Mostrando postagens com marcador Entalis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Entalis. Mostrar todas as postagens
28 de fev. de 2014
11 de out. de 2012
Caeryn
Há alguns dias durante uma sessão de meditação com música, eu tive uma visão, um vislumbre.
Como alguns de vocês sabem, eu tenho esse Mundo Interior chamado Entalis, que já existe há alguns anos em mim. E nesse mundo um personagem se destacou aos poucos e foi me motivando a escrever sobre ele, sobre tudo o que ele passava em sua vida pelo mundo.
Esse personagem sou eu. Mas não sou o Eu daqui, da Terra, desse mundo material que todos conhecemos. É o meu Eu como eu imagino que eu fui, que eu sou e que um dia eu serei. E eu tenho um apego muito grande por esse personagem, sabe? Eh como se ele fosse meu filho, minha criação maior e minha real ligação com o meu Mundo Interior.
O vislumbre que eu tive foi que, ouvindo a música Oraanu Pi, da banda E.S. Posthumus, eu soube que ele finalmente deixaria o mundo. Ele morreria.
Eu fui muito pego de surpresa, sabe? Eu não vou negar pra vocês que eu chorei muito quando isso aconteceu. Chorei de soluçar, e alguns amigos meus podem atestar isso pq eu liguei pra eles pra conversar, pra me sentir melhor, pra entender, pra aceitar. E no final eu aceitei isso e então entendi que era decisão dele, e que eu não poderia (e não queria) fazer nada para mudar isso.
Esse personagem, o Caeryn, passou por muita coisa na sua vida. Primeiro foi traído por seu melhor amigo, depois teve de passar vários anos convivendo com a maldição de ter de compartilhar sua mente com a do seu ex-amigo. Também foi usado como arma contra os povos livres de Entalis em sua raiva e quando finalmente se livrou de tudo, descobriu a pior das maldições, a de que ele viveria eternamente e não poderia ser morto por nenhuma força conhecida de Entalis.
No momento do vislumbre, Caeryn tinha por volta de 3 mil anos e estava descrente de tudo, já não mais vivia apesar de não morrer. E quando relembro a escolha dele por finalmente desfazer a maldição e morrer, ele tinha mais vida nos olhos que todos os outros anos que lentamente passaram por eles.
Hoje estou bem com isso, apesar que estou chorando agora ao falar isso para vocês, e acredito que vou chorar muito ainda reconstruindo a história toda que culmina nesse vislumbre do final.
Caeryn, te desejo toda a paz que você nunca teve em todos os seus anos anteriores.
Nai Kuntak Ameike, Caeryn Noriakun!
Como alguns de vocês sabem, eu tenho esse Mundo Interior chamado Entalis, que já existe há alguns anos em mim. E nesse mundo um personagem se destacou aos poucos e foi me motivando a escrever sobre ele, sobre tudo o que ele passava em sua vida pelo mundo.
Esse personagem sou eu. Mas não sou o Eu daqui, da Terra, desse mundo material que todos conhecemos. É o meu Eu como eu imagino que eu fui, que eu sou e que um dia eu serei. E eu tenho um apego muito grande por esse personagem, sabe? Eh como se ele fosse meu filho, minha criação maior e minha real ligação com o meu Mundo Interior.
O vislumbre que eu tive foi que, ouvindo a música Oraanu Pi, da banda E.S. Posthumus, eu soube que ele finalmente deixaria o mundo. Ele morreria.
Eu fui muito pego de surpresa, sabe? Eu não vou negar pra vocês que eu chorei muito quando isso aconteceu. Chorei de soluçar, e alguns amigos meus podem atestar isso pq eu liguei pra eles pra conversar, pra me sentir melhor, pra entender, pra aceitar. E no final eu aceitei isso e então entendi que era decisão dele, e que eu não poderia (e não queria) fazer nada para mudar isso.
