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28 de fev. de 2014
4 de out. de 2013
#tocadoelfo
- Quer dizer então que você pretende continuar com seu plano?
- Pretendo. Tomei a decisão há alguns meses, e não mudei de idéia. Sinto que preciso de umas férias, bem longas, como já disse antes. Provavelmente férias permanentes: não tenho expectativas de voltar. Na verdade, não quero voltar, e já fiz todos os preparativos. Estou velho, Gandalf. Não parece, mas estou começando a sentir isso no fundo de meu coração. Bem conservado, ora bolas! - bufou ele. - Estou me sentindo todo fino, como se estivesse esticado, se você sabe do que estou falando: como manteiga que foi espalhada num pedaço muito grande de pão. Isso não pode estar certo. Preciso de uma mudança, ou coisa assim.
14 de jun. de 2013
Foretimeness
Passado. Lembranças. Saudades. Vontade de ser o que já se foi um dia. No entanto, é no presente que vivemos. É na construção do hoje que podemos alcançar e superar a nós mesmos em nossas próprias vitórias passadas.
"Quando estiver com tudo
Lã, cetim, veludo
Espada e escudo
Sua consciência
Adormecerá!
E acordará no mesmo lugar
Do ar até o arterial
No mesmo lar, no mesmo quintal
Da alma ao corpo material"
Quando olho para o passado e vejo a quantidade de vitórias (e também derrotas) que tive, penso no hoje e me pergunto porque não sou daquele jeito mais. Aquele foi eu, não sou eu, portanto aquelas vitórias não são vitórias do meu eu de hoje, não são derrotas do meu eu de hoje. Cada uma delas serviu para um crescimento espiritual e moral específico, mas a dificuldade de me desgarrar delas ainda é grande.
As vezes eu queria ser só eu mesmo, sem me preocupar com as visões do passado, mas isso é realmente uma coisa que eu nunca consegui deixar para trás.
Para poder ser Eu, preciso deixar de ser Eu.
Om mani padme hum.
"Quando estiver com tudo
Lã, cetim, veludo
Espada e escudo
Sua consciência
Adormecerá!
E acordará no mesmo lugar
Do ar até o arterial
No mesmo lar, no mesmo quintal
Da alma ao corpo material"
Quando olho para o passado e vejo a quantidade de vitórias (e também derrotas) que tive, penso no hoje e me pergunto porque não sou daquele jeito mais. Aquele foi eu, não sou eu, portanto aquelas vitórias não são vitórias do meu eu de hoje, não são derrotas do meu eu de hoje. Cada uma delas serviu para um crescimento espiritual e moral específico, mas a dificuldade de me desgarrar delas ainda é grande.
As vezes eu queria ser só eu mesmo, sem me preocupar com as visões do passado, mas isso é realmente uma coisa que eu nunca consegui deixar para trás.
Para poder ser Eu, preciso deixar de ser Eu.
Om mani padme hum.
13 de fev. de 2013
Touch of Skin
Sabe aquele momento que você está assistindo um episódio de uma série que você gosta e vê uma cena de um beijo romântico e totalmente inesperado e sente seu corpo se arrepiar, por você mesmo ter vivido algo assim?
O toque da sua pele sob minhas mãos, seus lábios fortes e seus olhos profundos (e não são cinzas e quentes, pfvr), me fazem toda noite fechar meus próprios olhos e relembrar cada momento do curto tempo que tivemos até agora.
O que me faz sentir tão bem e tão especial com isso não é beleza, não é inteligência, não é conhecimento. É carinho. É saber que alguém está me correspondendo. Está disposto a receber meu carinho e da mesma forma, eu disposto a recebê-lo.
É tudo muito bonito, mas é fato. Não é por causa do mundo que eu deixo de pensar nessas coisas. O mundo continua existindo, continua nos maltratando, nos impondo dificuldades atrás de dificuldades, mas ainda sim é possível ver em cada um desses obstáculos o caminho que é preciso percorrer para alcançar a plenitude.
E no final disso tudo, eu não estarei somente fechando meus olhos e imaginando o toque suave de seu corpo ou aquele beijo quente e ao mesmo tempo despertador de sensações, que eu já não acreditava mais possíveis de serem despertadas. No final disso tudo, estarei fechando os olhos porque estarei simplesmente sentindo sua barba em meu rosto e seus cabelos sob minhas mãos, suas pernas entre as minhas e seu corpo deitado placidamente em cima do meu.
