Ainda me falta emoção, mas quem sabe em breve...
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2 de set. de 2025
Les piliers de l'écrasement
Pensando aqui que devo escrever sobre os 5 pilares do crush (a saber, os pilares são: bonito, sexy, inteligente, engraçado, carinhoso e, recentemente adicionado o pilar fofinho).
19 de dez. de 2019
Après la lumière
Nunca antes na história dessa pessoa alguém rendeu 5 posts nesse diário. Apenas surpreso mas não tão surpreso assim.
25 de fev. de 2013
Sobre religiões modernas
Eu sempre achei que quando as pessoas tentam convencer outras de suas crenças é porque, na verdade, elas que estão tentando convencer a si mesmas.
10 de jan. de 2013
Emptyness
Existe essa sensação ruim de que as coisas estão fugindo ao seu controle, como se fosse possível controlar cada aspecto da sua vida. Coisas dão errado e eu preciso aprender a lidar com elas sem me tornar um berserker no processo.
Eu penso isso pois em breve vai aparecer esse príncipe encantado na minha vida, e eu não quero que ele me veja tendo esses acessos de raiva. Eu tenho medo dessas reações e até certo ponto consigo controlá-las. O meu problema é o mecanismo de frustração, que faz com que a raiva exploda antes mesmo que eu possa pensar sobre o problema.
Tudo deriva do fato de eu me sentir sem alguém pra me ouvir de verdade. Isso mudou bastante com alguns amigos muito especiais, mas ainda falta alguém mais próximo pra eu poder realmente me abrir sobre um lado meu que aprendi, com os anos (e os ex namorados) a guardar fechado lá no fundo do baú.
Algo me diz que esse alguém está bem próximo (mais próximo do que imaginam) mas do meu estado atual até o estado em que vejo esse alguém explorando as fronteiras do oceano da minha mente há um vazio existencial muito grande.
Minha vontade de chorar é muito grande, mas eu prometi a mim mesmo que não faria agora. Eu preciso ser forte, ser frio, ser resistente e mesmo não sendo a pessoa mais corajosa do mundo, eu preciso fazer. A palavra do momento não é tentar. Tentar foi o que fiz a vida inteira. Agora é realizar. Realizar o que nunca consegui antes na minha vida, que foi ter o domínio completo dela, sem me preocupar em controlar cada aspecto, como se isso fosse fazer com que o caminho aparecesse para mim.
Eu queria pelo menos que esse vazio dentro de mim não fosse tão difícil de lidar. Todo o resto parece mais fácil sem ele. Tudo parece ficar mais difícil sem esse alguém.
Eu penso isso pois em breve vai aparecer esse príncipe encantado na minha vida, e eu não quero que ele me veja tendo esses acessos de raiva. Eu tenho medo dessas reações e até certo ponto consigo controlá-las. O meu problema é o mecanismo de frustração, que faz com que a raiva exploda antes mesmo que eu possa pensar sobre o problema.
Tudo deriva do fato de eu me sentir sem alguém pra me ouvir de verdade. Isso mudou bastante com alguns amigos muito especiais, mas ainda falta alguém mais próximo pra eu poder realmente me abrir sobre um lado meu que aprendi, com os anos (e os ex namorados) a guardar fechado lá no fundo do baú.
Algo me diz que esse alguém está bem próximo (mais próximo do que imaginam) mas do meu estado atual até o estado em que vejo esse alguém explorando as fronteiras do oceano da minha mente há um vazio existencial muito grande.
Minha vontade de chorar é muito grande, mas eu prometi a mim mesmo que não faria agora. Eu preciso ser forte, ser frio, ser resistente e mesmo não sendo a pessoa mais corajosa do mundo, eu preciso fazer. A palavra do momento não é tentar. Tentar foi o que fiz a vida inteira. Agora é realizar. Realizar o que nunca consegui antes na minha vida, que foi ter o domínio completo dela, sem me preocupar em controlar cada aspecto, como se isso fosse fazer com que o caminho aparecesse para mim.
Eu queria pelo menos que esse vazio dentro de mim não fosse tão difícil de lidar. Todo o resto parece mais fácil sem ele. Tudo parece ficar mais difícil sem esse alguém.
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6 de dez. de 2012
Deus Ex
Não importa se chamamos isso de Deus ou de Deuses, ou inspiração sublime, ou força divina, algo que não sabemos nem podemos entender, isso não importa em nada.
Está aqui. Simplesmente existe.
E nossos destinos estão entrelaçados nesta força.
Se isso fosse verdade, e isso é um grande "se"... como saber se esta força quer o melhor para nós? Como saber se Deus está do seu lado?
Eu não sei. Ninguém sabe, pois Deus não está no lado de ninguém.
Deus é uma força da natureza... muito além do bem e do mal.
Nós criamos o bem e o mal.
Está aqui. Simplesmente existe.
E nossos destinos estão entrelaçados nesta força.
Se isso fosse verdade, e isso é um grande "se"... como saber se esta força quer o melhor para nós? Como saber se Deus está do seu lado?
Eu não sei. Ninguém sabe, pois Deus não está no lado de ninguém.
Deus é uma força da natureza... muito além do bem e do mal.
Nós criamos o bem e o mal.
1 de nov. de 2012
3 de set. de 2012
In Zsh We Trust
Ou como descobrir quantos clientes estão conectados em um AP construído na minha máquina e correlacionar tal informação com as entradas de host dentro do arquivo /etc/dhcpd.conf
iw dev wlan0 station dump | grep -i Station | cut -d " " -f 2 | xargs -I % zsh -c "echo '%: '; grep -i % /etc/dhcpd.conf"
Por isso digo. In Zsh We Trust
iw dev wlan0 station dump | grep -i Station | cut -d " " -f 2 | xargs -I % zsh -c "echo '%: '; grep -i % /etc/dhcpd.conf"
Por isso digo. In Zsh We Trust
6 de ago. de 2012
Heart Things
Não adianta, por mais que eu queira, meu coração pensa diferente da minha cabeça. Mas de certo modo ele está certo em assuntos que minha cabeça não deveria se meter.
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24 de jul. de 2012
Defeitos e Qualidades
Eventos recentes me fizeram trazer à tona um assunto que sempre tento evitar de conversar com as pessoas, pq dessa forma eu acredito que consigo ter tudo sob controle. Esse assunto é comum à todas as pessoas: Defeitos.
