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27 de jul. de 2015

Κύριε ελέησον

Hoje ouvi uma música que representa muito do que estou sentindo hoje, sobre o sonho que tive de manhã, sobre as coisas que eu acredito e sobre o meu lugar no mundo ...

"E se Deus fosse um de nós?
Apenas um desajeitado como um de nós
Apenas um estranho no ônibus
Tentando ir pra casa" Joan Osborne - One of Us

E apesar de não acreditar muito na figura de um deus, eu acredito que todos estamos em uma caminhada, e alguns estão mais à frente que a gente e outros mas atrás, mas no final todos estão andando para algum lugar melhor que hoje.

As vezes aquele que é Deus, ou Jesus, ou Khrishna ou Oxalá, para os outros, são pessoas como eu, como vocês, que dentre todas as coisas, só busca seu lugar no mundo...

27 de jun. de 2015

Self choose Prideness

Primeiramente, queria dizer que me cansa ver que tudo ultimamente nas redes sociais do momento acaba virando uma guerrinha de opiniões e, por esse motivo, eu mudei minha foto, para representar o preto-no-branco que parece permear as opiniões nesses dias de conflitos, não importando se os temas são importantes ou se são supérfluos.

Cada um devia poder decidir o que fazer e o que mostrar, já que é na pluralidade que vivemos, e não em um mundo preto-e-branco. Não é à toa que a bandeira LGBT é multicor. Pensem nisso.

"O dever é uma coisa muito pessoal; decorre da necessidade de se entrar em ação, e não da necessidade de insistir com os outros para que façam qualquer coisa." Madre Teresa de Calcutá

Segundamente, estou vendo todos muito felizes com a decisão dos EUA no que tange a definição, a nível territorial, do casamento igualitário e todas as mídias mostrando e comemorando essa luta.

Eu achei extremamente válida a comemoração, mas lembro de ter visto ninguém comemorando dessa forma quando os Países Baixos aprovaram, em 2001, ou a Bélgica (que se tornou o segundo país a fazê-lo) em 2003. Ou da França, em 2013.

Até o da Irlanda, país onde até pouco tempo a Igreja Católica tinha peso na política, teve um referendo que modificou sua constituição duas vezes, para deixar de considerar homossexualidade como crime e a aprovar o casamento igualitário, e eu não vi tamanha comoção.

Gente, são só os EUA.

O motivo desse TL;DR é pelo fato de que ainda, em nosso país, há uma luta pela frente.

O casamento igualitário no Brasil ainda não é amparado pela Constituição Federal e pelo Código Civil, sendo somente permitidos por meio da Ação Direta de Constitucionalidade nº 4277 e da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 132 do Supremo Tribunal Federal, julgadas em 2011, que estenderam o conceito de unidade familiar, deram direito erga omnes àqueles que queriam se unir civilmente e, posteriormente pela Resolução do CNJ que obrigou os cartórios a celebrar o casamento e a conversão da união estável em casamento civil.

Os que já se casaram sob essa chancela estão protegidos pelo direito adquirido, mas pode a qualquer momento ser revogado pelos mesmos órgãos que se fizeram julgados, impedindo que novas celebrações possam ser feitas.

Então, com o mesmo afinco que comemoramos a decisão da Suprema Corte dos EUA, vamos trabalhar na nossa própria Constituição e mostrar que esse símbolo que todos estão usando seja instrumento para a melhoria do nosso país, que tanto têm sofrido nas mãos daqueles que estão no poder.

E, por último, "This way or the highway" não deveria ser uma filosofia de vida. Só acho.

30 de set. de 2013

Save yourself

Eu vejo algumas pessoas falando das religiões que elas acreditam e, inicialmente, criticava só pelo fato da pessoa ser de uma determinada religião.

Depois desse fim de semana, cheguei a uma conclusão à respeito desse assunto, de que existem dois tipos de pessoas religiosas nesse mundo, independente do seu credo (ou falta dele).

Primeiramente, existem aquelas pessoas que acreditam e seguem uma religião porque isso acrescenta um ponto de apoio e aprendizado para a pessoa alcançar o crescimento espiritual. Essas pessoas vêem a religião como forma de inspiração ao seu próprio caminho de desprendimento pessoal das ligações terrenas e dos desejos mais baixos.