O toque da sua pele sob minhas mãos, seus lábios fortes e seus olhos profundos (e não são cinzas e quentes, pfvr), me fazem toda noite fechar meus próprios olhos e relembrar cada momento do curto tempo que tivemos até agora.
O que me faz sentir tão bem e tão especial com isso não é beleza, não é inteligência, não é conhecimento. É carinho. É saber que alguém está me correspondendo. Está disposto a receber meu carinho e da mesma forma, eu disposto a recebê-lo.
É tudo muito bonito, mas é fato. Não é por causa do mundo que eu deixo de pensar nessas coisas. O mundo continua existindo, continua nos maltratando, nos impondo dificuldades atrás de dificuldades, mas ainda sim é possível ver em cada um desses obstáculos o caminho que é preciso percorrer para alcançar a plenitude.
E no final disso tudo, eu não estarei somente fechando meus olhos e imaginando o toque suave de seu corpo ou aquele beijo quente e ao mesmo tempo despertador de sensações, que eu já não acreditava mais possíveis de serem despertadas. No final disso tudo, estarei fechando os olhos porque estarei simplesmente sentindo sua barba em meu rosto e seus cabelos sob minhas mãos, suas pernas entre as minhas e seu corpo deitado placidamente em cima do meu.
29 de dez. de 2012
State of Dream
Durante toda a minha adolescência eu tive esse sonho com lobos e pessoas que eu nunca entendi muito bem o que é. O sonho era, antes de mais nada, um pesadelo àquela época. Hoje, que não tenho mais esse sonho, eu fico pensando em todos os seus significados em minha vida. Mas vamos lá.
Existia esse lugar, perdido no tempo... Era uma montanha, coberta de pinheiros e carvalhos nas regiões mais baixas. Próximo haviam algumas pessoas vivendo do pastoreio de um gado estranho, de pelagem escura e grandes cabeças. E haviam lobos.
Desde o começo, eu estou sempre com a manada de lobos. Eu viajo frequentemente montanha abaixo, e me encontro próximo das áreas de pastagem dos animais dos humanos. Eu sou muito curioso com tudo o que acontece ali naquela vila. Por algum motivo, eu não entendo o que as pessoas dizem ou o significado de nada o que elas fazem por lá. E isso me atrai. Eu sempre estou mais próximo do que o limite seguro e os humanos, se me vissem ali, com certeza me caçariam, como já fizeram por diversas vezes.
Eu passo muito tempo próximo dessa vila. Vejo que inicialmente as pessoas ficam hostis com minha presença, mas eventualmente se acostumam comigo. Os lobos da matilha nunca enxergam isso com bons olhos. Eu estou sempre em conflito com os lobos mais velhos e por vezes me é negada a caça que todos caçamos juntos.
Isso dura muito tempo. Cada vez mais minha curiosidade pelos humanos e o desprezo da matilha por minha pessoa aumenta.
Um dia, eu consigo entrar na vila sem causar terror nas pessoas. As crianças e as mulheres não gostam da minha presença. Os homens mais novos me olham com um olhar agressivo, ao passo que um homem me olha com olhos diferentes de todos. Ele parece me entender, seus olhos parecem dizer alguma coisa. Ele fala algo para as pessoas e algumas delas vêem me ver. Obviamente eu não entendo o que dizem, mas eu fico um pouco lá, meio assustado com aquele fogo no meio da vila. Como eles faziam aquilo eu não podia entender.
Eu passo a frequentar mais a vila, e obviamente isso não agrada em nada a matilha. Com o tempo as coisas passam a ficar tão tensas por lá que eu passo a exercer cada vez menos atividades dentro do bando. Fico muito mais tempo na vila que na floresta. Algumas pessoas já consideravam chegar mais próximo de mim.
Um dia, eu estava participando de uma atividade de caça com a matilha. Eu tinha ficado responsável por vigiar para ver se humanos apareceriam pois só eu era reconhecido pelos da vila. Os outros lobos da matilha eram hostis e os humanos assim eram também com eles. Nesse dia, eu fiquei perto da vila e olhando para aquele fogo brilhando. Eu não vi quando um bando de humanos saiu em direção à floresta, bem na direção onde os lobos caçavam. Quando eu percebi por um uivado de morte, já era tarde demais. Os humanos estavam à caminho da matilha. O outro lobo era, assim como eu, um batedor e havia sido pego desprevenido.
