11 de jan. de 2016
Título
15 de dez. de 2015
Friendliness
Sabe por que gosto disso? Porque eu gosto de discutir, gosto de botar minhas opiniões e conhecimentos à prova. Isso acrescenta muito à relação de amizade.
Não significa que quem não discute comigo tem menos valor. No entanto, o que não gosto é quando o amigo não está a fim de uma discussão direta (seja ideológica, seja de conhecimento) mas fica de indireta porque não concorda com minhas opiniões. Isso me mostra quem é a pessoa e isso me deprime, principalmente porque a pessoa é amiga e tem o canal aberto pra falar abertamente comigo.
Eu solto indiretas? Eu solto indiretas, sou o especialista das indiretas, principalmente no Twitter. Mas se eu preciso falar eu falo. Se eu não me sinto confortável, eu me afasto. Se eu me sinto ofendido ou percebo que não sou desejado no círculo, eu saio de perto. Eu dou todos os sinais de como eu estou me sentindo em relação às minhas amizades.
No entanto, ultimamente não estou sabendo lidar com algumas personalidades de alguns amigos. Não sei se é minha tolerância que tem diminuído ou se são as atitudes intolerantes deles têm aumentado. Só sei que no final, estou preferindo me afastar. Já passei por isso antes e na época quem eu achava que era meu amigo, no final não era, e não foi fácil superar isso. Por isso, desde então, me prometi que não deixaria isso acontecer comigo novamente.
Isso é uma indireta? Com toda certeza do mundo! Mas diferentemente das indiretas ofensivas, essa é mais uma indireta desabafo. Queria que quem visse esse post e se identificasse, soubesse que é assim que estou me sentindo em relação a alguns de vocês.
P.S.: Post do passado não tão distante.
12 de dez. de 2015
A Lei do Eu, por Eduardo Rolim
Tudo é um
Não existe encima e embaixo, só existe o eu, e o que fora dele está.
Essa é a lei, tudo deriva do um e volta para o um.
Eu é deus, deus é um. Deus e eu partilham da mesma essência, tendo nomes diferentes para o entendimento do homem. Deus é o estado transitivo do homem, entre o eu e o um. Homem é deus, sábio e louco.
Eu é um, para o homem que alcançou a iluminação. Cabe ao homem investigador e observador entender que o eu e o um são a mesma entidade.
O sábio e o louco sabem a verdade. Um pelo eu, outro pelo um.
Universo é matéria. As forças primordiais definem a lei do físico, é do físico que emana o eu, contido no um, contido no eu.
O oculto é mente, surge do eu e se projeta como o um que existe dentro do eu. O homem que é deus de seu próprio um.
O que escapa ao eu real é. Real é aquilo que complementa o um. Pois ao homem não cabe entender que real não é aquilo que seus sentidos sentem. Pois o real não é realidade, realidade não existe sem um ponto de vista.
Micro e macro são percepções. O macro está contido no micro. O micro se torna macro, à percepção do eu.
Se eu sou um, quem são os outros? A realidade nos dá outros eus, cada um sendo parte do um, mas cada um é eu, cada eu um universo em si mesmo. Toda matéria interage e na interação não existem fortalezas, e o eu se divide em varias não-localidades chamadas intelectos. Cada fagulha, cada observador atrás do olho atento é entidade única. Mas o eu atento perguntará se ele não é eu, é aquele eu parte do real? Como a casa de espelhos, a resposta escapa ao entendimento do homem mas o sábio já encontrou a resposta e o louco a verbaliza.
O um é intangível fisicamente pelo eu. Não é possível saber os limites da casa na qual se está dentro. É possível, no entanto, mensurar a sala em que se vive, pois suas paredes são realidade aos sentidos.
A ciência é, para o bom observador, a mensuração da sala onde se vive. É adjeto e ferramenta do eu. Um sem o outro é função sem forma e forma sem função. O louco só se torna o sábio quando entende essa transitividade.
O um é atemporal. É o que aconteceu, o que acontecerá e o que nunca aconteceu ou acontecerá. O tempo é a expressão do real, permite o homem absorver é entender o um, um passo de cada vez.
