Primeiramente, queria dizer que me cansa ver que tudo ultimamente nas redes sociais do momento acaba virando uma guerrinha de opiniões e, por esse motivo, eu mudei minha foto, para representar o preto-no-branco que parece permear as opiniões nesses dias de conflitos, não importando se os temas são importantes ou se são supérfluos.
Cada um devia poder decidir o que fazer e o que mostrar, já que é na pluralidade que vivemos, e não em um mundo preto-e-branco. Não é à toa que a bandeira LGBT é multicor. Pensem nisso.
"O dever é uma coisa muito pessoal; decorre da necessidade de se entrar em ação, e não da necessidade de insistir com os outros para que façam qualquer coisa." Madre Teresa de Calcutá
Segundamente, estou vendo todos muito felizes com a decisão dos EUA no que tange a definição, a nível territorial, do casamento igualitário e todas as mídias mostrando e comemorando essa luta.
Eu achei extremamente válida a comemoração, mas lembro de ter visto ninguém comemorando dessa forma quando os Países Baixos aprovaram, em 2001, ou a Bélgica (que se tornou o segundo país a fazê-lo) em 2003. Ou da França, em 2013.
Até o da Irlanda, país onde até pouco tempo a Igreja Católica tinha peso na política, teve um referendo que modificou sua constituição duas vezes, para deixar de considerar homossexualidade como crime e a aprovar o casamento igualitário, e eu não vi tamanha comoção.
Gente, são só os EUA.
O motivo desse TL;DR é pelo fato de que ainda, em nosso país, há uma luta pela frente.
O casamento igualitário no Brasil ainda não é amparado pela Constituição Federal e pelo Código Civil, sendo somente permitidos por meio da Ação Direta de Constitucionalidade nº 4277 e da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 132 do Supremo Tribunal Federal, julgadas em 2011, que estenderam o conceito de unidade familiar, deram direito erga omnes àqueles que queriam se unir civilmente e, posteriormente pela Resolução do CNJ que obrigou os cartórios a celebrar o casamento e a conversão da união estável em casamento civil.
Os que já se casaram sob essa chancela estão protegidos pelo direito adquirido, mas pode a qualquer momento ser revogado pelos mesmos órgãos que se fizeram julgados, impedindo que novas celebrações possam ser feitas.
Então, com o mesmo afinco que comemoramos a decisão da Suprema Corte dos EUA, vamos trabalhar na nossa própria Constituição e mostrar que esse símbolo que todos estão usando seja instrumento para a melhoria do nosso país, que tanto têm sofrido nas mãos daqueles que estão no poder.
E, por último, "This way or the highway" não deveria ser uma filosofia de vida. Só acho.
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27 de jun. de 2015
Self choose Prideness
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27 de ago. de 2014
The Lord of the UIs
Cliente: If you ask it of me, I will give you the UI Project Lead.
Designer: You offer it to me freely? I do not deny that my heart has greatly desired this...
Designer: But ... In the place of a Dark Lord you would have a UX Queeeeeen! Not dark but beautiful and terrible as the Windows 8 Interface! Treacherous as the Facebook Landing Page! Stronger than the foundations of the Gmail Layout! All shall love me and despair!
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16 de abr. de 2014
Sobre Spoilers, Murais e Conversas Intimistas
Hoje estava admirando as diversas reações positivas e negativas à invasão dos spoilers no Facebook depois que saíram os episódios de um seriado que ninguém se lembrará quando ler esse post. Mas vamos lá.
Em toda comunicação entre duas (ou mais pessoas) existem quatro componentes principais: Emissor, Receptor, Mensagem e Meio. E a forma como a comunicação é feita depende principalmente do Meio, que define métodos e protocolos de comunicação, a fim de estabelecer que a mensagem emitida seja recebida (ou descartada). Diversas teorias foram desenvolvidas para tentar explicar essa relação dos agentes comunicativos, mas isso não vem ao caso. O que importa de verdade é a característica intrínseca dos meios de comunicação, e isso têm total impacto na forma como a comunicação se dá.
Primeiramente, existe o que podemos chamar de comunicação bidirecional. Na comunicação bidirecional, tanto receptores quanto transmissores interagem uns com os outros no processo comunicativo, podendo haver interrupções ou troca de papéis entre os elementos participantes. Isso é o que podemos definir como "comunicação intimista".
Neste tipo de comunicação, todas as pessoas envolvidas sabem aproximadamente qual o estado das outras em relação à conversa, interagindo diretamente com os outros participantes, permitindo um dinamismo na forma como a mesma é conduzida.
