28 de jun. de 2015
Beetleheadness
24 de nov. de 2014
Histórias da Bíblia, versão resumida
GENESIS
Deus: Ok, tudo criado! Hey, vocês dois, não façam oba oba! Fora isso, divirtam-se.
Adão e Eva: Ok.
Satanás: Vocês deveriam fazer oba oba.
Adão e Eva: Ok.
Deus: O que aconteceu?
Adão e Eva: Nós fizemos a tal oba oba.
Deus: PORRA VÉIO!
O RESTO DO ANTIGO TESTAMENTO
Deus: Vocês são meu povo, e vocês não deveriam fazer oba oba.
Povo: Nós não faremos mais oba oba.
Deus: Bom! Senão mato todo mundo!
Povo: Nós fizemos oba oba!
Deus: PORRA VÉIO!
EVANGELHOS
Jesus: Eu sou o Filho de Deus, e mesmo que vocês tenham feito oba oba, o Pai e Eu ainda os amamos e queremos que vocês vivam. Só não façam oba oba novamente.
Pessoas curadas: Ok! Obrigado Jesus!
Outras pessoas: Nós nunca o vimos fazer oba oba, mas ele provavelmente deve fazê-las quando ninguém está olhando!
Jesus: Eu nunca fiz oba oba!
Outras pessoas: Nós vamos lhe colocar em julgamento por ter feito oba oba!
Pilates: Você fez oba oba?
Jesus: Não.
Pilates: Ele não fez oba oba.
Outras pessoas: Mate-o mesmo assim, e soltem aquele outro ali!
Pilates: Ok.
Jesus: PORRA VÉIO!
CARTAS DE PAULO
Pessoas: Nós fizemos oba oba!
Paulo: Jesus ainda ama vocês, e por que vocês amam Ele, vocês devem parar de fazer oba oba.
Povo: Ok!
CARTAS DE PAULO, PARTE 2
Pessoas: Nós fizemos oba oba de novo.
Paulo: PORRA VÉIO!
APOCALIPSE
João: Quando Jesus voltar, não haverão mais pessoas que fazem oba oba. Até lá, PAREM DE FAZER OBA OBA!
FIM
Esse post é uma tradução do post The histories of the bible in TL;DR form que apareceu a primeira vez no Reddit.
29 de jan. de 2013
Beautifulness
E no resto do tempo? R: Não sei, nunca parei pra pensar nisso ...
21 de jan. de 2013
Devilness
No final das contas, todos temos nossos fantasmas, nossos demônios, nossas sombras e nossos nêmesis bem ali, há poucos passos do consciente.
Characters
Eu sempre encarnei nessa minha vida os mais diversos tipos de personagens.
O safado, o complacente, o calmo, o amigo das pessoas, o diplomata, o ocupado, o importante..
E eu fiz (e ainda faço) como um sistema de defesa pelo fato de simplesmente nao saber como lidar com algumas situações cotidianas.
Isso já foi pior, e uma das coisas que eu agradeço nessa vida foi que alguém um dia me acordou para isso. Eu não deixei de usar essas personas, esses personagens, só me tornei ciente deles.
O fato é que eu não quero que as pessoas percebam que eu sou imperfeito. É um processo doloroso de aceitação e de construção da auto estima fazer com que eu tenha cada vez menos personagens e mais de mim mesmo.
E hoje eu me sinto feliz com os resultados. Não é a perfeição ainda, mas já é satisfatório.
6 de jan. de 2013
Aloneless
Essa minha habilidade de afastar pessoas queridas. Isso me deixa triste, pq eu queria estar mais perto, mas tb me sinto tão mais seguro quando há a distância.
Enfim, um misantropo disfarçado eu sou. O que me entristece é quando eu estrago planos das outras pessoas.
Eu não sou fácil de lidar. Complexidade é uma palavra que muito bem me define. Queria que isso não afetasse as pessoas em volta, mas afeta, em diferentes níveis e intensidades.
31 de dez. de 2012
A maior verdade desse mundo
Eu sou uma farsa. E isso é o que faço de melhor.
Nada em mim é autêntico. Eu não sou nada mais que alguém fingindo ser especial quando na verdade tenho medo do mundo ao meu redor.