Em segundo lugar, existem aquelas pessoas que acreditam e seguem uma religião porque isso lhes trás a tranquilidade de que no fim ela irá receber um prêmio por sua assiduidade para com sua fé. Essas pessoas vêem a religião como uma escada que leva ao paraíso tanto desejado pelo seu mais puro íntimo.

As pessoas que seguem o primeiro conceito são aquelas pessoas que reconhecem que toda forma de aprendizado e toda forma de credo é uma experiência válida para o engrandecimento espiritual e ao mesmo tempo sabem que os outros também se encontram no mesmo caminho. A caridade é um fator comum entre essas pessoas.

As pessoa que seguem o segundo conceito são na verdade guiadas pelo próprio medo. Medo de estarem erradas, medo do sofrimento, medo da perda, e vários outros medos e que fazem com que elas se segurem à religião da mesma forma que uma pessoa afogando se segura em um tronco de árvore em um rio caudaloso. As atitudes dogmáticas são um fator comum entre essas pessoas. São essas mesmas pessoas que criticam a escolha das outras, dizendo que elas estão erradas e que, por serem diferentes, vão ser lançadas ao sofrimento eterno pelas escolhas de vida e/ou espirituais que aquelas fizeram.

Eu já conheci evangélicos altamente espiritualizados e ao mesmo tempo já conheci universalistas tão amarrados a seus medos internos que eu pude então entender que, apesar de ter um forte peso, religião não é o fator único na determinação de quem se encaixa com uma das descrições que eu citei.

O importante é que não importa o caminho, todos eles levam ao mesmo lugar e em vez de criticarmos nossos amigos que se encontram em jornadas parecidas, nós devemos os ajudar em suas jornadas. E só podemos fazer isso ajudando a nós mesmos.

Estamos todos no mesmo rio, cada um com seu tronco, sua bóia ou seu barco. Não seria ótimo se todos se juntassem para acelerar a descida, já que todos vão chegar no mesmo lugar na foz?

12 de jun. de 2013

Feliz dia dos #morrr

7 de janeiro de 2013.

Essa data é uma data que nunca mais vou esquecer. Sério! Foi o dia da virada da maré na minha vida. Foi o dia em que nada mais no mundo existia além da felicidade de duas pessoas se divertindo. Foi o dia que comecei a namorar. E também é, coincidentemente, o dia que meu marido faz aniversário.

Hoje fazem exatamente 5 meses e 6 dias (ou 157 dias, ou quase 22 semanas) dessa data e estamos aqui, no Dia dos Namorados (ft. Brasil) e eu feliz por esse acontecimento em nossas vidas.

Hoje também fazem 1 mês e 10 dias que estamos morando juntos. Não posso nem começar a definir o quanto estou feliz que a gente está morando junto. Nunca me senti tão feliz e realizado em toda minha vida. Fazer as coisas juntos é uma experiência incrível!

Não sei o que dizer mais nesse dia dos namorados exceto que estou tão feliz que o mundo finalmente voltou a fazer sentido para mim! Meu marido é antes de tudo meu melhor amigo e isso por si só já significa muita coisa!

Feliz dia dos namorados pra vocês!

4 de mai. de 2013

Happy new life

Primeiro dia com meu amor e eu já estou me sentindo no paraíso. Arrumamos a casa (ou pelo menos boa parte dela) e saímos pra comer com Charlee e Ferr e coisas que vocês não precisam saber.

Não tem como ser melhor =D

2 de mai. de 2013

Kronos Gift

Existe aquele momento durante sua vida que você se pergunta se está tomando o caminho certo para a felicidade, sabe?

Hoje me sinto feliz, de uma forma tão
inebriante, que nem sei explicar com palavras a onda de sensações que me inunda.

O que sei é que agora o novo ciclo de Saturno está realmente começando para mim e grandes obstáculos foram perpassados pelo meu amor. Mas, agora é que começa a vida nova a dois e nesse momento eu só me lembro do sábio conselho de um querido e importante amigo, que disse que "não existem contos de fadas perfeitos, a felicidade dos dois é um eterno trabalho de lapidação e aprendizado".

Só posso dizer que estou muito feliz. Muito mesmo.

1 de out. de 2012

Sobre Mundos Interiores

Um amigo escreveu isso, e me identiquei demais!

A gente cria um mundo e começa a escrever sobre ele...
de repente ...
é ele que começa a nos contar as historias... nós só passamos ele pro papel.

Eu me sinto assim com Entalis, meu mundo. Ele existe.