Em segundo lugar, existe a comunicação unidirecional. Na comunicação unidirecional, os transmissores e os receptores não interagem entre si durante o processo comunicativo. Os transmissores simplesmente transmitem a mensagem ao passo que os receptores só podem receber a mensagem ou descartá-la. Isso é o que podemos definir como "comunicação de mural".
Nesse tipo de comunicação, normalmente as pessoas que estão enviando a mensagem não têm como saber o estado atual das pessoas que irão receber a mensagem, dado o fato que não existe uma ligação entre receptor e transmissor, exceto através do meio comunicativo, que pode definir ou não protocolos de interação. Quem fala não têm como saber se foi ouvido e se quem ouviu tinha conhecimento ou não do conteúdo da mensagem.
Twitter, Facebook e os Murais Sociais
A maioria das pessoas que vejo por aí usando redes sociais têm uma visão estranha da forma como as informações fluem na rede. Essas pessoas se esquecem que os transmissores são quase sempre ignorantes ao conhecimento prévio dos receptores. Isso está relacionado à característica unidirecional da rede e do fato de que as redes se comportam como murais onde as pessoas botam coisas que lhes interessam para que outras pessoas possam ler (ou não).
Voltando ao contexto dos spoilers, existe toda uma nebulosidade em torno desse assunto, já que ele está relacionado ao estado específico em que o transmissor sabe de algo que o receptor não sabe, e transmite uma mensagem com o conhecimento relacionado.
Na minha visão, as opiniões de ambos os lados são totalmente irrelevantes, pelo fato de as redes sociais provirem meios de evitar que tais problemas aconteçam. Pessoas que reclamam de spoilers podem simplesmente remover a assinatura de posts de uma determinada pessoa / grupo e da mesma forma transmissores podem selecionar quais são as pessoas / grupos que irão receber suas mensagens.
Minha Conclusão
Se a pessoa realmente considera que toda a experiência midiática é destruída ao ler um spoiler de um qualquer no Facebook ou no Twitter, deveria evitar seguir as publicações de pessoas que têm propensão a soltar spoiler na timeline. A maioria das pessoas que soltam spoilers NÃO ESTÃO FAZENDO ISSO pelo sarcasmo de ver as pessoas ficando irritadas por ler um spoiler (o que não é meu caso hehehe) mas pela possibilidade de exprimir suas experiências com outras pessoas, que é o intuito primário das redes sociais na minha visão sociopolítico-econômica das coisas.
Em toda comunicação entre duas (ou mais pessoas) existem quatro componentes principais: Emissor, Receptor, Mensagem e Meio. E a forma como a comunicação é feita depende principalmente do Meio, que define métodos e protocolos de comunicação, a fim de estabelecer que a mensagem emitida seja recebida (ou descartada). Diversas teorias foram desenvolvidas para tentar explicar essa relação dos agentes comunicativos, mas isso não vem ao caso. O que importa de verdade é a característica intrínseca dos meios de comunicação, e isso têm total impacto na forma como a comunicação se dá.
Primeiramente, existe o que podemos chamar de comunicação bidirecional. Na comunicação bidirecional, tanto receptores quanto transmissores interagem uns com os outros no processo comunicativo, podendo haver interrupções ou troca de papéis entre os elementos participantes. Isso é o que podemos definir como "comunicação intimista".
Neste tipo de comunicação, todas as pessoas envolvidas sabem aproximadamente qual o estado das outras em relação à conversa, interagindo diretamente com os outros participantes, permitindo um dinamismo na forma como a mesma é conduzida.
Em segundo lugar, existe a comunicação unidirecional. Na comunicação unidirecional, os transmissores e os receptores não interagem entre si durante o processo comunicativo. Os transmissores simplesmente transmitem a mensagem ao passo que os receptores só podem receber a mensagem ou descartá-la. Isso é o que podemos definir como "comunicação de mural".
Nesse tipo de comunicação, normalmente as pessoas que estão enviando a mensagem não têm como saber o estado atual das pessoas que irão receber a mensagem, dado o fato que não existe uma ligação entre receptor e transmissor, exceto através do meio comunicativo, que pode definir ou não protocolos de interação. Quem fala não têm como saber se foi ouvido e se quem ouviu tinha conhecimento ou não do conteúdo da mensagem.
Twitter, Facebook e os Murais Sociais
A maioria das pessoas que vejo por aí usando redes sociais têm uma visão estranha da forma como as informações fluem na rede. Essas pessoas se esquecem que os transmissores são quase sempre ignorantes ao conhecimento prévio dos receptores. Isso está relacionado à característica unidirecional da rede e do fato de que as redes se comportam como murais onde as pessoas botam coisas que lhes interessam para que outras pessoas possam ler (ou não).