O tempo é o gestor dos eventos e o orquestral da natureza. Tudo se dá através deste, até o entendimento supremo. O homem que entende o tempo finalmente se encontra em condições de ver a casa como ela é. Mas ver a casa o cega para as salas e ver a sala o cega para a casa. Não há informação absoluta no eu, só no um e para tal é preciso que o eu seja novamente o um.
A evolução é conhecimento. O eu ignorante se tornando o um onisciente. O homem é consciente da pedra, mesmo que a pedra não seja consciente de si. São diferentes níveis do eu, e só o eu pode dizer se é consciente de si mesmo, pois mesmo o homem é pedra ante o um que é o eu.
Essas são as palavras da lei que definem o eu.
Um é tudo e tudo é eu.
Eu não é tudo mas é um em si mesmo.
26 de out. de 2015
Crazyness
Sabe quando você percebe que você está ficando velho e que o mundo está passando cada vez mais rápido que quando você era mais novo?
Essa sensação que tenho de que o mundo não precisa ter sentido pra existir as vezes me pega para me deixar deprimido, como agora.
Não que eu queria que o mundo fizesse sentido, mas isso tornaria as coisas muito mais fáceis de lidar. Ninguém disse que uma vida de buscas iria exigir tanto da minha mente e da minha fé na minha capacidade de discernir e entender o significado do mundo.
Quando questionamos a realidade de todas as formas possíveis, você tende a se questionar também, pois a realidade é uma construção da sua mente. Ninguém garante que a forma como a realidade se apresenta a mim é a mesma que se apresenta para você.
No final, estou aqui depressivo querendo que tudo fosse só uma ilusão.
22 de out. de 2015
Changeless
O que percebi é que preciso voltar a me conectar comigo mesmo, lembrar as coisas que eu sou bom em fazer e tomar cuidado com as coisas que eu não sou bom. Essa mudança de cidade é, acima de tudo, uma mudança na forma como eu venho lidando com o mundo. Quero acreditar que vou deixar de ser essa pessoa reativa e começar a ser mais produtiva, mesmo que isso não signifique nada pra mim, afinal não tenho essas baboseiras de precisar deixar um sinal meu no mundo.
O que eu realmente quero (Mário Alberto) é conhecer o mundo, é descobrir o significado de todas as coisas e chegar no final da minha vida e olhar pra tudo o que eu aprendi, e desaparecer feliz sabendo que eu fiz o possível para entender cada partícula existente.
24 de abr. de 2015
Worldless
Alguns acreditam que isso já aconteceu.
Eu acredito que já aconteceu, algumas vezes.
18 de mai. de 2014
Your faith is flawless, only not
7 de out. de 2013
Not an easy life
Daqueles momentos que você pensa que sua atual identidade está cheia de meandros e de pedaços de coisas que ficaram pra trás e que você só queria esquecer que elas existiam em sua vida passada.
Uma nova identidade seria legal, mas daí você se lembra que existem muitas coisas e pessoas que valem à pena serem lembradas, e então você aceita que pelas coisas boas vale a pena enfrentar os fantasmas e devolvê-los àquele lugar profundo, escuro e esquecido do seu subconsciente.
E assim mais uma micro-crise se resolve tão rápido quanto começou.
#passadodistante
8 de mar. de 2013
Angerness
Eu tenho muito disso, sabe? As pessoas me chamam de inocente ou de fútil, ou mesmo de coisas piores, pelo fato de eu me doar tanto emocionalmente pra coisas tão "insípidas". Eu sou do tipo que chora em filme (Rei Leão e Titanic são os recordistas atuais), que se revolta com vilões, que comemora uma vitória, como se eu mesmo estivesse lá dentro dos filmes ou livros.