25 de dez. de 2012
Triangle
Eu conheci John, ficamos amigos e trocamos "intimidades" via internet. John pediu sigilo à respeito das nossas "intimidades". Eu descubro mais para frente que John é casado. Com Bob, que aliás não conheço à essa época. Um belo dia de semana, John e Bob terminam seu casamento. John e Bob vão viver suas vidas separados. Tempos depois, eu conheci Bob. Eu avisei John que eu estava conhecendo Bob e John disse que não tinha problemas, afinal eles não estavam mais juntos. Depois de conhecer Bob, eu e ele ficamos amigos, ficamos mais próximos e passamos a nos gostar bastante, mas sem ainda termos trocado "intimidades". Um dia, eventualmente, trocamos "intimidades" mas num nível bem diferente do que eu e John trocamos.
Um dia, John descobre que Eu e Bob estamos conversando. John simplesmente fica extremamente chateado comigo e diz que eu traí a confiança dele. John me conta coisas sobre Bob. Dada a proximidade que eu tenho com John, aquilo que ele me conta me deixa perdido. Quem está certo? Quem está errado? Eu não sei. No final, eu sigo minha fé em Bob e escolho seu lado. Confronto Bob sobre essas coisas que me foram ditas por John. Eu pergunto "Me diga, você teve com outras pessoas conversa no mesmo tom que você teve comigo?" mesmo sabendo que a resposta seria indiferente, apesar de que os cursos de ação seriam diferentes. Bob responde Não. Eu conto pra Bob tudo o que aconteceu entre eu e John.
Bob decide então confrontar John à respeito do falado pra mim. Eu discordo, penso que por mais que John tenha feito isso, ele deveria ser deixado em paz. Bob usa o que eu disse que John me disse pra acuar John. John, acuado, para de fugir e começa a atacar. Eu estou no meio de um fogo cruzado de John e Bob. Bob me usa como espada e John me usa como escudo.
Eu quero morrer.
Bob me diz que John está chorando. John me acusa de ter destruído a vida dele. Eu me sinto a pessoa mais horrível do mundo. Quero me afastar mas não posso, pois gosto de Bob. Assumo minha parte na história e tento pelo menos subir a moral de John, o que falho miseravelmente. Deixo John para lá. Deixo Bob um pouco para lá.
Paro para respirar. Vou dormir com dor de cabeça e com a sensação de ser o vilão na história. Quem eu sou nesse momento? Quem é John? Quem é Bob? Eu não sei. Não tenho perspectiva para enxergar a situação como um todo, afinal, estou 2500 km longe.
A situação pode ter sido resolvida ou não. Eu não sei desse ponto do tempo que escrevi isso, afinal eu decidi enterrar tudo. Não totalmente, afinal esse post existe. Como um aviso para mim. Como um aviso para todos que forem ler esse post.
7 de out. de 2012
Electioness
É utopia? Pode ser, mas não é menos utópico que acreditar em um candidato só porque ele diz que é assim. Ninguém está livre pra fazer o que quer. Nem você, nem eles.
4 de set. de 2012
Faithless
No entanto, eu tenho uma certa afabilidade com algumas religiões. Significa que eu admiro a forma como suas crenças são organizadas (até determinado nível, claro) e na forma como eu vejo que esses sistemas efetivamente ajudam as pessoas a libertarem seu potencial mental, espiritual, whatever.
Claro que isso é relativo e determinado pela minha visão das coisas. Abaixo segue uma lista dessas religiões e de quão eu as admiro.
Sim para Admiração e Não para qualquer outra coisa negativa.
Religiões que admiro pela sua missão de ajudar na evolução humana:
- Espiritismo (Definitivamente Sim);
- Umbanda/Candomblé (Sim);
- Paganismo (Sim);
- Budismo (Sim);
- Hinduísmo (Sim);
- Islamismo (Não);
- Judaísmo (Não);
- Cientologia (Não);
- Ateísmo (Não);
- Catolicismo (Não);
- Jeovismo (PFVR, NÃO);
- Evangélicos (DEFINITIVAMENTE NÃO)!
