20 de dez. de 2019
Voidless
O rio que corre os eventos de minha vida parece estar acelerando, cada vez mais, perto de chegar no oceano do desaparecimento (ou da próxima vida).
Isso me assusta mas ao mesmo tempo me deixa calmo, pois indica que o fim dessa história chegará mais rápido do que imagino, aquele momento em que a gente descobre se existe algo do outro lado ou não, aquele momento que a gente olha para trás, cumprimenta todos os observadores atentos e sai do palco.
19 de dez. de 2019
Câlins affectueux manquent
Nada mais.
Mas vamos vivendo.
E reclamando.
E fazendo drama da vida.
8 de out. de 2019
Merci de vous arrêter ici
No final das contas, a história que se passou nos últimos meses chegou a um ponto onde eu só fico admirando de longe, sem todos os surtos emocionais e psicológicos que aconteciam ao mesmo tempo.
A pessoa ainda me afeta? Com certeza! Ainda têm coisas que só faço porque, de alguma forma, quero chamar a atenção. Mas pelo menos a fase de achar que eu devia ter essa pessoa passou. Isso é bom pois me conhecendo como eu me conheço, na improvável possibilidade de ter acontecido algo, eu sei que iria me afastar, e isso ia ser pior que a alternativa.
Ninguém além de mim sabe como lido com essas situações, e eu sei que seria assim. É o marasmo e o descaso após ter conseguido o suado prêmio. No fim das contas, tenho agora um bom amigo, que me ouve (e aguenta minhas piadas horríveis).
Mas, o sentimento ainda está lá. Ele só não me toma mais por inteiro, ameaçando inclusive minha sanidade. É só mais um que agora guardo em uma caixinha e que de vez em quando eu visito, como estou fazendo agora escrevendo esse texto.
15 de dez. de 2015
Friendliness
Sabe por que gosto disso? Porque eu gosto de discutir, gosto de botar minhas opiniões e conhecimentos à prova. Isso acrescenta muito à relação de amizade.
Não significa que quem não discute comigo tem menos valor. No entanto, o que não gosto é quando o amigo não está a fim de uma discussão direta (seja ideológica, seja de conhecimento) mas fica de indireta porque não concorda com minhas opiniões. Isso me mostra quem é a pessoa e isso me deprime, principalmente porque a pessoa é amiga e tem o canal aberto pra falar abertamente comigo.
Eu solto indiretas? Eu solto indiretas, sou o especialista das indiretas, principalmente no Twitter. Mas se eu preciso falar eu falo. Se eu não me sinto confortável, eu me afasto. Se eu me sinto ofendido ou percebo que não sou desejado no círculo, eu saio de perto. Eu dou todos os sinais de como eu estou me sentindo em relação às minhas amizades.
No entanto, ultimamente não estou sabendo lidar com algumas personalidades de alguns amigos. Não sei se é minha tolerância que tem diminuído ou se são as atitudes intolerantes deles têm aumentado. Só sei que no final, estou preferindo me afastar. Já passei por isso antes e na época quem eu achava que era meu amigo, no final não era, e não foi fácil superar isso. Por isso, desde então, me prometi que não deixaria isso acontecer comigo novamente.
Isso é uma indireta? Com toda certeza do mundo! Mas diferentemente das indiretas ofensivas, essa é mais uma indireta desabafo. Queria que quem visse esse post e se identificasse, soubesse que é assim que estou me sentindo em relação a alguns de vocês.
P.S.: Post do passado não tão distante.
27 de jun. de 2015
Self choose Prideness
Cada um devia poder decidir o que fazer e o que mostrar, já que é na pluralidade que vivemos, e não em um mundo preto-e-branco. Não é à toa que a bandeira LGBT é multicor. Pensem nisso.
"O dever é uma coisa muito pessoal; decorre da necessidade de se entrar em ação, e não da necessidade de insistir com os outros para que façam qualquer coisa." Madre Teresa de Calcutá
Segundamente, estou vendo todos muito felizes com a decisão dos EUA no que tange a definição, a nível territorial, do casamento igualitário e todas as mídias mostrando e comemorando essa luta.