Eu sou o Deus do meu mundo, mas eu não quero de forma alguma interferir em nada.

Por isso que acredito que existe essa força superior e oculta em nosso mundo. Pq eu acho que ela, assim como eu, sente o mesmo conosco.

30 de jul. de 2012

Two dogs and one freak out

Eu me lembro desse episódio que aconteceu uma vez em uma cidade que eu estive no ano passado ...

Estávamos lá eu e o ex na casa de um amigo. Estávamos todos felizes e então chega essa pessoa, que eu meio que admirava meio que odiava, algo meio platônico, meio misturado, saka? Mas eu não ia fazer nada, afinal era um convidado, da mesma forma que a pessoa.

Eis que meu pensamento sádico-sarcástico-irônico é jogado para o universo e em troca o universo dá um jeito dos cachorros desse amigo fugirem da cozinha do apartamento e irem em direção à sala. Não é que para minha surpresa essa pessoa tinha meio que um medo patológico de cães e estava praticamente dando um xilique enquanto eu, o ex e um terceiro tentávamos tirar os dois cães de perto da pessoa (que estava encolhida em cima do sofá). Tentávamos, porque por algum motivo os cães insistiam em voltar e ficar exatamente ali, do lado dessa pessoa.

Desde então, nunca mais dei muita moral pro que essa pessoa dizia ou falava, porque a desgraça alheia me proporcionou um momento de diversão tão grande que eu relevei tudo dali em diante.

Sádico eu? Não, imagine! Felicidade suprema define esse episódio!

27 de abr. de 2012

Velhice

Essa noite tive um sonho interessante. Eu sonhava que estava velho e que uma moça bem simpática estava me dando sopa na boca, pois eu não tinha dentes e mal tinha forças pra conseguir segurar o garfo nas mãos. Ela me dizia que gostava de ouvir as histórias que eu tinha pra contar, reais ou imaginárias. Eu não me sentia sozinho, apesar de no sonho eu não ter nenhum familiar próximo há mais de uns 20 anos. Pelas minhas mãos, rosto e pela declaração anterior, eu devia ter algo em torno dos 90 anos.

Eu me sentia bem no sonho. Realizado, como se feliz por relembrar tudo aquilo que eu tinha passado todos os anos anteriores. Eu contava histórias para essa moça que cuidava de mim. Eu acho que eu estava em algum asilo ou algo do tipo. Era estranho, mas eu naquele momento específico não sentia o peso da idade nos meus processos cognitivos. Eu senti esse sonho mais como uma conexão com algum ponto futuro, como se de repente minha mente voasse anos à frente e se encontrasse, por um curto espaço de tempo, naquele corpo idoso.

É engraçado que nem sempre eu pensei muito na minha velhice. No máximo eu me imaginava com uns 60 anos contando historinhas pra crianças sobre coisas que não aconteceram comigo, uma forma de me sentir importante e dar uma imagem heróica. Nunca tinha parado pra sentir a sensação de velhice no corpo, como esse sonho proporcionou. Mas é engraçado, eu estava diferente. Meu pensamento era outro. E eu sabia qual era o motivo.

Eu estava morrendo no sonho. Aqueles eram meus últimos momentos de lucidez, aquele momento onde você têm um último contato com o mundo real da maneira como você o enxergava, antes daquele mergulho em direção ao desconhecido.

Eu só me lembro que nesse momento, eu disse à moça que cuidava de mim "Obrigado por tudo" antes de acordar do sonho enquanto eu desfalecia. Eu sabia que aquela frase não era só para ela, era para o mundo. Eu sei disso pois essa é uma das coisas que eu mais acredito.

Eu me lembro de quando minha tia-avó faleceu. Não me recordo de quem falou com ela, mas suas últimas palavras foram "Eu não quero morrer". Aquele momento, aquela fala, me acordaram bem cedo para o fato de que não somos eternos, que não duramos para sempre. E foi a primeira vez também que eu parei para me enxergar e pensar "Como vai ser na minha vez"?

Viver aqui é uma experiência incrível, e não importa o momento da partida, eu sempre vou estar feliz por ter tido tantas experiências. Quando eu digo a frase "Qualquer coisa depois dos 40 anos é lucro pra mim" não estou querendo dizer que eu não quero viver além dessa idade. É uma forma irônica de dizer que minha maior felicidade é fazer tudo isso que eu faço e que, independente do momento que ocorra essa transição, eu sempre estarei feliz e dignificado por ter tido esse tempo junto com todos vocês.