Meu desespero foi às alturas e eu me voltei para a floresta correndo o máximo que podia. Logo alcancei o lobo que havia dado seu último uivo. Ele havia sido morto com uma ferpa de madeira com uma ponta brilhante. Eu continuei correndo mas sentia como se nunca fosse chegar lá. Eu passei por homens e lobos e fui até o lugar onde a matilha ficava. Lá encontrei o lobo-alfa e tentei lhe falar algo que não sei o que foi, mas sei que ele olhou para mim como se não me conhecesse, e me atacou. Eu só me lembro de ter caído no chão, como se estivesse em pé.
Fiquei desacordado por um tempo indefinido mas, quando acordei, eu estava em um lugar fechado. O mesmo senhor dos olhos significativos estava olhando para mim novamente, sentado do meu lado. Eu estava dentro de uma das suas moradas. Então, ele me diz para eu me acalmar. Eu entendo finalmente suas palavras. Então, ele me diz que eu fui encontrado no meio da mata, perto de vários lobos que haviam sido mortos. Eu estava desacordado e sem nenhuma vestimenta.
Ainda fiquei vários dias deitado, mas sentia que algo era diferente. Foi então que uma hora eu percebi que meu corpo estava diferente. Não havia mais patas, minha pele não tinha pêlos. Foi aí que eu percebi que havia me tornado um deles. Qual mágica era aquela eu não sabia dizer. Eu fiquei muito assustado e não sabia o que fazer.
E assim, acabava meu sonho. Por algum motivo, eu me identifico demais com essa pessoa do conto. Eu sinto o que ela passou e não consigo passar aqui para o blog todas as sensações que eu senti enquanto vivia sua vida. Esse post é só um resumo da história desse sonho. Ele frequentemente voltava à minha mente em noites que eu tinha dificuldade para dormir. Eu tive esse sonho dos meus 14 até meus 20 anos mais ou menos, que foi quando a história finalmente terminou. Não, o sonho nunca foi assim completo em todo o período. Demorou muito tempo pra eu conseguir viver o sonho por completo, e como vocês podem ver, eu não consegui viver além desse ponto que eu acordo.
Agora eu me pergunto. Esse sonho, será que é só um sonho mesmo?
Existia esse lugar, perdido no tempo... Era uma montanha, coberta de pinheiros e carvalhos nas regiões mais baixas. Próximo haviam algumas pessoas vivendo do pastoreio de um gado estranho, de pelagem escura e grandes cabeças. E haviam lobos.
Desde o começo, eu estou sempre com a manada de lobos. Eu viajo frequentemente montanha abaixo, e me encontro próximo das áreas de pastagem dos animais dos humanos. Eu sou muito curioso com tudo o que acontece ali naquela vila. Por algum motivo, eu não entendo o que as pessoas dizem ou o significado de nada o que elas fazem por lá. E isso me atrai. Eu sempre estou mais próximo do que o limite seguro e os humanos, se me vissem ali, com certeza me caçariam, como já fizeram por diversas vezes.
Eu passo muito tempo próximo dessa vila. Vejo que inicialmente as pessoas ficam hostis com minha presença, mas eventualmente se acostumam comigo. Os lobos da matilha nunca enxergam isso com bons olhos. Eu estou sempre em conflito com os lobos mais velhos e por vezes me é negada a caça que todos caçamos juntos.
Isso dura muito tempo. Cada vez mais minha curiosidade pelos humanos e o desprezo da matilha por minha pessoa aumenta.
Um dia, eu consigo entrar na vila sem causar terror nas pessoas. As crianças e as mulheres não gostam da minha presença. Os homens mais novos me olham com um olhar agressivo, ao passo que um homem me olha com olhos diferentes de todos. Ele parece me entender, seus olhos parecem dizer alguma coisa. Ele fala algo para as pessoas e algumas delas vêem me ver. Obviamente eu não entendo o que dizem, mas eu fico um pouco lá, meio assustado com aquele fogo no meio da vila. Como eles faziam aquilo eu não podia entender.