Voltando ao contexto dos spoilers, existe toda uma nebulosidade em torno desse assunto, já que ele está relacionado ao estado específico em que o transmissor sabe de algo que o receptor não sabe, e transmite uma mensagem com o conhecimento relacionado.
Na minha visão, as opiniões de ambos os lados são totalmente irrelevantes, pelo fato de as redes sociais provirem meios de evitar que tais problemas aconteçam. Pessoas que reclamam de spoilers podem simplesmente remover a assinatura de posts de uma determinada pessoa / grupo e da mesma forma transmissores podem selecionar quais são as pessoas / grupos que irão receber suas mensagens.
Minha Conclusão
Se a pessoa realmente considera que toda a experiência midiática é destruída ao ler um spoiler de um qualquer no Facebook ou no Twitter, deveria evitar seguir as publicações de pessoas que têm propensão a soltar spoiler na timeline. A maioria das pessoas que soltam spoilers NÃO ESTÃO FAZENDO ISSO pelo sarcasmo de ver as pessoas ficando irritadas por ler um spoiler (o que não é meu caso hehehe) mas pela possibilidade de exprimir suas experiências com outras pessoas, que é o intuito primário das redes sociais na minha visão sociopolítico-econômica das coisas.
12 de jun. de 2013
Datingness
Roses are red, violets are blue. Faces like yours belongs the zoo, don't be mad I'll be there too, not in the cage but waving at you!
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25 de fev. de 2013
Sobre religiões modernas
Eu sempre achei que quando as pessoas tentam convencer outras de suas crenças é porque, na verdade, elas que estão tentando convencer a si mesmas.
28 de jan. de 2013
Prideness
Quando você apontar para a pessoa e ela vir que você apontou para ela, faça o símbolo do banco Itaú, vire e saia desfilando...
18 de nov. de 2012
Android Very Reliable API
/**
* Used to determine whether the user making this call is subject to
* teleportations.
* @return whether the user making this call is a goat
*/
public boolean isUserAGoat() {
return false;
}
13 de nov. de 2012
Religion is like a penis
It's fine to have one.
It's fine to be proud of it.
But please don't take it out in public and start waving around.
And PLEASE don't try to shove it down in my throat!
3 de set. de 2012
In Zsh We Trust
Ou como descobrir quantos clientes estão conectados em um AP construído na minha máquina e correlacionar tal informação com as entradas de host dentro do arquivo /etc/dhcpd.conf
iw dev wlan0 station dump | grep -i Station | cut -d " " -f 2 | xargs -I % zsh -c "echo '%: '; grep -i % /etc/dhcpd.conf"
Por isso digo. In Zsh We Trust
iw dev wlan0 station dump | grep -i Station | cut -d " " -f 2 | xargs -I % zsh -c "echo '%: '; grep -i % /etc/dhcpd.conf"
Por isso digo. In Zsh We Trust
30 de jul. de 2012
Two dogs and one freak out
Eu me lembro desse episódio que aconteceu uma vez em uma cidade que eu estive no ano passado ...
Estávamos lá eu e o ex na casa de um amigo. Estávamos todos felizes e então chega essa pessoa, que eu meio que admirava meio que odiava, algo meio platônico, meio misturado, saka? Mas eu não ia fazer nada, afinal era um convidado, da mesma forma que a pessoa.
Eis que meu pensamento sádico-sarcástico-irônico é jogado para o universo e em troca o universo dá um jeito dos cachorros desse amigo fugirem da cozinha do apartamento e irem em direção à sala. Não é que para minha surpresa essa pessoa tinha meio que um medo patológico de cães e estava praticamente dando um xilique enquanto eu, o ex e um terceiro tentávamos tirar os dois cães de perto da pessoa (que estava encolhida em cima do sofá). Tentávamos, porque por algum motivo os cães insistiam em voltar e ficar exatamente ali, do lado dessa pessoa.
Desde então, nunca mais dei muita moral pro que essa pessoa dizia ou falava, porque a desgraça alheia me proporcionou um momento de diversão tão grande que eu relevei tudo dali em diante.
Sádico eu? Não, imagine! Felicidade suprema define esse episódio!
Estávamos lá eu e o ex na casa de um amigo. Estávamos todos felizes e então chega essa pessoa, que eu meio que admirava meio que odiava, algo meio platônico, meio misturado, saka? Mas eu não ia fazer nada, afinal era um convidado, da mesma forma que a pessoa.