Eu achei extremamente válida a comemoração, mas lembro de ter visto ninguém comemorando dessa forma quando os Países Baixos aprovaram, em 2001, ou a Bélgica (que se tornou o segundo país a fazê-lo) em 2003. Ou da França, em 2013.
Até o da Irlanda, país onde até pouco tempo a Igreja Católica tinha peso na política, teve um referendo que modificou sua constituição duas vezes, para deixar de considerar homossexualidade como crime e a aprovar o casamento igualitário, e eu não vi tamanha comoção.
Gente, são só os EUA.
O motivo desse TL;DR é pelo fato de que ainda, em nosso país, há uma luta pela frente.
O casamento igualitário no Brasil ainda não é amparado pela Constituição Federal e pelo Código Civil, sendo somente permitidos por meio da Ação Direta de Constitucionalidade nº 4277 e da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 132 do Supremo Tribunal Federal, julgadas em 2011, que estenderam o conceito de unidade familiar, deram direito erga omnes àqueles que queriam se unir civilmente e, posteriormente pela Resolução do CNJ que obrigou os cartórios a celebrar o casamento e a conversão da união estável em casamento civil.
Os que já se casaram sob essa chancela estão protegidos pelo direito adquirido, mas pode a qualquer momento ser revogado pelos mesmos órgãos que se fizeram julgados, impedindo que novas celebrações possam ser feitas.
Então, com o mesmo afinco que comemoramos a decisão da Suprema Corte dos EUA, vamos trabalhar na nossa própria Constituição e mostrar que esse símbolo que todos estão usando seja instrumento para a melhoria do nosso país, que tanto têm sofrido nas mãos daqueles que estão no poder.
E, por último, "This way or the highway" não deveria ser uma filosofia de vida. Só acho.
12 de jun. de 2013
Datingness
28 de jan. de 2013
Prideness
11 de out. de 2012
Caeryn
Como alguns de vocês sabem, eu tenho esse Mundo Interior chamado Entalis, que já existe há alguns anos em mim. E nesse mundo um personagem se destacou aos poucos e foi me motivando a escrever sobre ele, sobre tudo o que ele passava em sua vida pelo mundo.
Esse personagem sou eu. Mas não sou o Eu daqui, da Terra, desse mundo material que todos conhecemos. É o meu Eu como eu imagino que eu fui, que eu sou e que um dia eu serei. E eu tenho um apego muito grande por esse personagem, sabe? Eh como se ele fosse meu filho, minha criação maior e minha real ligação com o meu Mundo Interior.
O vislumbre que eu tive foi que, ouvindo a música Oraanu Pi, da banda E.S. Posthumus, eu soube que ele finalmente deixaria o mundo. Ele morreria.
Eu fui muito pego de surpresa, sabe? Eu não vou negar pra vocês que eu chorei muito quando isso aconteceu. Chorei de soluçar, e alguns amigos meus podem atestar isso pq eu liguei pra eles pra conversar, pra me sentir melhor, pra entender, pra aceitar. E no final eu aceitei isso e então entendi que era decisão dele, e que eu não poderia (e não queria) fazer nada para mudar isso.
Esse personagem, o Caeryn, passou por muita coisa na sua vida. Primeiro foi traído por seu melhor amigo, depois teve de passar vários anos convivendo com a maldição de ter de compartilhar sua mente com a do seu ex-amigo. Também foi usado como arma contra os povos livres de Entalis em sua raiva e quando finalmente se livrou de tudo, descobriu a pior das maldições, a de que ele viveria eternamente e não poderia ser morto por nenhuma força conhecida de Entalis.
No momento do vislumbre, Caeryn tinha por volta de 3 mil anos e estava descrente de tudo, já não mais vivia apesar de não morrer. E quando relembro a escolha dele por finalmente desfazer a maldição e morrer, ele tinha mais vida nos olhos que todos os outros anos que lentamente passaram por eles.
Hoje estou bem com isso, apesar que estou chorando agora ao falar isso para vocês, e acredito que vou chorar muito ainda reconstruindo a história toda que culmina nesse vislumbre do final.
Caeryn, te desejo toda a paz que você nunca teve em todos os seus anos anteriores.