Eu passo a frequentar mais a vila, e obviamente isso não agrada em nada a matilha. Com o tempo as coisas passam a ficar tão tensas por lá que eu passo a exercer cada vez menos atividades dentro do bando. Fico muito mais tempo na vila que na floresta. Algumas pessoas já consideravam chegar mais próximo de mim.
Um dia, eu estava participando de uma atividade de caça com a matilha. Eu tinha ficado responsável por vigiar para ver se humanos apareceriam pois só eu era reconhecido pelos da vila. Os outros lobos da matilha eram hostis e os humanos assim eram também com eles. Nesse dia, eu fiquei perto da vila e olhando para aquele fogo brilhando. Eu não vi quando um bando de humanos saiu em direção à floresta, bem na direção onde os lobos caçavam. Quando eu percebi por um uivado de morte, já era tarde demais. Os humanos estavam à caminho da matilha. O outro lobo era, assim como eu, um batedor e havia sido pego desprevenido.
Meu desespero foi às alturas e eu me voltei para a floresta correndo o máximo que podia. Logo alcancei o lobo que havia dado seu último uivo. Ele havia sido morto com uma ferpa de madeira com uma ponta brilhante. Eu continuei correndo mas sentia como se nunca fosse chegar lá. Eu passei por homens e lobos e fui até o lugar onde a matilha ficava. Lá encontrei o lobo-alfa e tentei lhe falar algo que não sei o que foi, mas sei que ele olhou para mim como se não me conhecesse, e me atacou. Eu só me lembro de ter caído no chão, como se estivesse em pé.
Fiquei desacordado por um tempo indefinido mas, quando acordei, eu estava em um lugar fechado. O mesmo senhor dos olhos significativos estava olhando para mim novamente, sentado do meu lado. Eu estava dentro de uma das suas moradas. Então, ele me diz para eu me acalmar. Eu entendo finalmente suas palavras. Então, ele me diz que eu fui encontrado no meio da mata, perto de vários lobos que haviam sido mortos. Eu estava desacordado e sem nenhuma vestimenta.
Ainda fiquei vários dias deitado, mas sentia que algo era diferente. Foi então que uma hora eu percebi que meu corpo estava diferente. Não havia mais patas, minha pele não tinha pêlos. Foi aí que eu percebi que havia me tornado um deles. Qual mágica era aquela eu não sabia dizer. Eu fiquei muito assustado e não sabia o que fazer.
E assim, acabava meu sonho. Por algum motivo, eu me identifico demais com essa pessoa do conto. Eu sinto o que ela passou e não consigo passar aqui para o blog todas as sensações que eu senti enquanto vivia sua vida. Esse post é só um resumo da história desse sonho. Ele frequentemente voltava à minha mente em noites que eu tinha dificuldade para dormir. Eu tive esse sonho dos meus 14 até meus 20 anos mais ou menos, que foi quando a história finalmente terminou. Não, o sonho nunca foi assim completo em todo o período. Demorou muito tempo pra eu conseguir viver o sonho por completo, e como vocês podem ver, eu não consegui viver além desse ponto que eu acordo.
Agora eu me pergunto. Esse sonho, será que é só um sonho mesmo?
6 de dez. de 2012
Deus Ex
Não importa se chamamos isso de Deus ou de Deuses, ou inspiração sublime, ou força divina, algo que não sabemos nem podemos entender, isso não importa em nada.
Está aqui. Simplesmente existe.
E nossos destinos estão entrelaçados nesta força.
Se isso fosse verdade, e isso é um grande "se"... como saber se esta força quer o melhor para nós? Como saber se Deus está do seu lado?
Eu não sei. Ninguém sabe, pois Deus não está no lado de ninguém.
Deus é uma força da natureza... muito além do bem e do mal.
Nós criamos o bem e o mal.
Está aqui. Simplesmente existe.
E nossos destinos estão entrelaçados nesta força.
Se isso fosse verdade, e isso é um grande "se"... como saber se esta força quer o melhor para nós? Como saber se Deus está do seu lado?
Eu não sei. Ninguém sabe, pois Deus não está no lado de ninguém.
Deus é uma força da natureza... muito além do bem e do mal.
Nós criamos o bem e o mal.
9 de out. de 2012
16 de jul. de 2012
A thousand deaths and no remembrance
... duas forças combatendo nos campos do norte. Uma pela dominação dos povos livres de Entalis. Outro pela libertação. O combate está equilibrado, até que o homem-dragão aparece. Com suas mãos de fogo e gelo ele rapidamente vira o combate para seu lado.