Meus relacionamentos anteriores, cada um deles, serviu entre outras coisas para mostrar para mim um lado meu que eu não gosto de ver. Um por exageração, outro por hiper-exposição e esse último por reflexão posterior. A questão é que eu tenho esses defeitos, e eu não gosto que as pessoas vejam esses defeitos.
Voltando ao fato recente, eu finalmente vi à minha frente uma situação que trouxe à tona um lado meu que igualmente não gosto que as pessoas conheçam: Meu orgulho narcisista.
Falando assim até parece que sou um monstro, mas a questão é que eu sou uma pessoa muito orgulhosa da forma como eu guio as coisas na minha vida: tenho orgulho de ter minhas coisas todas em dia, de não dever nada pra ninguém, de depender minimamente das outras pessoas e principalmente, da lealdade que eu cultivo para com meus amigos mais próximos (e antigamente em relacionamentos, mas como isso não vai acontecer mais, então posso descartar como possibilidade).
Esse fato sozinho não causaria tanto estrago se não fosse acompanhado daquela minha incrível habilidade de ser cabeça dura e de não aceitar as coisas sem uma prévia inspeção por minha parte antes. E quando essas duas coisas se juntam, não dá uma merda muito boa.
Mas, estamos aqui para entender um pouco esse meu lado egoísta, não é mesmo? Então ... Como alguns amigos meus já devem estar cansados de saber, eu sou uma pessoa um pouco generosa com recursos financeiros. Não que eu tenha dinheiro saindo pela torneira de casa, mas que eu gosto da sensação de estar ajudando de alguma forma. Pizzas, almoços, e mais uma miríade de coisas que eu faço quase que o tempo todo para aqueles que são mais próximos. E há o outro lado também: eu me sinto MUITO incomodado quando alguém paga pra mim, a ponto de eu preferir não comer ou sair por eu não poder arcar com as despesas. E isso é num nível épico, não um nível normal do tipo "ah ok, então está bom eu aceito".
Há também um outro quesito que esse eu considero o maior de todos e é também a maior fonte desse orgulho, que é minha lealdade para com as pessoas. Raramente eu serei visto quebrando alguma regra (ok, já fiz e já fui multado por isso) ou sendo desleal com alguém com quem me importo (há um caso, mas ele merece um post só pelas implicações que ele têm nos dois últimos relacionamentos). Eu me orgulho muito dessa minha qualidade "ordeira" apesar de eu querer parecer uma pessoa caótica e despreocupada com a vida e as implicações dos meus atos. No entanto, eu digo: eu não faço nada sem pensar nas implicações que isso têm. Eu sempre vou pesar e avaliar as minhas atitudes, as vezes cedo as vezes tarde demais. Mas sempre irei avaliar e, mais importante, sempre irei me criticar à respeito daquela decisão.
Outro ponto bastante complexo da minha pessoa é que eu demoro muito à decidir sobre um determinado assunto, quanto mais complexo e mais implicações ele possui. Eu demoro sim, eu fico indeciso, eu evito pensar nisso, mas no momento que eu tomo uma decisão e escolho um caminho, aquela decisão se torna final. E decidido, a possibilidade de eu voltar atrás é muito pequena, pois uma coisa que eu aprendi é sempre ter orgulho das minhas decisões. Em meu caso em especial que essas decisões são muito pensadas e muito pesadas, meu orgulho pessoal não me deixa voltar atrás.
Infelizmente no meu último relacionamento meu affair conheceu esse meu lado. Esse processo de decisão é complexo e por envolver meu orgulho do começo até o final, não permito que ninguém me influencie.
Há uma coisa que preciso falar à respeito disso tudo que eu falei, e que na verdade é onde eu queria chegar com esse post. Eu sou uma pessoa extremamente orgulhosa, cabeça-dura e indecisa, como pode ser visto acima. Mas isso é algo com que eu convivo, desde que determinados limites não sejam ultrapassados.
Eu sou uma pessoa que não me importo de maneira nenhuma com piadas e coisas do gênero que busquem me denegrir ou me deprimir. Sabe pq? Pq eu sou uma pessoa extremamente crítica e estou sempre avaliando as pessoas, e quase sempre as pessoas que fazem tais brincadeiras de mau gosto comigo gozam de igual privilégio nas minhas avaliações. Simplesmente considero "lixo" tudo o que dizem, por isso não sou afetado por essas pessoas. Da mesma forma, eu não sou ciumento com praticamente nada porque no fundo eu acredito que se a pessoa está comigo ela não irá procurar nada fora. Mas se procurar também não faz diferença. Eu prezo muito a minha individualidade e isso é convertido na minha habilidade em não me preocupar com o que o outro está fazendo, afinal ele têm o livre-arbítrio dele e eu o meu, e tanto ele quanto eu fazemos o que queremos com o tal.
No entanto, existem coisas que me afetam sim, e me afetam muito. Eu as chamo de minhas "Maldições Imperdoáveis", em referência à mitologia de Harry Potter. E da mesma forma que no livro, são três. Para eu perder o respeito (e a fé, dependendo do nível de proximidade) em uma pessoa, é só fazer isso comigo.
Imperio
A primeira das Maldições Imperdoáveis é tentar influenciar minhas decisões. Não decisões quaisquer, mas me manipular de forma que eu passe a acreditar em algo que não seria natural eu acreditar ou desacreditar. Não é algo difícil de ser feito, realmente eu sou influenciável de acordo com o nível de intimidade da pessoa que está tentando me manipular. Quando eu percebo que isso está acontecendo, o ódio pela pessoa surge instantaneamente.
Crucio
A segunda das Maldições Imperdoáveis é tentar me coagir a fazer algo contra minha vontade. Eu realmente me sinto muito mal quando sou levado a fazer algo que eu não concordo. Você pode ser perguntar "como eu faria algo contra minha vontade?" e eu respondo "quando eu percebo que não há solução, e a melhor forma de evitar conflito é sendo conivente". Não é algo fácil de acontecer comigo. Só pessoas muitomas muito próximas gozam dessa "habilidade". E fazer isso comigo é plantar uma semente que lentamente vai criando raízes e minando minha confiança e fé na pessoa que fez isso. No final, eu tomo uma decisão de não mais aceitar isso e rompo com o ciclo.