E então, eu saio pela esquerda e vou pra coxia, esperar todos voltarem (como no final de Titanic) ou não. Se o outro lado existe ou não, eu não me importo, pois se você viver essa vida de forma a sempre se orgulhar dela, o vazio pode ser uma coisa suportável. Ou se sentir bem na outra vida por saber que você viveu de verdade por aqui! Daí, cada um tira a sua interpretação.

12 de abr. de 2012

New Directions

Passa uma temporada com final conturbado, começa outra com início massante e que enrola os episódios com muita apatia do protagonista, até que finalmente um novo personagem entra em cena e, magicamente, nosso protagonista sai dessa urucubaca instalada desde o Season Finalle anterior.

É assim que estou me sentindo esses dias. A apatia anterior foi embora com um lapso de libido enorme (que vocês acompanharam no post anterior) e com o surgimento dessa nova pessoa. Eu vou dizer que ele é diferente de qualquer relacionamento anterior, e só por isso eu sei que vai dar certo.

Como eu tenho certeza? Não tenho. Mas, as coisas estão indo tão bem com essa pessoa que não quero ficar pensando em hipóteses. Acho que é esse o problema anterior. Hipóteses demais e relacionamento de menos. Mas fazer o que, eu acho que devo ser a pessoa mais mentalmente mimimizenta que existe nesse universo conhecido (ou não) e não sei o que vai acontecer.

A propósito, hoje é aniversário dele. Estou feliz pq ele está feliz e se divertindo. Não, não estou com ciúmes. Já disse que não sinto ciúmes e, sinceramente, não acredito que isso seja de alguma forma construtivo. Mas, claro, estou sentindo uma pontinha de inveja por ele hehe.

Então, novos tempos estão aí. Finalmente a nova temporada engatou e agora acredito que a audiência vá melhorar. Espero que até o meu aniversário as coisas estejam bem animadas!

É isso!

11 de abr. de 2012

Till the World Ends, only NOT

Meu dia foi especial. Só me lembro hoje cedo de falar com o @leitecruz no skype todo feliz, e ele me perguntando por que eu estava feliz e eu respondendo "naomsei, estou felisssssss". Não imaginava que esse fosse se tornar um dos melhores dias do ano até agora!

Primeiramente, conheci esse kra, interessantíssimo, papo bem legal, bem bonito e talz. Estava pensando de chamá-lo para sair quando minha amiga @lylavieira (Lyla) me chamou (devo colocar de outra forma: convocou imperativamente) para sair. Ok, eu fui.

Buscamos a @pseudocoisa (Mel) no Sebrae e lá vamos nós pra Adega da 21. Juro que nunca tinha sequer imaginado que aquele lugar era ali.

Então entramos. Primeiro momento awkward da noite: uma mulher a cara da Martha. Ok, olhei de novo e ... ufa. A mel e a lyla não viram. Então nos sentamos e eu, a lyla e a mel pedimos um Dry Martini, um Blood Mary e uma Margarita, respectivamente, mais um delicioso petisco de linguiça de cordeiro com molho agridoce (que jogamos pimenta chipotle pra ficar gostosinho)

Enquanto esperávamos, eu reconheci o barman. Eu me lembrava de ter ficado com ele já há bastante tempo, whatever. Conversamos horrores, e então na hora de pagar, o barman estava no caixa e disse "E aih, gostou do dry martini?". Sim, deu vontade de falar "Sim, vem cá seu lindo!". E ele não falou nada pra mel nem pra lyla, o que reforçou meu feeling. Detalhe que eu já estava alto, COM UM DRINK!

Na saída, ainda tomei uma olhada indiscreta de alguém que estava entrando.

Depois disso, passamos em vários lugares, que estavam vazios e, indignados, fomos para a Confraria da Carne. Chegando lá, eu e lyla fizemos nossos pedidos carnívoros e o pedido comunitário de queijo provolone. A Mel, depois de insistência nossa pediu, tipo, todos os corações de frango do universo para nós três comermos.