No entanto, nesse exato momento uma outra força chega para aumentar ainda mais o combate, e com eles encontra-se o Flagelo do Norte.
Ele olha para o campo de batalha, identifica seu alvo e parte em direção à luta. Aqueles que se encontravam com ele o seguem em direção à primeira batalha dos povos livres de Entalis.
Logo que o guerreiro adentra no campo de batalha, vários inimigos tentam atacá-lo, mas sem sucesso. O humano corre muito rápido e ataca com uma rapidez incrível aqueles que estão entre o draconiano. E com um ataque que parece um flash de luz, o guerreiro ataca o draconiano.
Como se esperasse o ataque, o draconiano repele o guerreiro com um único movimento de corpo e diz "Eu esperava mais de alguém com o ódio que você possui. Não aprendeu nada, 'discípulo'"?
Os dois então engajam em um combate corpo-à-corpo. Praticamente todos os lutadores do campo de batalha pararam para observar aquele combate, pois nunca tinham visto ninguém lutar com tamanha velocidade e poder.
O guerreiro desferia golpes com uma força e velocidade muito grandes, o ódio saltava seus olhos, mas o draconiano simplesmente se defendia ou se esquivava, como se não se incomodasse com a presença de tal ameaça à sua frente.
"Você ainda não domina seu ódio, deixa ele o dominar, e essa será sua ruína e a ruína de todos os povos livres de Entalis"!
E nesse momento, em um golpe tão rápido que ninguém conseguiu ver, o draconiano desarma o guerreiro, o agarra pelo pescoço e diz "Seu ódio é sua força, não é mesmo Caeryn? O que aconteceria se o ódio fosse tirado de você"?
Dizendo isso, o draconiano joga o guerreiro no chão e pronuncia palavras em Dracônico, e seus olhos brilham em um azul brilhante. Em seguida, os olhos do guerreiro começam a brilhar em vermelho, mas o vermelho vai se diluindo até que fica um azul profundo. E os olhos do draconiano agora estão brilhando em vermelho intenso.
O guerreiro, então, cai desmaiado enquanto o draconiano e o resto do seu exército termina de dizimar os últimos resquícios da resistência dos povos livres de Entalis.
...
Vários anos depois, um homem acorda em uma cabana próxima da cidade de Cristália, antes uma linda capital toda construída em cristal Manticoriano. O homem não se lembra de nada e pergunta por que está ali, e a pessoa que cuidou dele diz que ele estava dormindo há 22 anos...
No entanto, nesse exato momento uma outra força chega para aumentar ainda mais o combate, e com eles encontra-se o Flagelo do Norte.
Ele olha para o campo de batalha, identifica seu alvo e parte em direção à luta. Aqueles que se encontravam com ele o seguem em direção à primeira batalha dos povos livres de Entalis.
Logo que o guerreiro adentra no campo de batalha, vários inimigos tentam atacá-lo, mas sem sucesso. O humano corre muito rápido e ataca com uma rapidez incrível aqueles que estão entre o draconiano. E com um ataque que parece um flash de luz, o guerreiro ataca o draconiano.
Como se esperasse o ataque, o draconiano repele o guerreiro com um único movimento de corpo e diz "Eu esperava mais de alguém com o ódio que você possui. Não aprendeu nada, 'discípulo'"?
Os dois então engajam em um combate corpo-à-corpo. Praticamente todos os lutadores do campo de batalha pararam para observar aquele combate, pois nunca tinham visto ninguém lutar com tamanha velocidade e poder.
O guerreiro desferia golpes com uma força e velocidade muito grandes, o ódio saltava seus olhos, mas o draconiano simplesmente se defendia ou se esquivava, como se não se incomodasse com a presença de tal ameaça à sua frente.
"Você ainda não domina seu ódio, deixa ele o dominar, e essa será sua ruína e a ruína de todos os povos livres de Entalis"!
E nesse momento, em um golpe tão rápido que ninguém conseguiu ver, o draconiano desarma o guerreiro, o agarra pelo pescoço e diz "Seu ódio é sua força, não é mesmo Caeryn? O que aconteceria se o ódio fosse tirado de você"?