Esse personagem, o Caeryn, passou por muita coisa na sua vida. Primeiro foi traído por seu melhor amigo, depois teve de passar vários anos convivendo com a maldição de ter de compartilhar sua mente com a do seu ex-amigo. Também foi usado como arma contra os povos livres de Entalis em sua raiva e quando finalmente se livrou de tudo, descobriu a pior das maldições, a de que ele viveria eternamente e não poderia ser morto por nenhuma força conhecida de Entalis.
No momento do vislumbre, Caeryn tinha por volta de 3 mil anos e estava descrente de tudo, já não mais vivia apesar de não morrer. E quando relembro a escolha dele por finalmente desfazer a maldição e morrer, ele tinha mais vida nos olhos que todos os outros anos que lentamente passaram por eles.
Hoje estou bem com isso, apesar que estou chorando agora ao falar isso para vocês, e acredito que vou chorar muito ainda reconstruindo a história toda que culmina nesse vislumbre do final.
Caeryn, te desejo toda a paz que você nunca teve em todos os seus anos anteriores.
Nai Kuntak Ameike, Caeryn Noriakun!
Labels:
amor,
aventura,
Caeryn,
coisas minhas,
emoção,
Entalis,
felicidade,
heart,
Histórias,
Nosenseless,
Tristeza
1 de out. de 2012
Sobre Mundos Interiores
Um amigo escreveu isso, e me identiquei demais!
A gente cria um mundo e começa a escrever sobre ele...
de repente ...
é ele que começa a nos contar as historias... nós só passamos ele pro papel.
Eu me sinto assim com Entalis, meu mundo. Ele existe.
Eu sou o Deus do meu mundo, mas eu não quero de forma alguma interferir em nada.
Por isso que acredito que existe essa força superior e oculta em nosso mundo. Pq eu acho que ela, assim como eu, sente o mesmo conosco.
A gente cria um mundo e começa a escrever sobre ele...
de repente ...
é ele que começa a nos contar as historias... nós só passamos ele pro papel.
Eu me sinto assim com Entalis, meu mundo. Ele existe.
Eu sou o Deus do meu mundo, mas eu não quero de forma alguma interferir em nada.
Por isso que acredito que existe essa força superior e oculta em nosso mundo. Pq eu acho que ela, assim como eu, sente o mesmo conosco.
16 de jul. de 2012
A thousand deaths and no remembrance
... duas forças combatendo nos campos do norte. Uma pela dominação dos povos livres de Entalis. Outro pela libertação. O combate está equilibrado, até que o homem-dragão aparece. Com suas mãos de fogo e gelo ele rapidamente vira o combate para seu lado.
No entanto, nesse exato momento uma outra força chega para aumentar ainda mais o combate, e com eles encontra-se o Flagelo do Norte.
Ele olha para o campo de batalha, identifica seu alvo e parte em direção à luta. Aqueles que se encontravam com ele o seguem em direção à primeira batalha dos povos livres de Entalis.
Logo que o guerreiro adentra no campo de batalha, vários inimigos tentam atacá-lo, mas sem sucesso. O humano corre muito rápido e ataca com uma rapidez incrível aqueles que estão entre o draconiano. E com um ataque que parece um flash de luz, o guerreiro ataca o draconiano.
Como se esperasse o ataque, o draconiano repele o guerreiro com um único movimento de corpo e diz "Eu esperava mais de alguém com o ódio que você possui. Não aprendeu nada, 'discípulo'"?
Os dois então engajam em um combate corpo-à-corpo. Praticamente todos os lutadores do campo de batalha pararam para observar aquele combate, pois nunca tinham visto ninguém lutar com tamanha velocidade e poder.
O guerreiro desferia golpes com uma força e velocidade muito grandes, o ódio saltava seus olhos, mas o draconiano simplesmente se defendia ou se esquivava, como se não se incomodasse com a presença de tal ameaça à sua frente.
"Você ainda não domina seu ódio, deixa ele o dominar, e essa será sua ruína e a ruína de todos os povos livres de Entalis"!