Nai Kuntak Ameike, Caeryn Noriakun!
27 de ago. de 2012
How do I Dev?
Thrash, Hard Rock, Metal, House, Psytrance, Trance, Techno.
Depuração de código (concentração):
Progressivo, Instrumentais, Jazz, Trilhas sonoras de filmes e jogos, Música Erudita.
Estudo (Memorização):
Pop, Rock de prateleira.
17 de ago. de 2012
Bitcoins
Pessoal, estou escrevendo um post sobre Bitcoins para o blog #tocadoelfo e gostaria de saber se vocês poderiam me ajudar a juntar algumas. Existe esse site chamado Free Bitcoins que dá 0.005 BTC para quem tiver uma conta do Google. E é aqui que eu peço a ajuda de vocês.Primeiramente, é necessário entrar no site Free Bitcoins Faucet e clicar em "Get Some Now!". Ao clicar nesse link, o site irá fazer uma verificação de autenticidade com o Google (ao estilo que ocorre com Facebook e Twitter) pedindo autorização pra fazer a verificação. Passado esse passo, será mostrado uma caixa em que será necessário informar o número da carteira para onde enviar esse valor. A carteira é a seguinte:
1Nb2WAk5RfTFYk1ci46M4xfqwRtrLiUWFn
Informando a carteira, ele irá enviar o valor informado acima (0.005 BTC é equivalente à R$ 0,10 hoje). Só é possível fazer um pedido por IP e por endereço de e-mail confirmado, então depois de feito, ele avisará do envio pendente, que poderá ser conferido na página Recent Sends.
Assim, depois que vocês fizerem isso, podem conferir na página do Google Accounts para remover a autorização do site, mas pelo que vi ele não solicita nada mais do que uma confirmação de endereço.
Agradeço à quem me ajudar fazendo essa pequena doação! Não custa nada mais do que 5 minutos do seu tempo livre! Um beijo pra todos!
24 de jul. de 2012
Defeitos e Qualidades
Meus relacionamentos anteriores, cada um deles, serviu entre outras coisas para mostrar para mim um lado meu que eu não gosto de ver. Um por exageração, outro por hiper-exposição e esse último por reflexão posterior. A questão é que eu tenho esses defeitos, e eu não gosto que as pessoas vejam esses defeitos.
Voltando ao fato recente, eu finalmente vi à minha frente uma situação que trouxe à tona um lado meu que igualmente não gosto que as pessoas conheçam: Meu orgulho narcisista.
Falando assim até parece que sou um monstro, mas a questão é que eu sou uma pessoa muito orgulhosa da forma como eu guio as coisas na minha vida: tenho orgulho de ter minhas coisas todas em dia, de não dever nada pra ninguém, de depender minimamente das outras pessoas e principalmente, da lealdade que eu cultivo para com meus amigos mais próximos (e antigamente em relacionamentos, mas como isso não vai acontecer mais, então posso descartar como possibilidade).
Esse fato sozinho não causaria tanto estrago se não fosse acompanhado daquela minha incrível habilidade de ser cabeça dura e de não aceitar as coisas sem uma prévia inspeção por minha parte antes. E quando essas duas coisas se juntam, não dá uma merda muito boa.
Mas, estamos aqui para entender um pouco esse meu lado egoísta, não é mesmo? Então ... Como alguns amigos meus já devem estar cansados de saber, eu sou uma pessoa um pouco generosa com recursos financeiros. Não que eu tenha dinheiro saindo pela torneira de casa, mas que eu gosto da sensação de estar ajudando de alguma forma. Pizzas, almoços, e mais uma miríade de coisas que eu faço quase que o tempo todo para aqueles que são mais próximos. E há o outro lado também: eu me sinto MUITO incomodado quando alguém paga pra mim, a ponto de eu preferir não comer ou sair por eu não poder arcar com as despesas. E isso é num nível épico, não um nível normal do tipo "ah ok, então está bom eu aceito".
