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22 de abr. de 2013

Gamblingness

Você compra um iPod do seu amigo e fica feliz com a compra.

Meses depois...

Você vende seu smartphone antigo pro seu amigo e ele fica feliz com a compra.

No final,  foi só uma gambira. Loko né?

11 de abr. de 2012

Till the World Ends, only NOT

Meu dia foi especial. Só me lembro hoje cedo de falar com o @leitecruz no skype todo feliz, e ele me perguntando por que eu estava feliz e eu respondendo "naomsei, estou felisssssss". Não imaginava que esse fosse se tornar um dos melhores dias do ano até agora!

Primeiramente, conheci esse kra, interessantíssimo, papo bem legal, bem bonito e talz. Estava pensando de chamá-lo para sair quando minha amiga @lylavieira (Lyla) me chamou (devo colocar de outra forma: convocou imperativamente) para sair. Ok, eu fui.

Buscamos a @pseudocoisa (Mel) no Sebrae e lá vamos nós pra Adega da 21. Juro que nunca tinha sequer imaginado que aquele lugar era ali.

Então entramos. Primeiro momento awkward da noite: uma mulher a cara da Martha. Ok, olhei de novo e ... ufa. A mel e a lyla não viram. Então nos sentamos e eu, a lyla e a mel pedimos um Dry Martini, um Blood Mary e uma Margarita, respectivamente, mais um delicioso petisco de linguiça de cordeiro com molho agridoce (que jogamos pimenta chipotle pra ficar gostosinho)

Enquanto esperávamos, eu reconheci o barman. Eu me lembrava de ter ficado com ele já há bastante tempo, whatever. Conversamos horrores, e então na hora de pagar, o barman estava no caixa e disse "E aih, gostou do dry martini?". Sim, deu vontade de falar "Sim, vem cá seu lindo!". E ele não falou nada pra mel nem pra lyla, o que reforçou meu feeling. Detalhe que eu já estava alto, COM UM DRINK!

Na saída, ainda tomei uma olhada indiscreta de alguém que estava entrando.

Depois disso, passamos em vários lugares, que estavam vazios e, indignados, fomos para a Confraria da Carne. Chegando lá, eu e lyla fizemos nossos pedidos carnívoros e o pedido comunitário de queijo provolone. A Mel, depois de insistência nossa pediu, tipo, todos os corações de frango do universo para nós três comermos.

E então, começa a melhor cena da noite. Dois rapazes lindos (e de barba) chegam na confraria e nós três olhamos. Não deixamos de comentar sobre quem eu e a mel pegaríamos dos dois, porque um era mais magro e o outro mais gordinho. Daí, eles se sentaram longe da gente, mas eu pelo menos estava toda hora dando uma "conferida", até que a mel disse (ou a lyla sugeriu, não sei) pra lyla ir lá e dizer pra eles que ela estava interessada. Eu, depois de relutar (e ganhar um drink à minha escolha da mel) aceitei entrar na brincadeira, e a lyla foi lá pra dizer que eu e a mel estávamos interessados. Falou alguma coisa com eles e eu fiquei de cá fazendo a super análise de expressões corporais dos três, e então ela voltou com um sorriso, e disse que tinha falado que na hora ficou com vergonha e não falou que estávamos interessados, mas que eles estavam convidados à passar na nossa mesa depois.

O mais absurdo de tudo foi que um deles passou lá depois. Assim, ele conversava com uns olhos penetrantes como poucos que eu já vi. Eu notei que especialmente pra mim ele deu duas olhadas que me deixaram nu ali na mesa. Claro que não consegui reagir, é meu procedimento padrão: situação inesperada = unreacted. Então, isso aconteceu enquanto nós conversávamos, e então ele disse que era agrônomo mas não praticava, e trabalhava na empresa X. A Mel disse que tinha ligado lá e ele disse "Maiara, da empresaY?" e ela respondeu com uma pergunta: "Lucas, da empresa X? Você não me mandou o e-mail com a proposta ainda ohh". E a situação mais awkward foi nós três lá conversando. Ele falando com a mel e uma vez ou outra dando umas olhadas pra mim, como que dizendo "e aih, vc não vai falar nada?" e conversando sobre essa coincidência incrível! Eu estava no modo pinguim de Madagascar: "Sorria e acene. Sorria e acene"!