Isso também leva a outro ponto relacionado aos meus gostos: Eu gosto de muitas literaturas e filmes que a maioria das pessoas acha ridículo, imperfeito, moralista, e por aí vai, só pelo fato de que muitas vezes o diálogo e a progressão psicológica dos personagens me prende e me fascina tremendamente. Um exemplo é Eragon. Eu adoro esse livro. Realmente vejo nele um cara lutando contra sua própria incapacidade de fazer as coisas do jeito certo e ao mesmo tempo, tendo de fazer o papel de líder da resistência e a única esperança do povo sob sua tutela. Pra muita gente, é uma série de livros mal escritos. Pra mim, é um compêndio de impressões psicológicas enorme! Outro livro é Jogos Vorazes. Quantas pessoas criticaram o filme por mostrar uma ficção fantástica sobre dominação e povos dominados, que raramente conseguiria ser complexo politicamente. Sinceramente, não ligo. O que me importa (e me cativa) é ver a Katniss ter de lidar com o fato de que ela pode morrer e que várias outras pessoas estão desejando a morte dela para eles próprios continuarem vivendo.
Pra mim o livro ou o filme não é bom pelo que está escrito ou mostrado ali, mas pela miríade de sensações que eles me causam. Pela imersão que eles me proporcionam. Pela possibilidade de, por algumas páginas ou por algumas horas, me permitir fugir desse mundo e existir em um lugar diferente, onde tudo poderia ser diferente.
Tudo aqui pra mim é mundano. Tudo é irrelevante. A humanidade é irrelevante pra mim. Exceto algumas coisas e pessoas realmente especiais, como natureza, ou amigos. Eu me revolto com muitas coisas, mas no fundo eu sou uma pessoa que nunca soube o que é passar fome, ficar sem emprego, ser assaltado ou ter a vida em risco. Alguns podem argumentar que eu não tenho direito de reclamar tendo uma vida tão "boa".
VÁ A MERDA! PEGUEM ESSE SEU ARGUMENTO E ENFIEM NO SEU CU ATÉ SAIR PELA ORELHA, SEU FILHO DE UMA RAMPEIRA RUMINANTE! VOCÊ SÓ EXISTE PORQUÊ DEUS DEVE TER UM ENORME SENSO DE HUMOR, SEU IDIOTA IGNORANTE DE MERDA!
Eu sozinho já me revolto com isso, com o fato de eu não ter vivido essas experiências, mas isso não me tira a propriedade em eu falar como me sinto à respeito de determinados assuntos. E ao mesmo tempo não dá direito a nenhum de vocês de dizer o que eu posso ou não fazer, ou sentir, ou acreditar.
Da mesma forma eu tenho esse pensamento para aquelas pessoas que adoram ditar regras por aí. "Não pode twittar piada de humor negro", "Fulano morreu, daqui a pouco começam as ofensas", "Quem usa hashtag no Facebook é retardado", "Em vez de postar foto de comida no Instagram, deveria gastar esse tempo comendo a mesma".
A minha vontade era, para cada comentário ignóbil que alguém faz para mim, sacar um taser e disparar uma carga por uns 10 minutos no meio do seu saco (ou peitos) só pra me sentir melhor.
Mas, no final das contas, me conformo em ficar calado e deixar que essas pessoas caiam no abismo da minha ignorância da existência desses pedaços de carne, com intestinos no lugar do cérebro, pois só assim pra explicar tanta verborragia dissonante que ouço por aí.
Hoje estou furioso. Furioso principalmente comigo. E quem quiser falar qualquer coisa, vai dar meia hora de bunda pro diabo porque eu não estou a fim de escutar ninguém hoje!
27 de fev. de 2013
Oppositeness
Eu: Emotivo; Ele: Racional.
Eu: Pragmático; Ele: Espirituoso.
Eu: Analítico; Ele: Sintético.
Eu: Diplomata; Ele: Sincero.
Eu: Complexo; Ele: Prático.
Eu: Inteligente; Ele: Esperto.
Eu: Impulsivo; Ele: Comedido.
Eu: Mimado; Ele: Vivido.
31 de dez. de 2012
A maior verdade desse mundo
Eu sou uma farsa. E isso é o que faço de melhor.
Nada em mim é autêntico. Eu não sou nada mais que alguém fingindo ser especial quando na verdade tenho medo do mundo ao meu redor.
26 de dez. de 2012
Familyness
As vezes eu paro e fico pensando: "Como será que as pessoas da minha família me enxergam e me interpretam"?