E nesse momento, em um golpe tão rápido que ninguém conseguiu ver, o draconiano desarma o guerreiro, o agarra pelo pescoço e diz "Seu ódio é sua força, não é mesmo Caeryn? O que aconteceria se o ódio fosse tirado de você"?
Dizendo isso, o draconiano joga o guerreiro no chão e pronuncia palavras em Dracônico, e seus olhos brilham em um azul brilhante. Em seguida, os olhos do guerreiro começam a brilhar em vermelho, mas o vermelho vai se diluindo até que fica um azul profundo. E os olhos do draconiano agora estão brilhando em vermelho intenso.
O guerreiro, então, cai desmaiado enquanto o draconiano e o resto do seu exército termina de dizimar os últimos resquícios da resistência dos povos livres de Entalis.
...
Vários anos depois, um homem acorda em uma cabana próxima da cidade de Cristália, antes uma linda capital toda construída em cristal Manticoriano. O homem não se lembra de nada e pergunta por que está ali, e a pessoa que cuidou dele diz que ele estava dormindo há 22 anos...
No entanto, nesse exato momento uma outra força chega para aumentar ainda mais o combate, e com eles encontra-se o Flagelo do Norte.
Ele olha para o campo de batalha, identifica seu alvo e parte em direção à luta. Aqueles que se encontravam com ele o seguem em direção à primeira batalha dos povos livres de Entalis.
Logo que o guerreiro adentra no campo de batalha, vários inimigos tentam atacá-lo, mas sem sucesso. O humano corre muito rápido e ataca com uma rapidez incrível aqueles que estão entre o draconiano. E com um ataque que parece um flash de luz, o guerreiro ataca o draconiano.
Como se esperasse o ataque, o draconiano repele o guerreiro com um único movimento de corpo e diz "Eu esperava mais de alguém com o ódio que você possui. Não aprendeu nada, 'discípulo'"?
Os dois então engajam em um combate corpo-à-corpo. Praticamente todos os lutadores do campo de batalha pararam para observar aquele combate, pois nunca tinham visto ninguém lutar com tamanha velocidade e poder.
O guerreiro desferia golpes com uma força e velocidade muito grandes, o ódio saltava seus olhos, mas o draconiano simplesmente se defendia ou se esquivava, como se não se incomodasse com a presença de tal ameaça à sua frente.
"Você ainda não domina seu ódio, deixa ele o dominar, e essa será sua ruína e a ruína de todos os povos livres de Entalis"!
E nesse momento, em um golpe tão rápido que ninguém conseguiu ver, o draconiano desarma o guerreiro, o agarra pelo pescoço e diz "Seu ódio é sua força, não é mesmo Caeryn? O que aconteceria se o ódio fosse tirado de você"?
Dizendo isso, o draconiano joga o guerreiro no chão e pronuncia palavras em Dracônico, e seus olhos brilham em um azul brilhante. Em seguida, os olhos do guerreiro começam a brilhar em vermelho, mas o vermelho vai se diluindo até que fica um azul profundo. E os olhos do draconiano agora estão brilhando em vermelho intenso.
O guerreiro, então, cai desmaiado enquanto o draconiano e o resto do seu exército termina de dizimar os últimos resquícios da resistência dos povos livres de Entalis.
...
Vários anos depois, um homem acorda em uma cabana próxima da cidade de Cristália, antes uma linda capital toda construída em cristal Manticoriano. O homem não se lembra de nada e pergunta por que está ali, e a pessoa que cuidou dele diz que ele estava dormindo há 22 anos...
8 de mai. de 2012
Aesir
... e quando viu que a hora havia chegado, uma nova raça aparece em Entalis.
Sua forma é incorpórea, mas visível aos olhos humanos e gutnaki. Àqueles sensíveis ao Prana, sua aparência era muito mais terrível.