Avada Kedavra
E a terceira das Maldições Imperdoáveis é duvidar da minha lealdade e fé na relação com outras pessoas (tanto de amizade quanto de namoro). Eu não sou uma pessoa muito transparente ao que eu sinto e à forma como eu penso, talvez por isso as pessoas possam se equivocar em seus julgamentos, mas infelizmente não há outro jeito. Quando minha lealdade é posta em prova, eu vou tentar defendê-la em um primeiro momento, nem que eu tenha de ajoelhar e explicar que nariz de porco não é tomada. Depois, vêm a fase da depressão, em que eu me sinto mal por duvidarem da minha pessoa e entro em um processo de "morte" ... Meu orgulho morre por um momento e então ele começa a renascer maior e mais resistente que o anterior. O que realmente deixa de existir à partir daquele momento é aquela fé anterior que eu possuía na pessoa que iniciou o processo. É triste quando isso acontece, mas é minha defesa contra um estado depressivo que poderia se estender por tempo indefinido.
Um efeito colateral é o ódio. O ódio é um subproduto que pode aparecer (exceto no primeiro caso, em que o ódio à pessoa é o principal produto da ação) dependendo da gravidade da ação que foi tomada comigo.
Concluindo, eu não me sinto bem dizendo isso. Esse é um lado meu que eu raramente gosto que as pessoas conheçam. Esse é meu demônio, minha sombra, desnudada para todos verem (e lerem). Por algum motivo (relacionado aos eventos recentes) eu achei de bom tom falar sobre isso. Acho que é porque por estar tão à flor da pele e exigindo tanto pensamento por minha parte, e por meu nível de sinceridade estar aumentando gradativamente, que eu achei por bem falar disso aqui.
Eu só queria reiterar que essas três Maldições Imperdoáveis não são algo para se brincar. Brincar com isso é querer ver todo o meu ódio e agressividade sendo direcionados para um único objetivo: causar o maior estrago possível em quem brincou com coisa séria.
De novo, eu estou falando isso porque eu sinto que preciso ser mais transparente. Preciso colocar esses fantasmas para fora com o intuito de que, de alguma forma, eu possa entendê-los e controlá-los melhor. Eu tenho consciência de que nunca estarei livre disso tudo que falei, pois esses "defeitos e qualidades" estão muito enraizados com a minha forma de lidar com a realidade. No entanto, acredito que aos poucos conseguirei neutralizar alguns algoritmos mais nocivos, como já venho conseguindo fazer nesses últimos três anos.
Meus relacionamentos anteriores, cada um deles, serviu entre outras coisas para mostrar para mim um lado meu que eu não gosto de ver. Um por exageração, outro por hiper-exposição e esse último por reflexão posterior. A questão é que eu tenho esses defeitos, e eu não gosto que as pessoas vejam esses defeitos.
Voltando ao fato recente, eu finalmente vi à minha frente uma situação que trouxe à tona um lado meu que igualmente não gosto que as pessoas conheçam: Meu orgulho narcisista.
Falando assim até parece que sou um monstro, mas a questão é que eu sou uma pessoa muito orgulhosa da forma como eu guio as coisas na minha vida: tenho orgulho de ter minhas coisas todas em dia, de não dever nada pra ninguém, de depender minimamente das outras pessoas e principalmente, da lealdade que eu cultivo para com meus amigos mais próximos (e antigamente em relacionamentos, mas como isso não vai acontecer mais, então posso descartar como possibilidade).
Esse fato sozinho não causaria tanto estrago se não fosse acompanhado daquela minha incrível habilidade de ser cabeça dura e de não aceitar as coisas sem uma prévia inspeção por minha parte antes. E quando essas duas coisas se juntam, não dá uma merda muito boa.
Mas, estamos aqui para entender um pouco esse meu lado egoísta, não é mesmo? Então ... Como alguns amigos meus já devem estar cansados de saber, eu sou uma pessoa um pouco generosa com recursos financeiros. Não que eu tenha dinheiro saindo pela torneira de casa, mas que eu gosto da sensação de estar ajudando de alguma forma. Pizzas, almoços, e mais uma miríade de coisas que eu faço quase que o tempo todo para aqueles que são mais próximos. E há o outro lado também: eu me sinto MUITO incomodado quando alguém paga pra mim, a ponto de eu preferir não comer ou sair por eu não poder arcar com as despesas. E isso é num nível épico, não um nível normal do tipo "ah ok, então está bom eu aceito".
Há também um outro quesito que esse eu considero o maior de todos e é também a maior fonte desse orgulho, que é minha lealdade para com as pessoas. Raramente eu serei visto quebrando alguma regra (ok, já fiz e já fui multado por isso) ou sendo desleal com alguém com quem me importo (há um caso, mas ele merece um post só pelas implicações que ele têm nos dois últimos relacionamentos). Eu me orgulho muito dessa minha qualidade "ordeira" apesar de eu querer parecer uma pessoa caótica e despreocupada com a vida e as implicações dos meus atos. No entanto, eu digo: eu não faço nada sem pensar nas implicações que isso têm. Eu sempre vou pesar e avaliar as minhas atitudes, as vezes cedo as vezes tarde demais. Mas sempre irei avaliar e, mais importante, sempre irei me criticar à respeito daquela decisão.
Outro ponto bastante complexo da minha pessoa é que eu demoro muito à decidir sobre um determinado assunto, quanto mais complexo e mais implicações ele possui. Eu demoro sim, eu fico indeciso, eu evito pensar nisso, mas no momento que eu tomo uma decisão e escolho um caminho, aquela decisão se torna final. E decidido, a possibilidade de eu voltar atrás é muito pequena, pois uma coisa que eu aprendi é sempre ter orgulho das minhas decisões. Em meu caso em especial que essas decisões são muito pensadas e muito pesadas, meu orgulho pessoal não me deixa voltar atrás.
Infelizmente no meu último relacionamento meu affair conheceu esse meu lado. Esse processo de decisão é complexo e por envolver meu orgulho do começo até o final, não permito que ninguém me influencie.
Há uma coisa que preciso falar à respeito disso tudo que eu falei, e que na verdade é onde eu queria chegar com esse post. Eu sou uma pessoa extremamente orgulhosa, cabeça-dura e indecisa, como pode ser visto acima. Mas isso é algo com que eu convivo, desde que determinados limites não sejam ultrapassados.