Há também um outro quesito que esse eu considero o maior de todos e é também a maior fonte desse orgulho, que é minha lealdade para com as pessoas. Raramente eu serei visto quebrando alguma regra (ok, já fiz e já fui multado por isso) ou sendo desleal com alguém com quem me importo (há um caso, mas ele merece um post só pelas implicações que ele têm nos dois últimos relacionamentos). Eu me orgulho muito dessa minha qualidade "ordeira" apesar de eu querer parecer uma pessoa caótica e despreocupada com a vida e as implicações dos meus atos. No entanto, eu digo: eu não faço nada sem pensar nas implicações que isso têm. Eu sempre vou pesar e avaliar as minhas atitudes, as vezes cedo as vezes tarde demais. Mas sempre irei avaliar e, mais importante, sempre irei me criticar à respeito daquela decisão.
Outro ponto bastante complexo da minha pessoa é que eu demoro muito à decidir sobre um determinado assunto, quanto mais complexo e mais implicações ele possui. Eu demoro sim, eu fico indeciso, eu evito pensar nisso, mas no momento que eu tomo uma decisão e escolho um caminho, aquela decisão se torna final. E decidido, a possibilidade de eu voltar atrás é muito pequena, pois uma coisa que eu aprendi é sempre ter orgulho das minhas decisões. Em meu caso em especial que essas decisões são muito pensadas e muito pesadas, meu orgulho pessoal não me deixa voltar atrás.
Infelizmente no meu último relacionamento meu affair conheceu esse meu lado. Esse processo de decisão é complexo e por envolver meu orgulho do começo até o final, não permito que ninguém me influencie.
Há uma coisa que preciso falar à respeito disso tudo que eu falei, e que na verdade é onde eu queria chegar com esse post. Eu sou uma pessoa extremamente orgulhosa, cabeça-dura e indecisa, como pode ser visto acima. Mas isso é algo com que eu convivo, desde que determinados limites não sejam ultrapassados.
Eu sou uma pessoa que não me importo de maneira nenhuma com piadas e coisas do gênero que busquem me denegrir ou me deprimir. Sabe pq? Pq eu sou uma pessoa extremamente crítica e estou sempre avaliando as pessoas, e quase sempre as pessoas que fazem tais brincadeiras de mau gosto comigo gozam de igual privilégio nas minhas avaliações. Simplesmente considero "lixo" tudo o que dizem, por isso não sou afetado por essas pessoas. Da mesma forma, eu não sou ciumento com praticamente nada porque no fundo eu acredito que se a pessoa está comigo ela não irá procurar nada fora. Mas se procurar também não faz diferença. Eu prezo muito a minha individualidade e isso é convertido na minha habilidade em não me preocupar com o que o outro está fazendo, afinal ele têm o livre-arbítrio dele e eu o meu, e tanto ele quanto eu fazemos o que queremos com o tal.
No entanto, existem coisas que me afetam sim, e me afetam muito. Eu as chamo de minhas "Maldições Imperdoáveis", em referência à mitologia de Harry Potter. E da mesma forma que no livro, são três. Para eu perder o respeito (e a fé, dependendo do nível de proximidade) em uma pessoa, é só fazer isso comigo.
Imperio
A primeira das Maldições Imperdoáveis é tentar influenciar minhas decisões. Não decisões quaisquer, mas me manipular de forma que eu passe a acreditar em algo que não seria natural eu acreditar ou desacreditar. Não é algo difícil de ser feito, realmente eu sou influenciável de acordo com o nível de intimidade da pessoa que está tentando me manipular. Quando eu percebo que isso está acontecendo, o ódio pela pessoa surge instantaneamente.
