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7 de jun. de 2013

Belief is a tool

Belief is a tool. Don't you believe? Read this!

20 de ago. de 2012

typedef union pessoa;

Me perguntaram no twitter por que eu defini pessoa usando union e não struct, como é comum se fazer declaração em C. Bom, a declaração em questão é a seguinte:

typedef union humano {
  int razao;
  int emocao;
  int fe;
} pessoa;

Então, vamos aos detalhes técnicos. Em C, quando você declara algo como struct, você está criando uma estrutura onde todos os elementos lá dentro fazem parte de algo maior que engloba todos os elementos. Ou seja, você pode acessar qualquer membro da estrutura individualmente.

No entanto, quando você declara algo como union, você está criando uma estrutura onde todos os elementos na verdade usam o mesmo espaço de memória, ou seja, você nunca poderá usar mais de um dos elementos declarados ao mesmo tempo, pois ao usar um deles, o elemento usado ocupará toda a memória disponível.

Daí você se pergunta: "Mas o que isso têm a ver com a declaração acima?" É simples, e todas a maioria das pessoas seguem esse roteiro:

Se você usa a razão, a emoção e a são coisas irracionais;
Se você usa a emoção, a razão é fria e a cega;
Se você usa a , a razão é louca e a emoção manipulável.

Assim explico o motivo de usar union e não struct. Beijos e se não gostou, vai carpir um terreno que esse ódio passa.

7 de ago. de 2012

RichSquare


Jorge Paulo Lemann just ousted Eike Batista as the Brazil's Richest Man on #forbes!

Jorge Paulo Lemann just unlocked the "Man of Power" badge on #forbes for become the richest person in the country!

22 de jul. de 2012

Friendliness

Sabe quando você está feliz e de bem com a vida e com todas as coisas da humanidade e parece que nada mais no mundo é capaz de lhe afetar além de um determinado nível? Pois é, é assim que me sentia até ontem.

Eu tenho esse amigo, que não têm muito tempo que conheço. A gente se conheceu pelo twitter e inclusive esse amigo foi causa de uma discussão feia com fantasmas dos natais passados. Passei a fazer parte de um grupo de amigos convidado por esse amigo, que cada vez se tornava mais especial. A gente concordava em algumas coisas, discordava em outras e até ocasionalmente discutia à respeito de temas muito controversos (e em alguns casos, até affairs controversos também).

No entanto, alguma coisa aconteceu nessa virada de noite que esse meu amigo me falou algumas coisas que me deixaram intrigado. O que eu havia feito para deixá-lo assim? Não me recordava de ter feito nada que pudesse causar essa reação. Ah sim, eu não contei direito a história né? Esse meu amigo conheceu um kra que no início ele não curtia muito, mas que depois foi criando uma afeição cada vez maior por ele. Normal, isso acontece o tempo todo entre meus amigos (e por que não comigo)?

Só que essa reação de meu amigo, em relação à eu ter me aproximado do tal kra, me pegou de surpresa. Assim, eu sou safado, sou cachorro, sou sem vergonha, não valho uma nota de dois reais rasgada direito, mas em relação às pessoas com quem cultivo uma relação de amizade mais profunda, rola uma lealdade muito grande.

Já percebi nas relações com os fantasmas dos natais passados que minha lealdade sempre é posta em prova em vários momentos. Queria ser uma pessoa maior e não julgar as pessoas por me julgarem, mas eu não consigo. Eu estou muito surpreso com esse meu amigo, mas eu no final me dei por vencido em prol da nossa amizade. Eu sei que ele é um kra muito legal, um conselheiro incrível e uma pessoa que está sendo muito importante nessa minha fase de recuperação da minha última depressão, só que por motivos que não me vêem a cabeça agora, estamos tomando direções opostas. Ele me pede espaço, e eu vou dar espaço. Ele me pede pra entender ele e eu entendo. Ele me pede pra aceitar que pode ter sido uma decisão injusta e eu aceito, afinal ele sabe melhor do que eu o que se passa na sua cabeça, e no seu coração.

Eu me afasto, mas não me afasto incólume. Estou me sentindo tão mal por isso que amanheci com febre e minha garganta dói. Reações à minha famosa "qualidade" de interiorizar as coisas. Só que dessa vez não quero interiorizar. Não quero fingir que nada aconteceu. Essa vez vai ser diferente pq não quero ficar sofrendo com isso por mais tempo que o necessário. Meu amigo pode ou não estar com a razão e queria que ele soubesse o quanto eu estou sofrendo com isso. Mas eu vou sobreviver, sempre sobrevivo. E quero no final me encontrar com esse amigo em algum momento no futuro e rir disso tudo o que está acontecendo hoje, mas não nesse momento. Me afasto e mais uma vez eu visto a minha armadura de lobo solitário, só que dessa vez sem pretensão de tirá-la tão cedo.

E assim o mundo vai se mostrando cada vez mais para mim. E cada vez mais vou perdendo a fé na humanidade. Ainda tenho fé em mim, pois é a única coisa que eu posso realmente dizer que conheço, que controlo e que posso garantir existência. Para todo o resto eu não posso dizer o mesmo. Então vai me restando a fé, mas mesmo a fé pouco a pouco vai cedendo, e eu vou ficando cada vez mais isolado no mundo. Mas é uma decisão minha, afinal é a forma que eu tenho pra enfrentar a realidade.

E cada vez me resta menos e menos e cada vez mais e mais vai sobrando somente a mim. Parece que cada dia mais aquela visão de criança em que eu me via morando isolado numa casinha ao pé de alguma montanha esquecida se aproxima da minha pessoa. Não é algo que enxergo como ruim, mas como o ápice final do meu desprendimento desse mundo do qual tão pouco comungo e cada vez menos as coisas que me são comuns deixam de ser tão próximas.

27 de jun. de 2012

Thesaurusless

Catilar - ato ou efeito de produzir furto. Afanar.

Mocozar - esconder algo da vista alheia. Mocar.

Só os fortes entenderão...