Eu sou uma pessoa que não me importo de maneira nenhuma com piadas e coisas do gênero que busquem me denegrir ou me deprimir. Sabe pq? Pq eu sou uma pessoa extremamente crítica e estou sempre avaliando as pessoas, e quase sempre as pessoas que fazem tais brincadeiras de mau gosto comigo gozam de igual privilégio nas minhas avaliações. Simplesmente considero "lixo" tudo o que dizem, por isso não sou afetado por essas pessoas. Da mesma forma, eu não sou ciumento com praticamente nada porque no fundo eu acredito que se a pessoa está comigo ela não irá procurar nada fora. Mas se procurar também não faz diferença. Eu prezo muito a minha individualidade e isso é convertido na minha habilidade em não me preocupar com o que o outro está fazendo, afinal ele têm o livre-arbítrio dele e eu o meu, e tanto ele quanto eu fazemos o que queremos com o tal.
No entanto, existem coisas que me afetam sim, e me afetam muito. Eu as chamo de minhas "Maldições Imperdoáveis", em referência à mitologia de Harry Potter. E da mesma forma que no livro, são três. Para eu perder o respeito (e a fé, dependendo do nível de proximidade) em uma pessoa, é só fazer isso comigo.
Imperio
A primeira das Maldições Imperdoáveis é tentar influenciar minhas decisões. Não decisões quaisquer, mas me manipular de forma que eu passe a acreditar em algo que não seria natural eu acreditar ou desacreditar. Não é algo difícil de ser feito, realmente eu sou influenciável de acordo com o nível de intimidade da pessoa que está tentando me manipular. Quando eu percebo que isso está acontecendo, o ódio pela pessoa surge instantaneamente.
Crucio
A segunda das Maldições Imperdoáveis é tentar me coagir a fazer algo contra minha vontade. Eu realmente me sinto muito mal quando sou levado a fazer algo que eu não concordo. Você pode ser perguntar "como eu faria algo contra minha vontade?" e eu respondo "quando eu percebo que não há solução, e a melhor forma de evitar conflito é sendo conivente". Não é algo fácil de acontecer comigo. Só pessoas muito
Avada Kedavra
E a terceira das Maldições Imperdoáveis é duvidar da minha lealdade e fé na relação com outras pessoas (tanto de amizade quanto de namoro). Eu não sou uma pessoa muito transparente ao que eu sinto e à forma como eu penso, talvez por isso as pessoas possam se equivocar em seus julgamentos, mas infelizmente não há outro jeito. Quando minha lealdade é posta em prova, eu vou tentar defendê-la em um primeiro momento, nem que eu tenha de ajoelhar e explicar que nariz de porco não é tomada. Depois, vêm a fase da depressão, em que eu me sinto mal por duvidarem da minha pessoa e entro em um processo de "morte" ... Meu orgulho morre por um momento e então ele começa a renascer maior e mais resistente que o anterior. O que realmente deixa de existir à partir daquele momento é aquela fé anterior que eu possuía na pessoa que iniciou o processo. É triste quando isso acontece, mas é minha defesa contra um estado depressivo que poderia se estender por tempo indefinido.
Um efeito colateral é o ódio. O ódio é um subproduto que pode aparecer (exceto no primeiro caso, em que o ódio à pessoa é o principal produto da ação) dependendo da gravidade da ação que foi tomada comigo.
Concluindo, eu não me sinto bem dizendo isso. Esse é um lado meu que eu raramente gosto que as pessoas conheçam. Esse é meu demônio, minha sombra, desnudada para todos verem (e lerem). Por algum motivo (relacionado aos eventos recentes) eu achei de bom tom falar sobre isso. Acho que é porque por estar tão à flor da pele e exigindo tanto pensamento por minha parte, e por meu nível de sinceridade estar aumentando gradativamente, que eu achei por bem falar disso aqui.
Eu só queria reiterar que essas três Maldições Imperdoáveis não são algo para se brincar. Brincar com isso é querer ver todo o meu ódio e agressividade sendo direcionados para um único objetivo: causar o maior estrago possível em quem brincou com coisa séria.
De novo, eu estou falando isso porque eu sinto que preciso ser mais transparente. Preciso colocar esses fantasmas para fora com o intuito de que, de alguma forma, eu possa entendê-los e controlá-los melhor. Eu tenho consciência de que nunca estarei livre disso tudo que falei, pois esses "defeitos e qualidades" estão muito enraizados com a minha forma de lidar com a realidade. No entanto, acredito que aos poucos conseguirei neutralizar alguns algoritmos mais nocivos, como já venho conseguindo fazer nesses últimos três anos.
11 de abr. de 2012
Till the World Ends, only NOT
Meu dia foi especial. Só me lembro hoje cedo de falar com o @leitecruz no skype todo feliz, e ele me perguntando por que eu estava feliz e eu respondendo "naomsei, estou felisssssss". Não imaginava que esse fosse se tornar um dos melhores dias do ano até agora!
Primeiramente, conheci esse kra, interessantíssimo, papo bem legal, bem bonito e talz. Estava pensando de chamá-lo para sair quando minha amiga @lylavieira (Lyla) me chamou (devo colocar de outra forma: convocou imperativamente) para sair. Ok, eu fui.
Buscamos a @pseudocoisa (Mel) no Sebrae e lá vamos nós pra Adega da 21. Juro que nunca tinha sequer imaginado que aquele lugar era ali.
Então entramos. Primeiro momento awkward da noite: uma mulher a cara da Martha. Ok, olhei de novo e ... ufa. A mel e a lyla não viram. Então nos sentamos e eu, a lyla e a mel pedimos um Dry Martini, um Blood Mary e uma Margarita, respectivamente, mais um delicioso petisco de linguiça de cordeiro com molho agridoce (que jogamos pimenta chipotle pra ficar gostosinho)
Primeiramente, conheci esse kra, interessantíssimo, papo bem legal, bem bonito e talz. Estava pensando de chamá-lo para sair quando minha amiga @lylavieira (Lyla) me chamou (devo colocar de outra forma: convocou imperativamente) para sair. Ok, eu fui.
Buscamos a @pseudocoisa (Mel) no Sebrae e lá vamos nós pra Adega da 21. Juro que nunca tinha sequer imaginado que aquele lugar era ali.