Crucio
A segunda das Maldições Imperdoáveis é tentar me coagir a fazer algo contra minha vontade. Eu realmente me sinto muito mal quando sou levado a fazer algo que eu não concordo. Você pode ser perguntar "como eu faria algo contra minha vontade?" e eu respondo "quando eu percebo que não há solução, e a melhor forma de evitar conflito é sendo conivente". Não é algo fácil de acontecer comigo. Só pessoas muito
Avada Kedavra
E a terceira das Maldições Imperdoáveis é duvidar da minha lealdade e fé na relação com outras pessoas (tanto de amizade quanto de namoro). Eu não sou uma pessoa muito transparente ao que eu sinto e à forma como eu penso, talvez por isso as pessoas possam se equivocar em seus julgamentos, mas infelizmente não há outro jeito. Quando minha lealdade é posta em prova, eu vou tentar defendê-la em um primeiro momento, nem que eu tenha de ajoelhar e explicar que nariz de porco não é tomada. Depois, vêm a fase da depressão, em que eu me sinto mal por duvidarem da minha pessoa e entro em um processo de "morte" ... Meu orgulho morre por um momento e então ele começa a renascer maior e mais resistente que o anterior. O que realmente deixa de existir à partir daquele momento é aquela fé anterior que eu possuía na pessoa que iniciou o processo. É triste quando isso acontece, mas é minha defesa contra um estado depressivo que poderia se estender por tempo indefinido.
Um efeito colateral é o ódio. O ódio é um subproduto que pode aparecer (exceto no primeiro caso, em que o ódio à pessoa é o principal produto da ação) dependendo da gravidade da ação que foi tomada comigo.
Concluindo, eu não me sinto bem dizendo isso. Esse é um lado meu que eu raramente gosto que as pessoas conheçam. Esse é meu demônio, minha sombra, desnudada para todos verem (e lerem). Por algum motivo (relacionado aos eventos recentes) eu achei de bom tom falar sobre isso. Acho que é porque por estar tão à flor da pele e exigindo tanto pensamento por minha parte, e por meu nível de sinceridade estar aumentando gradativamente, que eu achei por bem falar disso aqui.
Eu só queria reiterar que essas três Maldições Imperdoáveis não são algo para se brincar. Brincar com isso é querer ver todo o meu ódio e agressividade sendo direcionados para um único objetivo: causar o maior estrago possível em quem brincou com coisa séria.
De novo, eu estou falando isso porque eu sinto que preciso ser mais transparente. Preciso colocar esses fantasmas para fora com o intuito de que, de alguma forma, eu possa entendê-los e controlá-los melhor. Eu tenho consciência de que nunca estarei livre disso tudo que falei, pois esses "defeitos e qualidades" estão muito enraizados com a minha forma de lidar com a realidade. No entanto, acredito que aos poucos conseguirei neutralizar alguns algoritmos mais nocivos, como já venho conseguindo fazer nesses últimos três anos.
12 de jul. de 2012
Sobre filmes e emoções
Esse final de semana foi especialmente feliz para mim pois dos amigos vieram me visitar. Levei eles pra conhecer alguns lugares aqui em Palmas e também estivemos na FLIT, na ocasião do lançamento fofo livro desse meu amigo.
Fazia tempo que eu não fazia tantas citações de Senhor dos Anéis, Matrix, Homem Bicentenário e Harry Potter. Confesso que me senti com 18 anos de novo, revendo todos esses filmes, exceto por HP.
Uma coisa que notei nesses dias foi que em todos os momentos desses final de semana, eu relacionava o sentimento que eu sentia a alguma passagem do livro Senhor dos Anéis. A chegada dos meus amigos e da mãe deles à festa de onzenta e um anos do Bilbo; o encontro com a turma do Bruno Fleury à conspiração desmascarada; a apresentação do livro ao Conselho de Elrond e finalmente a partida dos meus amigos à cena onde Frodo e Bilbo deixam a Terra-média para ir em direção às praias brancas de Valinor.
Hoje, prensando sobre isso, me toquei que se eu pensar um pouco, da pra referenciar cada emoção, cada sentimento com uma passagem do grande livro. E nesse momento eu me sinto exatamente como se sentiu Gandalf quando descobriu o manuscrito que falava sobre o Um Anel.
Bem, é isso. Namárië! Ellen sillá lúmmen Omentielvo!
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E não satisfeito em ter inúmeras crises por conta do boy colega de trabalho, aqui estamos escrevendo sobre ele, mais uma vez, não é mesmo? D...
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Uma coisa eu tenho de admitir, boa parte das coisas que eu posto nesse blog acabam envolvendo sexo de alguma forma, né? Não nesse post! Esse...
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Pensando aqui que devo escrever sobre os 5 pilares do crush (a saber, os pilares são: bonito, sexy, inteligente, engraçado, carinhoso e, re...