Eram belos e altos, e em sua fronte traziam um brilho de mil sóis. E todo seu corpo era constituído de Prana.
Os sábios humanos e até mesmo os gutnaki ficaram em êxtase por aquela revelação. Até que eles falaram:
- Desistam de usar Prana. Esta força não é para seres fracos como vocês. Se pararem agora, nada lhes acontecerá. Senão, as consequências serão a sua extinção. Vocês têm uma lunação para decidir.
E assim começaram as Guerras Prânicas no mundo de Entalis.
6 de nov. de 2011
Serenidade
"A força para vencer uma luta, seja ela qual for, está em controlar o medo que se apossa da sua mente", Genubbi, Entalis
1 de nov. de 2011
Combate
...o aluno cai no chão ainda desnorteado pelo golpe que levara de seu mestre em um combate real. Apesar do aviso no começo da luta que o combate seria assim, o aluno não o levara em consideração. Agora, um pouco recuperado do golpe anterior, o aluno novamente se prepara. Com alguns movimentos de corpo, ele tenta esquivar dos velozes golpes do seu mestre, raramente conseguindo.
Então o mestre, entre um golpe e outro, diz ao aluno: "Não pense no combate como simplesmente uma sucessão de golpes. Não pense na forma que seu oponente luta. Não pense nas fraquezas do seu estilo. Pense no combate como uma dança, onde você precisa somente se mover, sem precisar se preocupar com os passos. Quando você fizer isso, você não precisará mais se preocupar com seu oponente, pois você sempre irá ditar o ritmo da dança".
Intrigado com a velocidade com que o professor luta, o aluno tenta todas as suas técnicas de combate e nada obtêm resultado. É como se o mestre sempre soubesse onde o aluno iria atacar.
Então, na sua mente lhe vem o seguinte pensamento. "Seja como o desfiladeiro que guia, parado, o vento apressado através de suas sendas"
Depois de refletir rapidamente sobre a frase (e levar uma rasteira pelo momento de desatenção) o aluno volta novamente ao combate, e pensa nas palavras do mestre e as palavras de sua cabeça, e então simplesmente deixa sua mente esvaziar dos problemas, fazendo com que ele consiga ao menos se defender dos rápidos golpes. Pela primeira vez o aluno conseguia algum progresso em relação a seu mestre, e o mestre percebia tudo com um olhar cuidadoso, mas nada falava.
Então, em determinado momento, logo antes de um golpe de seu mestre que provavelmente o derrubaria, o aluno têm uma visão rápida do futuro golpe. Em seguida, o aluno dá um breve passo para o lado, toca levemente o braço atacante do mestre, e o conduz para longe de seu corpo, desviando o golpe usando quase nenhuma força corporal.
O mestre, realizado com a proeza do aluno, pára o combate e chama o aluno para mais uma aula sobre o combate que acabara de encerrar...
28 de out. de 2011
Sobre as forças naturais de Entalis
"... e ele tentou de todas as formas fazer com que o irmão entrasse na luta. Ele só não entendeu que o irmão já estava lá, só não ia fazer parte da sua raiva. E todos os ataques mágicos disparados se desfaziam tão logo se aproximavam dele, como se se comungassem da placidez daquele homem parado ali e esquecessem da guerra a que foram abjurados.
Pois a verdade este não sabia, que na paz de espírito do irmão estava a maior habilidade para enfrentar o mago. A capacidade de desdobrar o que foi dobrado."
O Livro do Vácuo, Segundo Aeon de Entalis.
Assinar:
Postagens (Atom)
-
Há alguns anos saiu um post agendado no blog que quase abalou as estruturas da sociedade, se eu e meu marido não fôssemos tão bem felizes ...
-
As vezes fico pensando em como essa vida é uma prisão... Sobre como tudo parece ser feito para que passemos por algum tipo de provação, com...
-
Inteligência ... Nenhuma entidade consegue se lembrar do estado de não-existência; Nenhuma entidade consegue se lembrar do momento que fo...