To Abhor, or Not
Então, existe essa pessoa que eu conheci há alguns anos aqui em Palmas. Inicialmente a pessoa não importava muito comigo. Depois, teve uma mudança repentina de atitude comigo que, inicialmente, eu não sabia qual era o motivo. Depois eu entendi que era pq essa pessoa é muito amiga de um ex ficante meu, que tempos depois virou namorado.
A pessoa sempre foi muito polida, apesar de eu sentir que ela não gostava de mim. Mas, os julgamentos internos das pessoas não me interessam, apesar de despertar minha curiosidade para tentar entender os motivos que levaram a tal circunstância.
Continuando. Algum tempo depois eu vim a terminar com esse namorado que era amigo dela de maneira bastante traumática em que eu fui bastante injusto. Era meu sentimento que estava me guiando, e esse sentimento já me dizia que não daria certo já há algum tempo.
Depois disso, essa relação entre eu e a pessoa se degradou ao estado que eu intitulo "eu odeio você". Pelo menos era o que eu bradava aos quatro ventos e, de certa forma, acreditava piamente nisso.
No entanto, nesse final de semana eu vi essa pessoa vindo fazer o concurso do estado para a área da sua profissão. Ela me viu, passou por mim, me cumprimentou e eu soltei um sincero "boa prova". Eu vi que a pessoa ficou meio desconcertada, não esperava isso de mim. Na hora da saída, novamente a vi e desejei "boa sorte ohh". Eu mesmo parei pra pensar sobre essa minha ação, sobre o fato de eu ter desejado boas energias pra ela. Foi sincero de minha parte, pois se não fosse eu não teria falado, acredito eu.
Durante essa semana, passei pensando sobre isso. As pessoas têm suas vidas, suas histórias, suas experiências, todas vivem vários problemas, todas são mocinhas em determinado ponto ou vilãs em outro. Eu percebi que eu odeio não a pessoa. Eu odeio aquela situação específica em que a pessoa esteve envolvida. Felizmente, eu consegui perceber isso.
Afinal, acho que todos passamos por coisas parecidas. E Julgar toda a história de uma pessoa simplesmente pelo fato de que ela fez uma escolha ruim, ou porque foi leal à uma pessoa querida ou ainda porque seguiu seus instintos não é algo justo de minha parte.
Novamente digo, as impressões internas das pessoas são somente delas. Assim como as minhas são somente minhas. Mas eu me senti melhor por ver que não sou esse monstro que eu frequentemente pinto nessas situações em que eu fui o vilão da história.
Confuso? Imagina pra mim que tive de organizar as idéias! Eu só sei que por mais que eu não goste de uma pessoa, eu não vou deixar de desejar coisas boas para ela só porque a gente não tem nenhuma afinidade. Ou assim acredito.
24 de jul. de 2012
Defeitos e Qualidades
Meus relacionamentos anteriores, cada um deles, serviu entre outras coisas para mostrar para mim um lado meu que eu não gosto de ver. Um por exageração, outro por hiper-exposição e esse último por reflexão posterior. A questão é que eu tenho esses defeitos, e eu não gosto que as pessoas vejam esses defeitos.
Voltando ao fato recente, eu finalmente vi à minha frente uma situação que trouxe à tona um lado meu que igualmente não gosto que as pessoas conheçam: Meu orgulho narcisista.
Falando assim até parece que sou um monstro, mas a questão é que eu sou uma pessoa muito orgulhosa da forma como eu guio as coisas na minha vida: tenho orgulho de ter minhas coisas todas em dia, de não dever nada pra ninguém, de depender minimamente das outras pessoas e principalmente, da lealdade que eu cultivo para com meus amigos mais próximos (e antigamente em relacionamentos, mas como isso não vai acontecer mais, então posso descartar como possibilidade).
Esse fato sozinho não causaria tanto estrago se não fosse acompanhado daquela minha incrível habilidade de ser cabeça dura e de não aceitar as coisas sem uma prévia inspeção por minha parte antes. E quando essas duas coisas se juntam, não dá uma merda muito boa.
