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13 de set. de 2018
Eleiçõeszes
Hoje passei só pra lembrar vcs de que quando seu amiguinho têm uma opinião diferente da sua, pode ser de qualquer espécie, tipo crença, religião, POLÍTICA, gostos pessoais ou memes de internet, isso não é motivo para terminar unilateralmente a amizade com ele, tá?
Afinal, pessoas maduras discutem suas opiniões divergentes, levantam pontos sobre suas convicções, questionam tanto os pontos levantados quanto as próprias opiniões, reservado o fato de serem questionamentos com alguma base lógica, claro!
Afinal, vivemos em uma democracia, não em um estado de "minha opinião é certa, pau no koo de quem não concorda".
Ahh, em algum momento eu disse AMIGOS DE VERDADE não se afastam uns dos outros só porque suas visões e experiências são diferentes e/ou dissonantes?
Só queria deixar esse pensamento de carinho, com nenhum pingo de ódio no corassaum, nem rancor, pq a gente acredita DE VERDADE que pessoas assim só existem em histórias de livros, livros ruins diga-se de passagem.
Parando para pensar, é até bom isso acontecer, sabe? Afinal, de pessoas tóxicas o mundo está cheio, e se puder ficar longe delas, melhor ainda!
Não é à toa que quem é meu amigo de verdade, é amigo até hoje, ri dos mesmos memes até hoje, dá like nas minhas bobeiras até hoje, não importa se estão longe ou se, provavelmente, não se verão mais nessa vida devido a inúmeros fatores, principalmente geográficos.
Beijo no coraçãozinho de pedra de vcs! #IndiretasDoBem
Ahh sim, esqueci de mencionar que esse é um textão da série #PostDeUmPassadoDistante tá?
Afinal, pessoas maduras discutem suas opiniões divergentes, levantam pontos sobre suas convicções, questionam tanto os pontos levantados quanto as próprias opiniões, reservado o fato de serem questionamentos com alguma base lógica, claro!
Afinal, vivemos em uma democracia, não em um estado de "minha opinião é certa, pau no koo de quem não concorda".
Ahh, em algum momento eu disse AMIGOS DE VERDADE não se afastam uns dos outros só porque suas visões e experiências são diferentes e/ou dissonantes?
Só queria deixar esse pensamento de carinho, com nenhum pingo de ódio no corassaum, nem rancor, pq a gente acredita DE VERDADE que pessoas assim só existem em histórias de livros, livros ruins diga-se de passagem.
Parando para pensar, é até bom isso acontecer, sabe? Afinal, de pessoas tóxicas o mundo está cheio, e se puder ficar longe delas, melhor ainda!
Não é à toa que quem é meu amigo de verdade, é amigo até hoje, ri dos mesmos memes até hoje, dá like nas minhas bobeiras até hoje, não importa se estão longe ou se, provavelmente, não se verão mais nessa vida devido a inúmeros fatores, principalmente geográficos.
Beijo no coraçãozinho de pedra de vcs! #IndiretasDoBem
Ahh sim, esqueci de mencionar que esse é um textão da série #PostDeUmPassadoDistante tá?
1 de out. de 2017
Extremo Cabeçadurismo
Eu parei de usar o Facebook pelo simples motivo de que não queria ver uma pessoa comentar nos meus posts. O simples fato de ver ela comentando me irrita ao ponto de eu precisar de todos os meus mecanismos de controle emocional.
O mais engraçado é que não quero excluí-la pois gosto dos posts dela.
Então, a opção mais irracionalmente logica foi parar de usar o Facebook e voltar para o Twitter. Pelo menos no Twitter sou ignorado sumariamente pelos meus seguidores, de maneira que nada que eu poste vira uma discussão de qualquer tipo.
Me serve, então está valendo.
14 de jul. de 2016
4 de mar. de 2013
20 de fev. de 2013
19 de fev. de 2013
13 de fev. de 2013
29 de jan. de 2013
Beautifulness
O que você faz nas horas vagas? R: Sou lindo.
E no resto do tempo? R: Não sei, nunca parei pra pensar nisso ...
E no resto do tempo? R: Não sei, nunca parei pra pensar nisso ...
10 de jan. de 2013
16 de nov. de 2012
29 de out. de 2012
24 de out. de 2012
Título (10)
Blogueiro, fotógrafo, servidor público, fala inglês, toma banho todos os dias e não cobra diária!