Eis que meu pensamento sádico-sarcástico-irônico é jogado para o universo e em troca o universo dá um jeito dos cachorros desse amigo fugirem da cozinha do apartamento e irem em direção à sala. Não é que para minha surpresa essa pessoa tinha meio que um medo patológico de cães e estava praticamente dando um xilique enquanto eu, o ex e um terceiro tentávamos tirar os dois cães de perto da pessoa (que estava encolhida em cima do sofá). Tentávamos, porque por algum motivo os cães insistiam em voltar e ficar exatamente ali, do lado dessa pessoa.
Desde então, nunca mais dei muita moral pro que essa pessoa dizia ou falava, porque a desgraça alheia me proporcionou um momento de diversão tão grande que eu relevei tudo dali em diante.
Sádico eu? Não, imagine! Felicidade suprema define esse episódio!
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28 de fev. de 2012
Linus Torvalds Epic Win on C++
From: Linus Torvalds <torvalds <at> linux-foundation.org>
Subject: Re: [RFC] Convert builin-mailinfo.c to use The Better String Library.
Newsgroups: gmane.comp.version-control.git
Date: 2007-09-06 17:50:28 GMT (2 years, 14 weeks, 16 hours and 36 minutes ago)
On Wed, 5 Sep 2007, Dmitry Kakurin wrote:
>
> When I first looked at Git source code two things struck me as odd:
> 1. Pure C as opposed to C++. No idea why. Please don't talk about portability,
> it's BS.
*YOU* are full of bullshit.
C++ is a horrible language. It's made more horrible by the fact that a lot
of substandard programmers use it, to the point where it's much much
easier to generate total and utter crap with it. Quite frankly, even if
the choice of C were to do *nothing* but keep the C++ programmers out,
that in itself would be a huge reason to use C.
In other words: the choice of C is the only sane choice. I know Miles
Bader jokingly said "to piss you off", but it's actually true. I've come
to the conclusion that any programmer that would prefer the project to be
in C++ over C is likely a programmer that I really *would* prefer to piss
off, so that he doesn't come and screw up any project I'm involved with.
C++ leads to really really bad design choices. You invariably start using
the "nice" library features of the language like STL and Boost and other
total and utter crap, that may "help" you program, but causes:
- infinite amounts of pain when they don't work (and anybody who tells me
that STL and especially Boost are stable and portable is just so full
of BS that it's not even funny)
- inefficient abstracted programming models where two years down the road
you notice that some abstraction wasn't very efficient, but now all
your code depends on all the nice object models around it, and you
cannot fix it without rewriting your app.
In other words, the only way to do good, efficient, and system-level and
portable C++ ends up to limit yourself to all the things that are
basically available in C. And limiting your project to C means that people
don't screw that up, and also means that you get a lot of programmers that
do actually understand low-level issues and don't screw things up with any
idiotic "object model" crap.
So I'm sorry, but for something like git, where efficiency was a primary
objective, the "advantages" of C++ is just a huge mistake. The fact that
we also piss off people who cannot see that is just a big additional
advantage.
If you want a VCS that is written in C++, go play with Monotone. Really.
They use a "real database". They use "nice object-oriented libraries".
They use "nice C++ abstractions". And quite frankly, as a result of all
these design decisions that sound so appealing to some CS people, the end
result is a horrible and unmaintainable mess.
But I'm sure you'd like it more than git.
Linus
From: Linus Torvalds
Subject: Re: Compiling C++ kernel module + Makefile
Date: Mon, 19 Jan 2004 22:46:23 -0800 (PST)
On Tue, 20 Jan 2004, Robin Rosenberg wrote:
>
> This is the "We've always used COBOL^H^H^H^H" argument.
In fact, in Linux we did try C++ once already, back in 1992.
It sucks. Trust me - writing kernel code in C++ is a BLOODY STUPID IDEA.
The fact is, C++ compilers are not trustworthy. They were even worse in
1992, but some fundamental facts haven't changed:
- the whole C++ exception handling thing is fundamentally broken. It's
_especially_ broken for kernels.
- any compiler or language that likes to hide things like memory
allocations behind your back just isn't a good choice for a kernel.
- you can write object-oriented code (useful for filesystems etc) in C,
_without_ the crap that is C++.
In general, I'd say that anybody who designs his kernel modules for C++ is
either
(a) looking for problems
(b) a C++ bigot that can't see what he is writing is really just C anyway
(c) was given an assignment in CS class to do so.
Feel free to make up (d).
Linus
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