Então entramos. Primeiro momento awkward da noite: uma mulher a cara da Martha. Ok, olhei de novo e ... ufa. A mel e a lyla não viram. Então nos sentamos e eu, a lyla e a mel pedimos um Dry Martini, um Blood Mary e uma Margarita, respectivamente, mais um delicioso petisco de linguiça de cordeiro com molho agridoce (que jogamos pimenta chipotle pra ficar gostosinho)
Enquanto esperávamos, eu reconheci o barman. Eu me lembrava de ter ficado com ele já há bastante tempo, whatever. Conversamos horrores, e então na hora de pagar, o barman estava no caixa e disse "E aih, gostou do dry martini?". Sim, deu vontade de falar "Sim, vem cá seu lindo!". E ele não falou nada pra mel nem pra lyla, o que reforçou meu feeling. Detalhe que eu já estava alto, COM UM DRINK!
Na saída, ainda tomei uma olhada indiscreta de alguém que estava entrando.
Depois disso, passamos em vários lugares, que estavam vazios e, indignados, fomos para a Confraria da Carne. Chegando lá, eu e lyla fizemos nossos pedidos carnívoros e o pedido comunitário de queijo provolone. A Mel, depois de insistência nossa pediu, tipo, todos os corações de frango do universo para nós três comermos.
E então, começa a melhor cena da noite. Dois rapazes lindos (e de barba) chegam na confraria e nós três olhamos. Não deixamos de comentar sobre quem eu e a mel pegaríamos dos dois, porque um era mais magro e o outro mais gordinho. Daí, eles se sentaram longe da gente, mas eu pelo menos estava toda hora dando uma "conferida", até que a mel disse (ou a lyla sugeriu, não sei) pra lyla ir lá e dizer pra eles que ela estava interessada. Eu, depois de relutar (e ganhar um drink à minha escolha da mel) aceitei entrar na brincadeira, e a lyla foi lá pra dizer que eu e a mel estávamos interessados. Falou alguma coisa com eles e eu fiquei de cá fazendo a super análise de expressões corporais dos três, e então ela voltou com um sorriso, e disse que tinha falado que na hora ficou com vergonha e não falou que estávamos interessados, mas que eles estavam convidados à passar na nossa mesa depois.
O mais absurdo de tudo foi que um deles passou lá depois. Assim, ele conversava com uns olhos penetrantes como poucos que eu já vi. Eu notei que especialmente pra mim ele deu duas olhadas que me deixaram nu ali na mesa. Claro que não consegui reagir, é meu procedimento padrão: situação inesperada = unreacted. Então, isso aconteceu enquanto nós conversávamos, e então ele disse que era agrônomo mas não praticava, e trabalhava na empresa X. A Mel disse que tinha ligado lá e ele disse "Maiara, da empresaY?" e ela respondeu com uma pergunta: "Lucas, da empresa X? Você não me mandou o e-mail com a proposta ainda ohh". E a situação mais awkward foi nós três lá conversando. Ele falando com a mel e uma vez ou outra dando umas olhadas pra mim, como que dizendo "e aih, vc não vai falar nada?" e conversando sobre essa coincidência incrível! Eu estava no modo pinguim de Madagascar: "Sorria e acene. Sorria e acene"!
Na hora de sair, ainda demos um tchauzinho pra eles e eu fiquei falando pra mel que "se ele sequer citar sobre mim, era pra vc passar o meu telefone pra ele". E enquanto estávamos à caminho de casa, eu pedi a bag de cds da lyla e coloquei o CD Femme Fatale, da Britney Spears, pra tocar. Claro, que a música "'Till The World Ends" era exatamente o que eu queria naquela hora:
E no caminho de volta para casa, a gente decidiu passar no Mercatto. Lá, a gente discutiu sobre essa noite fantástica e chamamos a mãe da mel pra vir também. Aconteceram outras coisas, mas nada tão impactante quanto o que havia acontecido anteriormente. Exceto pela Steinhäger que eu bebi para finalizar a noite.
Então, com isso, nós três combinamos de cada um escrever um post sobre essa coisa maluca! A lyla no balbuciar, a mel no pseudocoisa e eu aqui. Mas, não contávamos que meu final de noite seria tão bom. Chegando em ksa, eu dei reinício às minhas conversações interrompidas quando a lyla me chamou pra sair e talz. Foi bem legal, gostei do kra e então ... então vcs não precisam saber dessa parte pq já contei muito sobre o dia de hoje. Só precisam saber que eu não consegui fazer o post a tempo de postar antes de dormir hehehee.
Essa noite foi a mais EPIC! Quero fazer de novo até o fim dos tempos!
Na saída, ainda tomei uma olhada indiscreta de alguém que estava entrando.
Depois disso, passamos em vários lugares, que estavam vazios e, indignados, fomos para a Confraria da Carne. Chegando lá, eu e lyla fizemos nossos pedidos carnívoros e o pedido comunitário de queijo provolone. A Mel, depois de insistência nossa pediu, tipo, todos os corações de frango do universo para nós três comermos.
E então, começa a melhor cena da noite. Dois rapazes lindos (e de barba) chegam na confraria e nós três olhamos. Não deixamos de comentar sobre quem eu e a mel pegaríamos dos dois, porque um era mais magro e o outro mais gordinho. Daí, eles se sentaram longe da gente, mas eu pelo menos estava toda hora dando uma "conferida", até que a mel disse (ou a lyla sugeriu, não sei) pra lyla ir lá e dizer pra eles que ela estava interessada. Eu, depois de relutar (e ganhar um drink à minha escolha da mel) aceitei entrar na brincadeira, e a lyla foi lá pra dizer que eu e a mel estávamos interessados. Falou alguma coisa com eles e eu fiquei de cá fazendo a super análise de expressões corporais dos três, e então ela voltou com um sorriso, e disse que tinha falado que na hora ficou com vergonha e não falou que estávamos interessados, mas que eles estavam convidados à passar na nossa mesa depois.
O mais absurdo de tudo foi que um deles passou lá depois. Assim, ele conversava com uns olhos penetrantes como poucos que eu já vi. Eu notei que especialmente pra mim ele deu duas olhadas que me deixaram nu ali na mesa. Claro que não consegui reagir, é meu procedimento padrão: situação inesperada = unreacted. Então, isso aconteceu enquanto nós conversávamos, e então ele disse que era agrônomo mas não praticava, e trabalhava na empresa X. A Mel disse que tinha ligado lá e ele disse "Maiara, da empresaY?" e ela respondeu com uma pergunta: "Lucas, da empresa X? Você não me mandou o e-mail com a proposta ainda ohh". E a situação mais awkward foi nós três lá conversando. Ele falando com a mel e uma vez ou outra dando umas olhadas pra mim, como que dizendo "e aih, vc não vai falar nada?" e conversando sobre essa coincidência incrível! Eu estava no modo pinguim de Madagascar: "Sorria e acene. Sorria e acene"!