29 de ago. de 2012
20 de ago. de 2012
Twitter(11)
typedef union humano {
int razao;
int emocao;
int fe;
} pessoa;
pessoa *eu = (pessoa *) malloc(sizeof(pessoa));
memset(eu, 0, sizeof(pessoa));
int razao;
int emocao;
int fe;
} pessoa;
pessoa *eu = (pessoa *) malloc(sizeof(pessoa));
memset(eu, 0, sizeof(pessoa));
5 de ago. de 2012
3 de ago. de 2012
22 de jul. de 2012
Friendliness
Sabe quando você está feliz e de bem com a vida e com todas as coisas da humanidade e parece que nada mais no mundo é capaz de lhe afetar além de um determinado nível? Pois é, é assim que me sentia até ontem.
Eu tenho esse amigo, que não têm muito tempo que conheço. A gente se conheceu pelo twitter e inclusive esse amigo foi causa de uma discussão feia com fantasmas dos natais passados. Passei a fazer parte de um grupo de amigos convidado por esse amigo, que cada vez se tornava mais especial. A gente concordava em algumas coisas, discordava em outras e até ocasionalmente discutia à respeito de temas muito controversos (e em alguns casos, até affairs controversos também).
No entanto, alguma coisa aconteceu nessa virada de noite que esse meu amigo me falou algumas coisas que me deixaram intrigado. O que eu havia feito para deixá-lo assim? Não me recordava de ter feito nada que pudesse causar essa reação. Ah sim, eu não contei direito a história né? Esse meu amigo conheceu um kra que no início ele não curtia muito, mas que depois foi criando uma afeição cada vez maior por ele. Normal, isso acontece o tempo todo entre meus amigos (e por que não comigo)?
Só que essa reação de meu amigo, em relação à eu ter me aproximado do tal kra, me pegou de surpresa. Assim, eu sou safado, sou cachorro, sou sem vergonha, não valho uma nota de dois reais rasgada direito, mas em relação às pessoas com quem cultivo uma relação de amizade mais profunda, rola uma lealdade muito grande.
Já percebi nas relações com os fantasmas dos natais passados que minha lealdade sempre é posta em prova em vários momentos. Queria ser uma pessoa maior e não julgar as pessoas por me julgarem, mas eu não consigo. Eu estou muito surpreso com esse meu amigo, mas eu no final me dei por vencido em prol da nossa amizade. Eu sei que ele é um kra muito legal, um conselheiro incrível e uma pessoa que está sendo muito importante nessa minha fase de recuperação da minha última depressão, só que por motivos que não me vêem a cabeça agora, estamos tomando direções opostas. Ele me pede espaço, e eu vou dar espaço. Ele me pede pra entender ele e eu entendo. Ele me pede pra aceitar que pode ter sido uma decisão injusta e eu aceito, afinal ele sabe melhor do que eu o que se passa na sua cabeça, e no seu coração.
Eu me afasto, mas não me afasto incólume. Estou me sentindo tão mal por isso que amanheci com febre e minha garganta dói. Reações à minha famosa "qualidade" de interiorizar as coisas. Só que dessa vez não quero interiorizar. Não quero fingir que nada aconteceu. Essa vez vai ser diferente pq não quero ficar sofrendo com isso por mais tempo que o necessário. Meu amigo pode ou não estar com a razão e queria que ele soubesse o quanto eu estou sofrendo com isso. Mas eu vou sobreviver, sempre sobrevivo. E quero no final me encontrar com esse amigo em algum momento no futuro e rir disso tudo o que está acontecendo hoje, mas não nesse momento. Me afasto e mais uma vez eu visto a minha armadura de lobo solitário, só que dessa vez sem pretensão de tirá-la tão cedo.
E assim o mundo vai se mostrando cada vez mais para mim. E cada vez mais vou perdendo a fé na humanidade. Ainda tenho fé em mim, pois é a única coisa que eu posso realmente dizer que conheço, que controlo e que posso garantir existência. Para todo o resto eu não posso dizer o mesmo. Então vai me restando a fé, mas mesmo a fé pouco a pouco vai cedendo, e eu vou ficando cada vez mais isolado no mundo. Mas é uma decisão minha, afinal é a forma que eu tenho pra enfrentar a realidade.
