nós estamos?

- Um momento capitão, a astrometria está terminando de calcular nossa posição relativa. Ok, estamos a ... 1,2 anos-luz da terra, senhor!

- Status da nave?

- Tudo em ordem, senhor?

No painel à frente, uma estrela aparece indicada. É Próxima Centauri. E a viagem foi um sucesso...

8 de mai. de 2012

Aesir

... e quando viu que a hora havia chegado, uma nova raça aparece em Entalis.

Sua forma é incorpórea, mas visível aos olhos humanos e gutnaki. Àqueles sensíveis ao Prana, sua aparência era muito mais terrível.

Eram belos e altos, e em sua fronte traziam um brilho de mil sóis. E todo seu corpo era constituído de Prana.

Os sábios humanos e até mesmo os gutnaki ficaram em êxtase por aquela revelação. Até que eles falaram:

- Desistam de usar Prana. Esta força não é para seres fracos como vocês. Se pararem agora, nada lhes acontecerá. Senão, as consequências serão a sua extinção. Vocês têm uma lunação para decidir.

E assim começaram as Guerras Prânicas no mundo de Entalis.

23 de dez. de 2011

Jesus sua vida sua estoria sua glorea

Dudu the Writer, apresenta:

JESUS SUA VIDA SUA ESTORIA SUA GLOREA

Estrelando: Jesus como ELE MESMO

Era uma vez um cara chamado Jesus, ele era muito bacana toda a galera achava ele bem foda sabe

Jesus era meio que a frente do tempo dele sabe ele tipo vivia sua secsualidd plenamente e curtia uns fetiche meio heavy saca

Uma vez Jesus deu maior golpe do boa noite cinderela na buate tipo todo mundo tomando vodega ele jogava um pozinho tipo kisuco pra fica tipo

Vinho

Daí vem a controversia pq todo mundo achava q ele foi preso e torturado mas na verdade ele tava lançando as tendencia do bondage do sm do fi

Dizem q ele curtia uma coisa meio gore tb DIZEM eu já não sei se é sério

Daí era aquela coisa me chicoteia, me amarra, me joga vinagre e a galera PASSADA

PAS-SA-DA

Sei que Jesus perdeu tanto os limite da dor que morreu amarrado junto com outros dois adeptos da prática

Daí rolava fetiche claustrofobico ele ficou uns dia num buraco curtindo daí cansou saiu e falou pra turma dele GALERE FUI!

Jesus nunca mais foi visto

FIM DO CONTO DE NATAL

SOBEM OS CREDITOS

Nunca se is queçam do sacrificio que Jesus fez para que o bondage fosse uma pratica sexual difundida

1 de nov. de 2011

Combate


...o aluno cai no chão ainda desnorteado pelo golpe que levara de seu mestre em um combate real. Apesar do aviso no começo da luta que o combate seria assim, o aluno não o levara em consideração. Agora, um pouco recuperado do golpe anterior, o aluno novamente se prepara. Com alguns movimentos de corpo, ele tenta esquivar dos velozes golpes do seu mestre, raramente conseguindo.

Então o mestre, entre um golpe e outro, diz ao aluno: "Não pense no combate como simplesmente uma sucessão de golpes. Não pense na forma que seu oponente luta. Não pense nas fraquezas do seu estilo. Pense no combate como uma dança, onde você precisa somente se mover, sem precisar se preocupar com os passos. Quando você fizer isso, você não precisará mais se preocupar com seu oponente, pois você sempre irá ditar o ritmo da dança".

Intrigado com a velocidade com que o professor luta, o aluno tenta todas as suas técnicas de combate e nada obtêm resultado. É como se o mestre sempre soubesse onde o aluno iria atacar.

Então, na sua mente lhe vem o seguinte pensamento. "Seja como o desfiladeiro que guia, parado, o vento apressado através de suas sendas"

Depois de refletir rapidamente sobre a frase (e levar uma rasteira pelo momento de desatenção) o aluno volta novamente ao combate, e pensa nas palavras do mestre e as palavras de sua cabeça, e então simplesmente deixa sua mente esvaziar dos problemas, fazendo com que ele consiga ao menos se defender dos rápidos golpes. Pela primeira vez o aluno conseguia algum progresso em relação a seu mestre, e o mestre percebia tudo com um olhar cuidadoso, mas nada falava.

Então, em determinado momento, logo antes de um golpe de seu mestre que provavelmente o derrubaria, o aluno têm uma visão rápida do futuro golpe. Em seguida, o aluno dá um breve passo para o lado, toca levemente o braço atacante do mestre, e o conduz para longe de seu corpo, desviando o golpe usando quase nenhuma força corporal.

O mestre, realizado com a proeza do aluno, pára o combate e chama o aluno para mais uma aula sobre o combate que acabara de encerrar...