E então, começa a melhor cena da noite. Dois rapazes lindos (e de barba) chegam na confraria e nós três olhamos. Não deixamos de comentar sobre quem eu e a mel pegaríamos dos dois, porque um era mais magro e o outro mais gordinho. Daí, eles se sentaram longe da gente, mas eu pelo menos estava toda hora dando uma "conferida", até que a mel disse (ou a lyla sugeriu, não sei) pra lyla ir lá e dizer pra eles que ela estava interessada. Eu, depois de relutar (e ganhar um drink à minha escolha da mel) aceitei entrar na brincadeira, e a lyla foi lá pra dizer que eu e a mel estávamos interessados. Falou alguma coisa com eles e eu fiquei de cá fazendo a super análise de expressões corporais dos três, e então ela voltou com um sorriso, e disse que tinha falado que na hora ficou com vergonha e não falou que estávamos interessados, mas que eles estavam convidados à passar na nossa mesa depois.

O mais absurdo de tudo foi que um deles passou lá depois. Assim, ele conversava com uns olhos penetrantes como poucos que eu já vi. Eu notei que especialmente pra mim ele deu duas olhadas que me deixaram nu ali na mesa. Claro que não consegui reagir, é meu procedimento padrão: situação inesperada = unreacted. Então, isso aconteceu enquanto nós conversávamos, e então ele disse que era agrônomo mas não praticava, e trabalhava na empresa X. A Mel disse que tinha ligado lá e ele disse "Maiara, da empresaY?" e ela respondeu com uma pergunta: "Lucas, da empresa X? Você não me mandou o e-mail com a proposta ainda ohh". E a situação mais awkward foi nós três lá conversando. Ele falando com a mel e uma vez ou outra dando umas olhadas pra mim, como que dizendo "e aih, vc não vai falar nada?" e conversando sobre essa coincidência incrível! Eu estava no modo pinguim de Madagascar: "Sorria e acene. Sorria e acene"!

Na hora de sair, ainda demos um tchauzinho pra eles e eu fiquei falando pra mel que "se ele sequer citar sobre mim, era pra vc passar o meu telefone pra ele". E enquanto estávamos à caminho de casa, eu pedi a bag de cds da lyla e coloquei o CD Femme Fatale, da Britney Spears, pra tocar. Claro, que a música "'Till The World Ends" era exatamente o que eu queria naquela hora:

I can't take it, take it, take no more
Never felt like, felt like this before
Come on, get me, get me on the floor
DJ, what you, what you waiting for?

E no caminho de volta para casa, a gente decidiu passar no Mercatto. Lá, a gente discutiu sobre essa noite fantástica e chamamos a mãe da mel pra vir também. Aconteceram outras coisas, mas nada tão impactante quanto o que havia acontecido anteriormente. Exceto pela Steinhäger que eu bebi para finalizar a noite.

Então, com isso, nós três combinamos de cada um escrever um post sobre essa coisa maluca! A lyla no balbuciar, a mel no pseudocoisa e eu aqui. Mas, não contávamos que meu final de noite seria tão bom. Chegando em ksa, eu dei reinício às minhas conversações interrompidas quando a lyla me chamou pra sair e talz. Foi bem legal, gostei do kra e então ... então vcs não precisam saber dessa parte pq já contei muito sobre o dia de hoje. Só precisam saber que eu não consegui fazer o post a tempo de postar antes de dormir hehehee.

Essa noite foi a mais EPIC! Quero fazer de novo até o fim dos tempos!

31 de jan. de 2012

Os gatos e a nova casinha deles

Olha, eu vou lhe dizer, não foi minha intenção! Nunca quis que acontecesse isso com eles! Mas eu preciso falar!

Tudo aconteceu quando eu resolvi fazer um agrado pros gatinhos! Eu fui, dei uma pesquisada na internet e descobri as coisas que eles mais gostam nesse mundo.

Então, eu peguei duas caixas de monitor LCD ainda com os isopores dentro, prendi alguns plásticos e deixei algumas sacolas rasgadas de supermercado dentro, furei umas portinhas nas áreas onde não tinham isopor e coloquei na sala.

Me arrependo disso. Nunca mais vi meus gatos. Eles ficam tão entretidos com as caixas que não comem, não vão mais pra caixa de areia, não deitam comigo no colchão, não miam fazendo mimimi. Eu acho que os perdi para sempre para aquela caixa de papelão com isopor que um dia eu quis fazer, para que eles se divertissem um pouco quando eu estivesse trabalhando.

Um dia tenho esperança de que eu vá vê-los do lado de fora da caixa. Algum dia!

21 de set. de 2011