Mas, estamos aqui para entender um pouco esse meu lado egoísta, não é mesmo? Então ... Como alguns amigos meus já devem estar cansados de saber, eu sou uma pessoa um pouco generosa com recursos financeiros. Não que eu tenha dinheiro saindo pela torneira de casa, mas que eu gosto da sensação de estar ajudando de alguma forma. Pizzas, almoços, e mais uma miríade de coisas que eu faço quase que o tempo todo para aqueles que são mais próximos. E há o outro lado também: eu me sinto MUITO incomodado quando alguém paga pra mim, a ponto de eu preferir não comer ou sair por eu não poder arcar com as despesas. E isso é num nível épico, não um nível normal do tipo "ah ok, então está bom eu aceito".
Há também um outro quesito que esse eu considero o maior de todos e é também a maior fonte desse orgulho, que é minha lealdade para com as pessoas. Raramente eu serei visto quebrando alguma regra (ok, já fiz e já fui multado por isso) ou sendo desleal com alguém com quem me importo (há um caso, mas ele merece um post só pelas implicações que ele têm nos dois últimos relacionamentos). Eu me orgulho muito dessa minha qualidade "ordeira" apesar de eu querer parecer uma pessoa caótica e despreocupada com a vida e as implicações dos meus atos. No entanto, eu digo: eu não faço nada sem pensar nas implicações que isso têm. Eu sempre vou pesar e avaliar as minhas atitudes, as vezes cedo as vezes tarde demais. Mas sempre irei avaliar e, mais importante, sempre irei me criticar à respeito daquela decisão.
Outro ponto bastante complexo da minha pessoa é que eu demoro muito à decidir sobre um determinado assunto, quanto mais complexo e mais implicações ele possui. Eu demoro sim, eu fico indeciso, eu evito pensar nisso, mas no momento que eu tomo uma decisão e escolho um caminho, aquela decisão se torna final. E decidido, a possibilidade de eu voltar atrás é muito pequena, pois uma coisa que eu aprendi é sempre ter orgulho das minhas decisões. Em meu caso em especial que essas decisões são muito pensadas e muito pesadas, meu orgulho pessoal não me deixa voltar atrás.
Infelizmente no meu último relacionamento meu affair conheceu esse meu lado. Esse processo de decisão é complexo e por envolver meu orgulho do começo até o final, não permito que ninguém me influencie.
Há uma coisa que preciso falar à respeito disso tudo que eu falei, e que na verdade é onde eu queria chegar com esse post. Eu sou uma pessoa extremamente orgulhosa, cabeça-dura e indecisa, como pode ser visto acima. Mas isso é algo com que eu convivo, desde que determinados limites não sejam ultrapassados.
Eu sou uma pessoa que não me importo de maneira nenhuma com piadas e coisas do gênero que busquem me denegrir ou me deprimir. Sabe pq? Pq eu sou uma pessoa extremamente crítica e estou sempre avaliando as pessoas, e quase sempre as pessoas que fazem tais brincadeiras de mau gosto comigo gozam de igual privilégio nas minhas avaliações. Simplesmente considero "lixo" tudo o que dizem, por isso não sou afetado por essas pessoas. Da mesma forma, eu não sou ciumento com praticamente nada porque no fundo eu acredito que se a pessoa está comigo ela não irá procurar nada fora. Mas se procurar também não faz diferença. Eu prezo muito a minha individualidade e isso é convertido na minha habilidade em não me preocupar com o que o outro está fazendo, afinal ele têm o livre-arbítrio dele e eu o meu, e tanto ele quanto eu fazemos o que queremos com o tal.
No entanto, existem coisas que me afetam sim, e me afetam muito. Eu as chamo de minhas "Maldições Imperdoáveis", em referência à mitologia de Harry Potter. E da mesma forma que no livro, são três. Para eu perder o respeito (e a fé, dependendo do nível de proximidade) em uma pessoa, é só fazer isso comigo.
Imperio
A primeira das Maldições Imperdoáveis é tentar influenciar minhas decisões. Não decisões quaisquer, mas me manipular de forma que eu passe a acreditar em algo que não seria natural eu acreditar ou desacreditar. Não é algo difícil de ser feito, realmente eu sou influenciável de acordo com o nível de intimidade da pessoa que está tentando me manipular. Quando eu percebo que isso está acontecendo, o ódio pela pessoa surge instantaneamente.