Eu tive uma conversa com minha avó hoje ao telefone e ela estava tão distante, tão impenetrável, que eu trouxe esse questionamento à tona.
Será que eles acham que eu não me importo com eles? Será que pensam que eu lhes dei as costas agora que eu sou "independente"?
Essas perguntas me deprimem bastante, porque só eu sei o quanto eu me preocupo com cada um da família, cada um ao seu jeito particular.
Como já disse anteriormente, eu construo modelos psicológicos das pessoas, e da minha família são os que melhor tenho definidos esses modelos. Eu sei que eles nunca entenderão a profundidade e a extensão da minha pessoa, assim como não conheço eles de verdade, só pelo modelo construído.
A minha mensagem aqui é a seguinte: Eu amo e me preocupo com cada um de vocês, porra! Não é por que eu não dou notícias que eu não me importo! Vocês deveriam saber melhor que eu como são as coisas. Me deprime e me enraivece profundamente saber que tal dúvida existe.
Eu sou desse jeito, ainda não aprenderam?
25 de dez. de 2012
Reflectionless
Eu tenho esse hábito de tudo o que acontece em minha vida eu olhar pra dentro de mim mesmo em busca de significado.
Dizem que eu penso demais e faço de menos. Essas pessoas não deixam de estar certas. O fato é que eu espero sempre em minha vida que as coisas signifiquem alguma coisa especial. Ganhar, perder, conhecer ou separar. Não deixo nunca de avaliar cada pedacinho de realidade que me é mostrado.
Até mesmo meu ato de pensar, a forma como eu penso, a diferença de visões, o impacto da minha forma de pensar, tudo entra nessa balança. Esse sou eu, quem eu consigo ser.
Claro que existem situações em que eu preciso pensar menos e agir mais, mas nesses casos o medo me domina. É um risco que eu assumo, mas que pode ter bons frutos.
Eu admito que raramente dei passos sem pensar nas consequências. Se não fosse assim, eu não tinha vindo parar aqui no Tocantins e provavelmente ainda seria um funcionário de recepção de hospital.
A questão é, minha vida é pensar. Eu respiro isso. Mas as vezes é preciso fechar o olho pra esse espelho interno, pra conseguir ver o que não está visível à compreensão dos sentidos.
Triangle
Eu conheci John, ficamos amigos e trocamos "intimidades" via internet. John pediu sigilo à respeito das nossas "intimidades". Eu descubro mais para frente que John é casado. Com Bob, que aliás não conheço à essa época. Um belo dia de semana, John e Bob terminam seu casamento. John e Bob vão viver suas vidas separados. Tempos depois, eu conheci Bob. Eu avisei John que eu estava conhecendo Bob e John disse que não tinha problemas, afinal eles não estavam mais juntos. Depois de conhecer Bob, eu e ele ficamos amigos, ficamos mais próximos e passamos a nos gostar bastante, mas sem ainda termos trocado "intimidades". Um dia, eventualmente, trocamos "intimidades" mas num nível bem diferente do que eu e John trocamos.
Um dia, John descobre que Eu e Bob estamos conversando. John simplesmente fica extremamente chateado comigo e diz que eu traí a confiança dele. John me conta coisas sobre Bob. Dada a proximidade que eu tenho com John, aquilo que ele me conta me deixa perdido. Quem está certo? Quem está errado? Eu não sei. No final, eu sigo minha fé em Bob e escolho seu lado. Confronto Bob sobre essas coisas que me foram ditas por John. Eu pergunto "Me diga, você teve com outras pessoas conversa no mesmo tom que você teve comigo?" mesmo sabendo que a resposta seria indiferente, apesar de que os cursos de ação seriam diferentes. Bob responde Não. Eu conto pra Bob tudo o que aconteceu entre eu e John.
Bob decide então confrontar John à respeito do falado pra mim. Eu discordo, penso que por mais que John tenha feito isso, ele deveria ser deixado em paz. Bob usa o que eu disse que John me disse pra acuar John. John, acuado, para de fugir e começa a atacar. Eu estou no meio de um fogo cruzado de John e Bob. Bob me usa como espada e John me usa como escudo.