Na hora de sair, ainda demos um tchauzinho pra eles e eu fiquei falando pra mel que "se ele sequer citar sobre mim, era pra vc passar o meu telefone pra ele". E enquanto estávamos à caminho de casa, eu pedi a bag de cds da lyla e coloquei o CD Femme Fatale, da Britney Spears, pra tocar. Claro, que a música "'Till The World Ends" era exatamente o que eu queria naquela hora:

I can't take it, take it, take no more
Never felt like, felt like this before
Come on, get me, get me on the floor
DJ, what you, what you waiting for?

E no caminho de volta para casa, a gente decidiu passar no Mercatto. Lá, a gente discutiu sobre essa noite fantástica e chamamos a mãe da mel pra vir também. Aconteceram outras coisas, mas nada tão impactante quanto o que havia acontecido anteriormente. Exceto pela Steinhäger que eu bebi para finalizar a noite.

Então, com isso, nós três combinamos de cada um escrever um post sobre essa coisa maluca! A lyla no balbuciar, a mel no pseudocoisa e eu aqui. Mas, não contávamos que meu final de noite seria tão bom. Chegando em ksa, eu dei reinício às minhas conversações interrompidas quando a lyla me chamou pra sair e talz. Foi bem legal, gostei do kra e então ... então vcs não precisam saber dessa parte pq já contei muito sobre o dia de hoje. Só precisam saber que eu não consegui fazer o post a tempo de postar antes de dormir hehehee.

Essa noite foi a mais EPIC! Quero fazer de novo até o fim dos tempos!

9 de abr. de 2012

A House is not a Home

Cinco anos. Tem cinco anos que eu moro em Palmas e até hoje ainda me sinto como se estivesse somente de passagem, ou algo assim.

Isso ocorre principalmente quando eu penso na coisas que já vivi aqui, e tudo parece normal, exceto que não parece que eu vivi essas coisas aqui na cidade.

O intrigante é que se eu extrapolo isso pra Jataí, as coisas igualmente não se encaixam.

É como se eu me sentisse um eterno visitante de férias nessa cidade.

Será que isso vai ser sempre assim de agora em diante? Será que nunca mais vou conseguir me sentir parte de um lugar, que nem eu me sentia nos tempos de outrora?

Não sei e, no final, não me importo. Mas essas questões aleatórias da minha mente sempre vêm à tona para instigar mais ainda minha jornada nesse planeta ...

23 de out. de 2011

Carros, Motoristas e Pessoas

Ultimamente ando fazendo algumas analogias entre pessoas e seus modos de dirigir carros. Não é uma analogia de todo falsa, pois acredito que o modo como elas dirigem reflete muito da sua personalidade.

Por exemplo, a @lylavieira. Ela é uma pessoa com forte ímpeto, as vezes um pouco indecisa mas está lá sempre pra ajudar a gente. Isso se reflete na seguinte forma: Ela dirige rápida e com segurança, prefere não decidir os destinos mas quando um destino já está traçado, o faz com total certeza do que está fazendo.

Outro que posso citar é o @chato_albert. Meu amigo troll e clássico ao mesmo tempo. Ele dirige com muita (veja bem, MUITA) segurança e normalmente em 99,95% das vezes e é praticamente impossível não prever suas reações no trânsito. Anda na velocidade da pista, faz todos os retornos como devem ser feitos, para na faixa de pedestres (como muitas pessoas por aí deviam fazer). No entanto, ele pode mostrar um lado aventureiro sem noção, com um pouquinho de incentivo (eu) hehehe.

A @heymialle. Minha amiga Fernanda têm um raciocínio rápido e também têm um emocional que acompanha seu raciocínio. Como vejo isso no trânsito? Alguém que não dirige, pilota! Eu fico surpreso com a forma como ela domina a situação dirigindo, sério. Não perde tempo no trânsito. Dirige como uma profissional.

Também posso me incluir nessa. Me considero uma pessoa bem centrada na razão, mas sou explosivo emocionalmente e quase sempre ansioso. Como eu me vejo no trânsito? Uma pessoa sempre com pressa, que dirige com vastante mobilidade e que não suporta rodas-presas na frente. Nesses casos, sempre rola uma pressão para que os rodas-presas andem logo. Já vi casos em que deixei a pessoa sem reação pq ela não sabia o que fazer pq eu tava lá, botando pressão e acelerando a moto impaciente atrás dela.