Na hora de sair, ainda demos um tchauzinho pra eles e eu fiquei falando pra mel que "se ele sequer citar sobre mim, era pra vc passar o meu telefone pra ele". E enquanto estávamos à caminho de casa, eu pedi a bag de cds da lyla e coloquei o CD Femme Fatale, da Britney Spears, pra tocar. Claro, que a música "'Till The World Ends" era exatamente o que eu queria naquela hora:
I can't take it, take it, take no more
Never felt like, felt like this before
Come on, get me, get me on the floor
DJ, what you, what you waiting for?
E no caminho de volta para casa, a gente decidiu passar no Mercatto. Lá, a gente discutiu sobre essa noite fantástica e chamamos a mãe da mel pra vir também. Aconteceram outras coisas, mas nada tão impactante quanto o que havia acontecido anteriormente. Exceto pela Steinhäger que eu bebi para finalizar a noite.
Então, com isso, nós três combinamos de cada um escrever um post sobre essa coisa maluca! A lyla no balbuciar, a mel no pseudocoisa e eu aqui. Mas, não contávamos que meu final de noite seria tão bom. Chegando em ksa, eu dei reinício às minhas conversações interrompidas quando a lyla me chamou pra sair e talz. Foi bem legal, gostei do kra e então ... então vcs não precisam saber dessa parte pq já contei muito sobre o dia de hoje. Só precisam saber que eu não consegui fazer o post a tempo de postar antes de dormir hehehee.
Essa noite foi a mais EPIC! Quero fazer de novo até o fim dos tempos!
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29 de fev. de 2012
Minhas Músicas de Fossa
Linkin Park - One More Light
Syd Matters - Obstacles
Shane Mack - More Than This
30 Seconds To Mars - A Beautiful Lie
Avenged Sevenfold - So Far Away
3 Doors Down - Here Without You
Abba - The Winner Takes It All
Adele - Someone Like You
Alanis Morissette - Not as We
Alanis Morissette - Uninvited
Alanis Morissette - Your House
Alter Bridge - Watch Over You
Bon Jovi - Always
Bruno Mars - It Will Rain
Celine Dion - All By Myself
Dream Theater - Beneath the Surface
Extreme - More Than Words
Goo Goo Dolls - Iris
Helloween - Forever and One
Joan Osborne - One of Us
Joss Stone - Right to Be Wrong
Mariah Carey - Without You
Nickelback - Photograph
No Doubt - Don't Speak
Oasis - Don't Go Away
Phantom Planet - California (The O.C.)
R.E.M. - Everybody Hurts
Radiohead - Fake Plastic Trees
Radiohead - No Surprises
Red Hot Chili Peppers - Otherside
System Of A Down - Lonely Day
Robie William and Gary Barlow - Shame
Roxete - Spending My Time
Savage Garden - Truly Madly Deeply
Scorpions - Still Loving You
Sia - Breath Me
Silverchair - Ana's Song (Open Fire)
Silverchair - Miss You Love
Simon and Garfunkel - Song of Silence
The Calling - Wherever You Will Go
The Cranberries - Linger
Syd Matters - To All of You
Bill Ferguson - Goin' Home
Shane Mack - I Like That
Shane Mack - Take the long way home
Shane Mack - Lie to Me
Syd Matters - Obstacles
Shane Mack - More Than This
30 Seconds To Mars - A Beautiful Lie
Avenged Sevenfold - So Far Away
3 Doors Down - Here Without You
Abba - The Winner Takes It All
Adele - Someone Like You
Alanis Morissette - Not as We
Alanis Morissette - Uninvited
Alanis Morissette - Your House
Alter Bridge - Watch Over You
Bon Jovi - Always
Bruno Mars - It Will Rain
Celine Dion - All By Myself
Dream Theater - Beneath the Surface
Extreme - More Than Words
Goo Goo Dolls - Iris
Helloween - Forever and One
Joan Osborne - One of Us
Joss Stone - Right to Be Wrong
Mariah Carey - Without You
Nickelback - Photograph
No Doubt - Don't Speak
Oasis - Don't Go Away
Phantom Planet - California (The O.C.)
R.E.M. - Everybody Hurts
Radiohead - Fake Plastic Trees
Radiohead - No Surprises
Red Hot Chili Peppers - Otherside
System Of A Down - Lonely Day
Robie William and Gary Barlow - Shame
Roxete - Spending My Time
Savage Garden - Truly Madly Deeply
Scorpions - Still Loving You
Sia - Breath Me
Silverchair - Ana's Song (Open Fire)
Silverchair - Miss You Love
Simon and Garfunkel - Song of Silence
The Calling - Wherever You Will Go
The Cranberries - Linger
Syd Matters - To All of You
Bill Ferguson - Goin' Home
Shane Mack - I Like That
Shane Mack - Take the long way home
Shane Mack - Lie to Me
3 de fev. de 2012
Simple Emotions (2)
... aquele momento que vc troca olhares com a pessoa, e percebe que o instinto caçador dele é maior do que o seu, e vc se sente seduzido pelo seu olhar magnético, com vontade de ir ao encontro do seu predador.
Então vc acorda, e percebe que não pode fazer. Não assim, naquele lugar. Não pode se dar o luxo de cair na tentação e nos braços e pernas torneadas e naquele corpo bronzeado de alguém que já viveu mais verões que você, e que sabe o que quer, e que naquele momento só quer saber de você.
Então, no súbito da noite, as coisas rolam como deveriam rolar, e vc é deixado em sua casa. Vocês tiveram uma excelente noite, exceto pelo sexo. Não por ter sido ruim. Só que pela minha própria decisão de não querer me envolver, por um tempo.
Repetindo a frase de uma amiga, "Eu estou fechado para balanço, até que me balancem novamente". Mas, no meu caso, a segunda parte é descartável. Ser solteiro. Ser livre, desimpedido. Como é bom!
... no entanto, aqueles olhos ainda me perseguem durante a noite. Minha mente não deixa de ser seduzida pelas suas palavras doces, escolhidas a dedo como a caneta de um poeta. Aqueles olhos sedentos por você. Aqueles olhos que desejam seu corpo, apesar de suas palavras terem dito outras coisas.