Dizendo isso, o draconiano joga o guerreiro no chão e pronuncia palavras em Dracônico, e seus olhos brilham em um azul brilhante. Em seguida, os olhos do guerreiro começam a brilhar em vermelho, mas o vermelho vai se diluindo até que fica um azul profundo. E os olhos do draconiano agora estão brilhando em vermelho intenso.
O guerreiro, então, cai desmaiado enquanto o draconiano e o resto do seu exército termina de dizimar os últimos resquícios da resistência dos povos livres de Entalis.
...
Vários anos depois, um homem acorda em uma cabana próxima da cidade de Cristália, antes uma linda capital toda construída em cristal Manticoriano. O homem não se lembra de nada e pergunta por que está ali, e a pessoa que cuidou dele diz que ele estava dormindo há 22 anos...
4 de mai. de 2012
Moon
A Lua, gigante e bela, estrela principal do espetáculo celeste. Sempre com seu humor váriável. Hoje bela e enorme, amanhã escura e misteriosa. As vezes vermelha como o rubro sangue, noutras azul como nem o céu pode ser.
A lua inspira as pessoas a perceberem que a natureza também muda. Que evolui e que possui ciclos, e no final sempre volta para o seu ponto de partida.
Paraíso dos românticos, espetáculo para os astrônomos, significados ocultos por trás das previsões dos astrólogos.
Para sempre esse astro vai nos impregnar com a sua magia mística e magnética, ao mesmo tempo assustadora e carismática.
A lua inspira as pessoas a perceberem que a natureza também muda. Que evolui e que possui ciclos, e no final sempre volta para o seu ponto de partida.
Paraíso dos românticos, espetáculo para os astrônomos, significados ocultos por trás das previsões dos astrólogos.
Para sempre esse astro vai nos impregnar com a sua magia mística e magnética, ao mesmo tempo assustadora e carismática.
16 de abr. de 2012
Titanic Muitos D
Então, ontem completou 100 anos do naufrágio do "maior veículo já construído pelo ser humano" e que nunca afundaria. Adoro quando egos são derrubados, mas nesse caso não. As pessoas me perguntam "Eduardo, por que você chora desse jeito em um filme?"
E eu respondo "Eu choro pq por mais que a história do Jack e da Rose seja um romance bem aos moldes clássicos, todo o resto do desastre é bem real e uma extrapolação bem convincente do que aconteceu com essas pessoas. Eu não choro pelos dois, meu koo pra eles, eu choro pelas 1523 pessoas (de 2200) que morreram aquele dia." #mimimi
Mas, o romance não deixa de me afetar não. Claro que uma história assim têm efeito "Scarlet O'Hara" em mim. Mas, são momentos distintos de choro e eu sei quando é choro de um e choro do outro.
Coisas legais que eu vi nesse filme foi que corrigiram todos os erros que eu conhecia. Não vi as unhas da Rose mudarem de tamanho com o passar do tempo no filme nem vi a equipe de filmagem nas portas do hall ou na tv. No entanto, a mão que desenha continuou sendo a do James Cameron e o uso das lanternas no bote 14 foi mantido (pq era necessário pro filme afinal).
Mas, foda-se, quem chorou foi eu, e se vc ficou comovido ou não, isso é um problema seu, não meu.
E eu respondo "Eu choro pq por mais que a história do Jack e da Rose seja um romance bem aos moldes clássicos, todo o resto do desastre é bem real e uma extrapolação bem convincente do que aconteceu com essas pessoas. Eu não choro pelos dois, meu koo pra eles, eu choro pelas 1523 pessoas (de 2200) que morreram aquele dia." #mimimi
Mas, o romance não deixa de me afetar não. Claro que uma história assim têm efeito "Scarlet O'Hara" em mim. Mas, são momentos distintos de choro e eu sei quando é choro de um e choro do outro.
Coisas legais que eu vi nesse filme foi que corrigiram todos os erros que eu conhecia. Não vi as unhas da Rose mudarem de tamanho com o passar do tempo no filme nem vi a equipe de filmagem nas portas do hall ou na tv. No entanto, a mão que desenha continuou sendo a do James Cameron e o uso das lanternas no bote 14 foi mantido (pq era necessário pro filme afinal).
Mas, foda-se, quem chorou foi eu, e se vc ficou comovido ou não, isso é um problema seu, não meu.
10 de mar. de 2012
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