Bom, o que eu quero com esse texto é na verdade tentar construir um perfil justamente dessas pessoas que dirigem no trânsito como se tivessem tido um AVC e que metade dos movimentos do corpo foram comprometidos. Eu tento imaginar aquela pessoa que faz uma rotatória como um babaca tomando as mesmas decisões na sua vida. Também imagino aquele cara espaçoso que toma duas pistas ou aquele que parece adorar um desafio, encarando uma simples ultrapassagem como um "Chalenge Acepted!"

Bom, é isso. Eu sempre penso naquelas pessoas, o que não significa que eu seja complacente com as suas burrices no trânsito. Ah, eu falei que adoro buzinar, xingar e encher o saco dessas pessoas que dirigem mal no trânsito?

4 de out. de 2011

Noite bem dormida

Sério, essa foi a primeira noite bem dormida em meses aqui em Palmas. Até anteontem o calor imperava na cidade, tornando um inferno minha capacidade de dormir.

Essa noite fez um friozinho bem gostoso! Até estranhei e coloquei uma coberta pq mesmo nesse novo tempo, eu ainda uso o ventilador. Ventilador é tudo pra mim!

Então, essa noite dormi tão bem que até sonhei! Veja só!

Sei que os dias de calor infinito estão finalmente chegando ao fim. Pelo menos esse ano ...

27 de set. de 2011

#PalmasCalor


Hoje estava lendo na wikipedia sobre seres vivos chamados extremófilos.

São vários espécimes que conseguem viver nos ambientes mais inóspitos do planeta.

Só esqueceram de colocar o Homo Sapiens Tocantinensis nessa lista.

Location : Alameda Doze, Palmas - TO,
Postado do Galaxy S II

3 de mai. de 2011

Palmas, Calor e Você, tudo a ver!

As vezes fico imaginando como deve ser morar em uma dessas cidades realmente quentes, como Bagdad, Abu Dhabi, Nouakchott ou N'Djamena. Calor infernal de dia, frio avassalador à noite. Deve ser um lugar difícil.

No entanto, eu não tenho como saber. Eu vivo em Palmas e aqui qualquer temperatura abaixo de 25 graus já é motivo de reclamação de frio por parte dos moradores. Não que eu tenha problemas com frio. Eu não tenho, são eles que têm.

Hoje botei o ar condicionado em 23 graus e a sensação que as pessoas na sala tinham era de que alguma tempestade glacial havia se instaurado, ou que o Hyoga de Cisne havia entrado na sala para treinar seu golpe, Execução Aurora.

Bom, isso tudo acontece depois que o ar condicionado foi trocado e agora parece que ele realmente indica a temperatura da sala.

Uma hora dessas vou experimentar colocar em 17 graus com ventilação no máximo e observar o comportamento dos nativos. Claro que eu, depois de 5 anos aqui não passarei impune. Tremerei de frio como qualquer Palmense. Mas não a 25 graus!

Como diz o ditado: Se existe um inferno nesse mundo, você vai com certeza querer ir para lá tirar férias depois de morar alguns anos aqui em Palmas. Quando o diabo foi criar o inferno, deve ter tentado aqui primeiro e depois viu que era muito ruim, até para ele. Então decidiu ser mais ameno.

Será que se eu tiver muita força de vontade e pontos suficientes na minha ficha de personagem, eu consiga construir um pergaminho de suportar elementos? Humm, acho que não. Damn it, por que fui nascer em um mundo onde a magia não se desenvolveu? E por que ainda não criaram um ar condicionado portátil que pudesse me acompanhar pra onde eu fosse, já que aqui o domínio é da física e da tecnologia? Whatever, we never know ...

Eh isso. Deixo aqui a minha insatisfação com esse clima horroroso daqui! Pow gente, vamos nos movimentar! Se juntarmos pessoas suficientes, quem sabe a gente não consegue fazer uma petição e pedir por melhores condições?

Bem, acho que o calor está afetando meu intelecto. Vou ali tomar banho gelado e dormir em cima de toalhas geladas. Beeeeeeejo!