Meu instinto está à mil, mas minha razão disse. Não. Não agora.
E assim foi feito. E aqui estou, novamente, jogando videogame e cuidando dos meus gatos enquanto eles me arranham até o fim dos tempos. Mas pelo menos deles eu espero o mais profundo amor sincero. Contanto que eles não falem.
Sou um cafajeste? Sim, sou, com certeza. Mas não hoje.
Então vc acorda, e percebe que não pode fazer. Não assim, naquele lugar. Não pode se dar o luxo de cair na tentação e nos braços e pernas torneadas e naquele corpo bronzeado de alguém que já viveu mais verões que você, e que sabe o que quer, e que naquele momento só quer saber de você.
Então, no súbito da noite, as coisas rolam como deveriam rolar, e vc é deixado em sua casa. Vocês tiveram uma excelente noite, exceto pelo sexo. Não por ter sido ruim. Só que pela minha própria decisão de não querer me envolver, por um tempo.
Repetindo a frase de uma amiga, "Eu estou fechado para balanço, até que me balancem novamente". Mas, no meu caso, a segunda parte é descartável. Ser solteiro. Ser livre, desimpedido. Como é bom!
... no entanto, aqueles olhos ainda me perseguem durante a noite. Minha mente não deixa de ser seduzida pelas suas palavras doces, escolhidas a dedo como a caneta de um poeta. Aqueles olhos sedentos por você. Aqueles olhos que desejam seu corpo, apesar de suas palavras terem dito outras coisas.
Meu instinto está à mil, mas minha razão disse. Não. Não agora.
E assim foi feito. E aqui estou, novamente, jogando videogame e cuidando dos meus gatos enquanto eles me arranham até o fim dos tempos. Mas pelo menos deles eu espero o mais profundo amor sincero. Contanto que eles não falem.
Sou um cafajeste? Sim, sou, com certeza. Mas não hoje.
Unlimitedness
Sobre o sistema de arquivos ZFS, olha o que está escrito.
ZFS is a 128-bit file system, so it can address 1.84 × 1019 times more data than 64-bit systems such as NTFS. The limitations of ZFS are designed to be so large that they would never be encountered. This was assured by surpassing physical rather than theoretical limitations—there simply is not enough usable matter on the planet Earth to support a maximized ZFS filesystem
Assim que as coisas deviam ser projetadas!
ZFS is a 128-bit file system, so it can address 1.84 × 1019 times more data than 64-bit systems such as NTFS. The limitations of ZFS are designed to be so large that they would never be encountered. This was assured by surpassing physical rather than theoretical limitations—there simply is not enough usable matter on the planet Earth to support a maximized ZFS filesystem
Assim que as coisas deviam ser projetadas!
31 de jan. de 2012
Os gatos e a nova casinha deles
Olha, eu vou lhe dizer, não foi minha intenção! Nunca quis que acontecesse isso com eles! Mas eu preciso falar!
Tudo aconteceu quando eu resolvi fazer um agrado pros gatinhos! Eu fui, dei uma pesquisada na internet e descobri as coisas que eles mais gostam nesse mundo.
Então, eu peguei duas caixas de monitor LCD ainda com os isopores dentro, prendi alguns plásticos e deixei algumas sacolas rasgadas de supermercado dentro, furei umas portinhas nas áreas onde não tinham isopor e coloquei na sala.
Me arrependo disso. Nunca mais vi meus gatos. Eles ficam tão entretidos com as caixas que não comem, não vão mais pra caixa de areia, não deitam comigo no colchão, não miam fazendo mimimi. Eu acho que os perdi para sempre para aquela caixa de papelão com isopor que um dia eu quis fazer, para que eles se divertissem um pouco quando eu estivesse trabalhando.
Um dia tenho esperança de que eu vá vê-los do lado de fora da caixa. Algum dia!
Tudo aconteceu quando eu resolvi fazer um agrado pros gatinhos! Eu fui, dei uma pesquisada na internet e descobri as coisas que eles mais gostam nesse mundo.
Então, eu peguei duas caixas de monitor LCD ainda com os isopores dentro, prendi alguns plásticos e deixei algumas sacolas rasgadas de supermercado dentro, furei umas portinhas nas áreas onde não tinham isopor e coloquei na sala.
Me arrependo disso. Nunca mais vi meus gatos. Eles ficam tão entretidos com as caixas que não comem, não vão mais pra caixa de areia, não deitam comigo no colchão, não miam fazendo mimimi. Eu acho que os perdi para sempre para aquela caixa de papelão com isopor que um dia eu quis fazer, para que eles se divertissem um pouco quando eu estivesse trabalhando.
Um dia tenho esperança de que eu vá vê-los do lado de fora da caixa. Algum dia!
23 de out. de 2011
Carros, Motoristas e Pessoas
Ultimamente ando fazendo algumas analogias entre pessoas e seus modos de dirigir carros. Não é uma analogia de todo falsa, pois acredito que o modo como elas dirigem reflete muito da sua personalidade.
Por exemplo, a @lylavieira. Ela é uma pessoa com forte ímpeto, as vezes um pouco indecisa mas está lá sempre pra ajudar a gente. Isso se reflete na seguinte forma: Ela dirige rápida e com segurança, prefere não decidir os destinos mas quando um destino já está traçado, o faz com total certeza do que está fazendo.
Outro que posso citar é o @chato_albert. Meu amigo troll e clássico ao mesmo tempo. Ele dirige com muita (veja bem, MUITA) segurança e normalmente em 99,95% das vezes e é praticamente impossível não prever suas reações no trânsito. Anda na velocidade da pista, faz todos os retornos como devem ser feitos, para na faixa de pedestres (como muitas pessoas por aí deviam fazer). No entanto, ele pode mostrar um lado aventureiro sem noção, com um pouquinho de incentivo (eu) hehehe.
A @heymialle. Minha amiga Fernanda têm um raciocínio rápido e também têm um emocional que acompanha seu raciocínio. Como vejo isso no trânsito? Alguém que não dirige, pilota! Eu fico surpreso com a forma como ela domina a situação dirigindo, sério. Não perde tempo no trânsito. Dirige como uma profissional.
Também posso me incluir nessa. Me considero uma pessoa bem centrada na razão, mas sou explosivo emocionalmente e quase sempre ansioso. Como eu me vejo no trânsito? Uma pessoa sempre com pressa, que dirige com vastante mobilidade e que não suporta rodas-presas na frente. Nesses casos, sempre rola uma pressão para que os rodas-presas andem logo. Já vi casos em que deixei a pessoa sem reação pq ela não sabia o que fazer pq eu tava lá, botando pressão e acelerando a moto impaciente atrás dela.