Eu quero morrer.
Bob me diz que John está chorando. John me acusa de ter destruído a vida dele. Eu me sinto a pessoa mais horrível do mundo. Quero me afastar mas não posso, pois gosto de Bob. Assumo minha parte na história e tento pelo menos subir a moral de John, o que falho miseravelmente. Deixo John para lá. Deixo Bob um pouco para lá.
Paro para respirar. Vou dormir com dor de cabeça e com a sensação de ser o vilão na história. Quem eu sou nesse momento? Quem é John? Quem é Bob? Eu não sei. Não tenho perspectiva para enxergar a situação como um todo, afinal, estou 2500 km longe.
A situação pode ter sido resolvida ou não. Eu não sei desse ponto do tempo que escrevi isso, afinal eu decidi enterrar tudo. Não totalmente, afinal esse post existe. Como um aviso para mim. Como um aviso para todos que forem ler esse post.
23 de dez. de 2012
Distanciamento
Conforme o tempo vai passando, eu vou percebendo que cada vez mais vou me distanciando das pessoas.
Hoje me peguei pensando sobre sexo. Eu gosto muito de sexo, mas cada vez menos me enxergo tendo com alguém. Não, não é a falta, mas o fato que não me vejo mais fazendo com outras pessoas. Eu cada vez mais dependo só de mim mesmo pra isso, com cada vez mais eficiência e o mínimo de dano emocional.
Outras formas desse distanciamento são visíveis pela progressiva diminuição das minhas relações familiares e de amizade. Eu sinto que estou me afastando de todos, e isso me deprime um pouco, mas eu vejo como necessário.
Eu sou assim, saka? Não quero que ninguém se sinta dependente de mim. Eu não sou muito bom nessa coisa de humanidade, apesar de alguns amigos não concordarem com isso.
O fato é: eu estou me desligando progressivamente desse mundo. Eu não sou daqui, isso já está mais ou menos solidificado na minha mente.
6 de dez. de 2012
Deus Ex
Está aqui. Simplesmente existe.
E nossos destinos estão entrelaçados nesta força.
Se isso fosse verdade, e isso é um grande "se"... como saber se esta força quer o melhor para nós? Como saber se Deus está do seu lado?
Eu não sei. Ninguém sabe, pois Deus não está no lado de ninguém.
Deus é uma força da natureza... muito além do bem e do mal.
Nós criamos o bem e o mal.
27 de nov. de 2012
24 de out. de 2012
Profissão: Arrogante
Li a pouco um texto de um "fotógrafo profissional" sobre o asco que ele sente à respeito de fotos no Instagram e achei que devia tocar nesse assunto...
Não são vocês menos que gritam para todo o mundo que quem faz a fotografia não eh o equipamento e sim o olho do fotógrafo? Então por que estão criticando uma ferramenta só porque vocês não gostam dela?
Eu acho que se você não gosta, devia evitar o contato, já que nada lá te agrada, não acha?
Você não querer usar uma ferramenta porque você não acha que ela lhe sirva é uma coisa, tentar denegrir a imagem de uma ferramenta só porque você não gosta dela é outra totalmente diferente.
Isso vale não só para o "fotógrafo profissional" mas para todos os outros "profissionais" que usam de sua posição de Mestre em uma determinada área como pretexto pra destilar sua mesquinhez e arrogância por aí.
13 de out. de 2012
7 de out. de 2012
Electioness
É utopia? Pode ser, mas não é menos utópico que acreditar em um candidato só porque ele diz que é assim. Ninguém está livre pra fazer o que quer. Nem você, nem eles.
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E não satisfeito em ter inúmeras crises por conta do boy colega de trabalho, aqui estamos escrevendo sobre ele, mais uma vez, não é mesmo? D...
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Uma coisa eu tenho de admitir, boa parte das coisas que eu posto nesse blog acabam envolvendo sexo de alguma forma, né? Não nesse post! Esse...
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Pensando aqui que devo escrever sobre os 5 pilares do crush (a saber, os pilares são: bonito, sexy, inteligente, engraçado, carinhoso e, re...