Crucio
A segunda das Maldições Imperdoáveis é tentar me coagir a fazer algo contra minha vontade. Eu realmente me sinto muito mal quando sou levado a fazer algo que eu não concordo. Você pode ser perguntar "como eu faria algo contra minha vontade?" e eu respondo "quando eu percebo que não há solução, e a melhor forma de evitar conflito é sendo conivente". Não é algo fácil de acontecer comigo. Só pessoas muito
Avada Kedavra
E a terceira das Maldições Imperdoáveis é duvidar da minha lealdade e fé na relação com outras pessoas (tanto de amizade quanto de namoro). Eu não sou uma pessoa muito transparente ao que eu sinto e à forma como eu penso, talvez por isso as pessoas possam se equivocar em seus julgamentos, mas infelizmente não há outro jeito. Quando minha lealdade é posta em prova, eu vou tentar defendê-la em um primeiro momento, nem que eu tenha de ajoelhar e explicar que nariz de porco não é tomada. Depois, vêm a fase da depressão, em que eu me sinto mal por duvidarem da minha pessoa e entro em um processo de "morte" ... Meu orgulho morre por um momento e então ele começa a renascer maior e mais resistente que o anterior. O que realmente deixa de existir à partir daquele momento é aquela fé anterior que eu possuía na pessoa que iniciou o processo. É triste quando isso acontece, mas é minha defesa contra um estado depressivo que poderia se estender por tempo indefinido.
Um efeito colateral é o ódio. O ódio é um subproduto que pode aparecer (exceto no primeiro caso, em que o ódio à pessoa é o principal produto da ação) dependendo da gravidade da ação que foi tomada comigo.
Concluindo, eu não me sinto bem dizendo isso. Esse é um lado meu que eu raramente gosto que as pessoas conheçam. Esse é meu demônio, minha sombra, desnudada para todos verem (e lerem). Por algum motivo (relacionado aos eventos recentes) eu achei de bom tom falar sobre isso. Acho que é porque por estar tão à flor da pele e exigindo tanto pensamento por minha parte, e por meu nível de sinceridade estar aumentando gradativamente, que eu achei por bem falar disso aqui.
Eu só queria reiterar que essas três Maldições Imperdoáveis não são algo para se brincar. Brincar com isso é querer ver todo o meu ódio e agressividade sendo direcionados para um único objetivo: causar o maior estrago possível em quem brincou com coisa séria.
De novo, eu estou falando isso porque eu sinto que preciso ser mais transparente. Preciso colocar esses fantasmas para fora com o intuito de que, de alguma forma, eu possa entendê-los e controlá-los melhor. Eu tenho consciência de que nunca estarei livre disso tudo que falei, pois esses "defeitos e qualidades" estão muito enraizados com a minha forma de lidar com a realidade. No entanto, acredito que aos poucos conseguirei neutralizar alguns algoritmos mais nocivos, como já venho conseguindo fazer nesses últimos três anos.
14 de mai. de 2012
Egoweakness
Aquele desejo de aparecer, ser reconhecido. Força latente de uma personalidade ávida por impressionar seus pares. Um jogo de truques de teatro, cujo unico objetivo é esconder a tão frequente baixa-estima quando conversando com pessoas realmente impressionantes.
O que mostrar de produtivo quando você não tem nada a mostrar? Vão te aceitar sendo tão limitado em recursos de conhecimento da área? Será que ser engraçado ajuda?
As vezes ser um jack of all trades é bom. Me permite ter o conhecimento que eu julgo melhor pra mim, que me dá aquilo que gosto e me deixa feliz. Mas a parte do "and master of none" é que me deixa empertigado, quando tantas pessoas à minha volta se especializam em terreno desconhecido, e eu fico aqui, me aventurando nas terras já lavradas por pessoas mais corajosas do que eu.
Afinal, foi o que escolhi para mim. Nada mais justo. Mas podia doer menos no meu ego super-inflado e cabeça-dura.
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E não satisfeito em ter inúmeras crises por conta do boy colega de trabalho, aqui estamos escrevendo sobre ele, mais uma vez, não é mesmo? D...
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Uma coisa eu tenho de admitir, boa parte das coisas que eu posto nesse blog acabam envolvendo sexo de alguma forma, né? Não nesse post! Esse...
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Pensando aqui que devo escrever sobre os 5 pilares do crush (a saber, os pilares são: bonito, sexy, inteligente, engraçado, carinhoso e, re...