E cada vez me resta menos e menos e cada vez mais e mais vai sobrando somente a mim. Parece que cada dia mais aquela visão de criança em que eu me via morando isolado numa casinha ao pé de alguma montanha esquecida se aproxima da minha pessoa. Não é algo que enxergo como ruim, mas como o ápice final do meu desprendimento desse mundo do qual tão pouco comungo e cada vez menos as coisas que me são comuns deixam de ser tão próximas.
Eu tenho esse amigo, que não têm muito tempo que conheço. A gente se conheceu pelo twitter e inclusive esse amigo foi causa de uma discussão feia com fantasmas dos natais passados. Passei a fazer parte de um grupo de amigos convidado por esse amigo, que cada vez se tornava mais especial. A gente concordava em algumas coisas, discordava em outras e até ocasionalmente discutia à respeito de temas muito controversos (e em alguns casos, até affairs controversos também).
No entanto, alguma coisa aconteceu nessa virada de noite que esse meu amigo me falou algumas coisas que me deixaram intrigado. O que eu havia feito para deixá-lo assim? Não me recordava de ter feito nada que pudesse causar essa reação. Ah sim, eu não contei direito a história né? Esse meu amigo conheceu um kra que no início ele não curtia muito, mas que depois foi criando uma afeição cada vez maior por ele. Normal, isso acontece o tempo todo entre meus amigos (e por que não comigo)?
Só que essa reação de meu amigo, em relação à eu ter me aproximado do tal kra, me pegou de surpresa. Assim, eu sou safado, sou cachorro, sou sem vergonha, não valho uma nota de dois reais rasgada direito, mas em relação às pessoas com quem cultivo uma relação de amizade mais profunda, rola uma lealdade muito grande.
Já percebi nas relações com os fantasmas dos natais passados que minha lealdade sempre é posta em prova em vários momentos. Queria ser uma pessoa maior e não julgar as pessoas por me julgarem, mas eu não consigo. Eu estou muito surpreso com esse meu amigo, mas eu no final me dei por vencido em prol da nossa amizade. Eu sei que ele é um kra muito legal, um conselheiro incrível e uma pessoa que está sendo muito importante nessa minha fase de recuperação da minha última depressão, só que por motivos que não me vêem a cabeça agora, estamos tomando direções opostas. Ele me pede espaço, e eu vou dar espaço. Ele me pede pra entender ele e eu entendo. Ele me pede pra aceitar que pode ter sido uma decisão injusta e eu aceito, afinal ele sabe melhor do que eu o que se passa na sua cabeça, e no seu coração.
Eu me afasto, mas não me afasto incólume. Estou me sentindo tão mal por isso que amanheci com febre e minha garganta dói. Reações à minha famosa "qualidade" de interiorizar as coisas. Só que dessa vez não quero interiorizar. Não quero fingir que nada aconteceu. Essa vez vai ser diferente pq não quero ficar sofrendo com isso por mais tempo que o necessário. Meu amigo pode ou não estar com a razão e queria que ele soubesse o quanto eu estou sofrendo com isso. Mas eu vou sobreviver, sempre sobrevivo. E quero no final me encontrar com esse amigo em algum momento no futuro e rir disso tudo o que está acontecendo hoje, mas não nesse momento. Me afasto e mais uma vez eu visto a minha armadura de lobo solitário, só que dessa vez sem pretensão de tirá-la tão cedo.
E assim o mundo vai se mostrando cada vez mais para mim. E cada vez mais vou perdendo a fé na humanidade. Ainda tenho fé em mim, pois é a única coisa que eu posso realmente dizer que conheço, que controlo e que posso garantir existência. Para todo o resto eu não posso dizer o mesmo. Então vai me restando a fé, mas mesmo a fé pouco a pouco vai cedendo, e eu vou ficando cada vez mais isolado no mundo. Mas é uma decisão minha, afinal é a forma que eu tenho pra enfrentar a realidade.
E cada vez me resta menos e menos e cada vez mais e mais vai sobrando somente a mim. Parece que cada dia mais aquela visão de criança em que eu me via morando isolado numa casinha ao pé de alguma montanha esquecida se aproxima da minha pessoa. Não é algo que enxergo como ruim, mas como o ápice final do meu desprendimento desse mundo do qual tão pouco comungo e cada vez menos as coisas que me são comuns deixam de ser tão próximas.
31 de mai. de 2012
19 de mai. de 2012
15 de mai. de 2012
Twitter (7)
Da próxima vez que alguém me perguntar por que estou reinventando a roda, vou dizer que é por que a API Roda está 'deprecated'.
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