Bom, o que eu quero com esse texto é na verdade tentar construir um perfil justamente dessas pessoas que dirigem no trânsito como se tivessem tido um AVC e que metade dos movimentos do corpo foram comprometidos. Eu tento imaginar aquela pessoa que faz uma rotatória como um babaca tomando as mesmas decisões na sua vida. Também imagino aquele cara espaçoso que toma duas pistas ou aquele que parece adorar um desafio, encarando uma simples ultrapassagem como um "Chalenge Acepted!"
Bom, é isso. Eu sempre penso naquelas pessoas, o que não significa que eu seja complacente com as suas burrices no trânsito. Ah, eu falei que adoro buzinar, xingar e encher o saco dessas pessoas que dirigem mal no trânsito?
Por exemplo, a @lylavieira. Ela é uma pessoa com forte ímpeto, as vezes um pouco indecisa mas está lá sempre pra ajudar a gente. Isso se reflete na seguinte forma: Ela dirige rápida e com segurança, prefere não decidir os destinos mas quando um destino já está traçado, o faz com total certeza do que está fazendo.
Outro que posso citar é o @chato_albert. Meu amigo troll e clássico ao mesmo tempo. Ele dirige com muita (veja bem, MUITA) segurança e normalmente em 99,95% das vezes e é praticamente impossível não prever suas reações no trânsito. Anda na velocidade da pista, faz todos os retornos como devem ser feitos, para na faixa de pedestres (como muitas pessoas por aí deviam fazer). No entanto, ele pode mostrar um lado aventureiro sem noção, com um pouquinho de incentivo (eu) hehehe.
A @heymialle. Minha amiga Fernanda têm um raciocínio rápido e também têm um emocional que acompanha seu raciocínio. Como vejo isso no trânsito? Alguém que não dirige, pilota! Eu fico surpreso com a forma como ela domina a situação dirigindo, sério. Não perde tempo no trânsito. Dirige como uma profissional.
Também posso me incluir nessa. Me considero uma pessoa bem centrada na razão, mas sou explosivo emocionalmente e quase sempre ansioso. Como eu me vejo no trânsito? Uma pessoa sempre com pressa, que dirige com vastante mobilidade e que não suporta rodas-presas na frente. Nesses casos, sempre rola uma pressão para que os rodas-presas andem logo. Já vi casos em que deixei a pessoa sem reação pq ela não sabia o que fazer pq eu tava lá, botando pressão e acelerando a moto impaciente atrás dela.
Bom, o que eu quero com esse texto é na verdade tentar construir um perfil justamente dessas pessoas que dirigem no trânsito como se tivessem tido um AVC e que metade dos movimentos do corpo foram comprometidos. Eu tento imaginar aquela pessoa que faz uma rotatória como um babaca tomando as mesmas decisões na sua vida. Também imagino aquele cara espaçoso que toma duas pistas ou aquele que parece adorar um desafio, encarando uma simples ultrapassagem como um "Chalenge Acepted!"
Bom, é isso. Eu sempre penso naquelas pessoas, o que não significa que eu seja complacente com as suas burrices no trânsito. Ah, eu falei que adoro buzinar, xingar e encher o saco dessas pessoas que dirigem mal no trânsito?
24 de set. de 2011
O Poema do Um Anel completo, na Língua de Mordor
Shre nazg golugranu kilmi-nudu
Three Rings for the Elven-kings under the sky
Três Anéis para os Reis-elfos sob este céu
Ombi kuzddurbagu gundum-ishi
Seven for the Dwarf-lords in their halls of stone,
Sete para os Senhores-anões em seus rochosos corredores,
Nugu gurunkilu bard gurutu
Nine for Mortal Men doomed to die,
Nove para os Homens Mortais fadados ao eterno sono,
Ash Burz-Durbagu burzum-ishi
One for the Dark lord on his dark throne
Um para o Senhor Escuro em seu escuro trono
Daghburz-ishi makha gulshu darulu
In the Land of Mordor where the Shadows lie.
Nas Terras de Mordor, onde as Sombras se deitam.
Ash nazg durbatulûk
One Ring to-rule-them-all
Um Anel para a todos governar
ash nazg gimbatul,
One Ring to-find-them,
Um Anel para encontrá-los,
ash nazg thrakatulûk
One Ring to-bring-them-all
Um Anel para a todos trazer
agh burzum-ishi krimpatul
and in-the-Darkness bind-them
e na escuridão aprisioná-los
Daghburz-ishi makha gulshu darulu
In the Land of Mordor where the Shadows lie.
Nas Terras de Mordor, onde as Sombras se deitam.
Aki têm mais ó: Dúvendor - O Verso do Anel, só que a minha versão da Língua Negra é diferente da que tem nesse site. Pesquisa de campo!
Three Rings for the Elven-kings under the sky
Três Anéis para os Reis-elfos sob este céu
Ombi kuzddurbagu gundum-ishi
Seven for the Dwarf-lords in their halls of stone,
Sete para os Senhores-anões em seus rochosos corredores,
Nugu gurunkilu bard gurutu
Nine for Mortal Men doomed to die,
Nove para os Homens Mortais fadados ao eterno sono,
Ash Burz-Durbagu burzum-ishi
One for the Dark lord on his dark throne
Um para o Senhor Escuro em seu escuro trono
Daghburz-ishi makha gulshu darulu
In the Land of Mordor where the Shadows lie.
Nas Terras de Mordor, onde as Sombras se deitam.
Ash nazg durbatulûk
One Ring to-rule-them-all
Um Anel para a todos governar
ash nazg gimbatul,
One Ring to-find-them,
Um Anel para encontrá-los,
ash nazg thrakatulûk
One Ring to-bring-them-all
Um Anel para a todos trazer
agh burzum-ishi krimpatul
and in-the-Darkness bind-them
e na escuridão aprisioná-los
Daghburz-ishi makha gulshu darulu
In the Land of Mordor where the Shadows lie.
Nas Terras de Mordor, onde as Sombras se deitam.
Aki têm mais ó: Dúvendor - O Verso do Anel, só que a minha versão da Língua Negra é diferente da que tem nesse site. Pesquisa de campo!
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