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19 de dez. de 2019
Après la lumière
Nunca antes na história dessa pessoa alguém rendeu 5 posts nesse diário. Apenas surpreso mas não tão surpreso assim.
Câlins affectueux manquent
Eu só quero um colo. Nada mais. Apenas que você aceitasse dar um abraço carinhoso em uma pessoa que é frequentemente carente exatamente disso.
Nada mais.
Mas vamos vivendo.
E reclamando.
E fazendo drama da vida.
Nada mais.
Mas vamos vivendo.
E reclamando.
E fazendo drama da vida.
28 de mar. de 2016
Noneless
Hoje amanheci com uma vontade de escrever qualquer coisa sem sentido, sem rumo, sem saber onde vou chegar com esse texto, sem nenhum objetivo específico.
É engraçado quando você para para pensar em você, no mundo, nas suas descobertas e nas suas escolhas, tanto de vida quanto de crença (ou não-crença). Eu gosto de divagar de vez em quando sobre a vida, e no ônibus hoje eu me peguei aéreo, tocando o vidro do bus e sentindo sua textura, e digerindo mais uma vez o fato de que um dia isso tudo que eu absorvo vai desaparecer e talz.
Não que isso me deixe triste, de maneira nenhuma! Sabe quando sua maior vontade é de chegar naquele momento que todo mundo têm medo, olhar pra trás, ver tudo o que você fez e encarar o fim da aventura com um sorriso no rosto e uma lágrima nos olhos?
Sorriso no rosto por saber que, assim como tudo no mundo, sua participação no mundo chegou ao fim e, independente do que te espera do outro lado, você se sente realizado com tudo que viveu.
E uma lágrima nos olhos por já começar a sentir saudade disso tudo, de toda essa dificuldade, de todos esses momentos, de todas as memórias, de todas as sensações, cheiros, toques, músicas, e imagens que você colecionou em todos esses anos.
É como fazer uma viagem para um lugar qualquer, sabendo que é provavelmente a última vez que você vai ver aquele lugar que você aprendeu a amar, admirar, independente de todos os defeitos que posam nesse lugar, pois são eles que, por mais que não pareça, tornam o lugar incrível de se vivenciar.
E então, vêm finalmente a viagem, a transferência, a morte, não importa como se chama. O que importa é que vale a pena sentir cada milímetro desse mundo, na alegria e na tristeza, no ódio ou na depressão. Cada experiência conta. E mesmo que tudo isso seja em vão, e que o esquecimento nos aguarde no final, vale a pena saber que, até o último momento, é o momento e a experiência que mais contam.
É engraçado quando você para para pensar em você, no mundo, nas suas descobertas e nas suas escolhas, tanto de vida quanto de crença (ou não-crença). Eu gosto de divagar de vez em quando sobre a vida, e no ônibus hoje eu me peguei aéreo, tocando o vidro do bus e sentindo sua textura, e digerindo mais uma vez o fato de que um dia isso tudo que eu absorvo vai desaparecer e talz.
Não que isso me deixe triste, de maneira nenhuma! Sabe quando sua maior vontade é de chegar naquele momento que todo mundo têm medo, olhar pra trás, ver tudo o que você fez e encarar o fim da aventura com um sorriso no rosto e uma lágrima nos olhos?
Sorriso no rosto por saber que, assim como tudo no mundo, sua participação no mundo chegou ao fim e, independente do que te espera do outro lado, você se sente realizado com tudo que viveu.
E uma lágrima nos olhos por já começar a sentir saudade disso tudo, de toda essa dificuldade, de todos esses momentos, de todas as memórias, de todas as sensações, cheiros, toques, músicas, e imagens que você colecionou em todos esses anos.
É como fazer uma viagem para um lugar qualquer, sabendo que é provavelmente a última vez que você vai ver aquele lugar que você aprendeu a amar, admirar, independente de todos os defeitos que posam nesse lugar, pois são eles que, por mais que não pareça, tornam o lugar incrível de se vivenciar.
E então, vêm finalmente a viagem, a transferência, a morte, não importa como se chama. O que importa é que vale a pena sentir cada milímetro desse mundo, na alegria e na tristeza, no ódio ou na depressão. Cada experiência conta. E mesmo que tudo isso seja em vão, e que o esquecimento nos aguarde no final, vale a pena saber que, até o último momento, é o momento e a experiência que mais contam.
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15 de dez. de 2015
Friendliness
Hoje foi o dia da divagação e um monte de coisa rolou nesse self-brainstorming. Uma delas foi sobre amigos. Sabe uma coisa que tenho percebido esses últimos tempos? Eu acho que tenho dado pouco valor para alguns amigos que tenho. Em uma amizade dou muito valor à sinceridade com que as pessoas me dizem as coisas. Não precisa ser 100% franco, no entanto espero um nível de franqueza pra pelo me dizer "amigo, você está errado por isso, isso e aquilo".
Sabe por que gosto disso? Porque eu gosto de discutir, gosto de botar minhas opiniões e conhecimentos à prova. Isso acrescenta muito à relação de amizade.
Não significa que quem não discute comigo tem menos valor. No entanto, o que não gosto é quando o amigo não está a fim de uma discussão direta (seja ideológica, seja de conhecimento) mas fica de indireta porque não concorda com minhas opiniões. Isso me mostra quem é a pessoa e isso me deprime, principalmente porque a pessoa é amiga e tem o canal aberto pra falar abertamente comigo.
Eu solto indiretas? Eu solto indiretas, sou o especialista das indiretas, principalmente no Twitter. Mas se eu preciso falar eu falo. Se eu não me sinto confortável, eu me afasto. Se eu me sinto ofendido ou percebo que não sou desejado no círculo, eu saio de perto. Eu dou todos os sinais de como eu estou me sentindo em relação às minhas amizades.
No entanto, ultimamente não estou sabendo lidar com algumas personalidades de alguns amigos. Não sei se é minha tolerância que tem diminuído ou se são as atitudes intolerantes deles têm aumentado. Só sei que no final, estou preferindo me afastar. Já passei por isso antes e na época quem eu achava que era meu amigo, no final não era, e não foi fácil superar isso. Por isso, desde então, me prometi que não deixaria isso acontecer comigo novamente.
Isso é uma indireta? Com toda certeza do mundo! Mas diferentemente das indiretas ofensivas, essa é mais uma indireta desabafo. Queria que quem visse esse post e se identificasse, soubesse que é assim que estou me sentindo em relação a alguns de vocês.
P.S.: Post do passado não tão distante.
Sabe por que gosto disso? Porque eu gosto de discutir, gosto de botar minhas opiniões e conhecimentos à prova. Isso acrescenta muito à relação de amizade.
Não significa que quem não discute comigo tem menos valor. No entanto, o que não gosto é quando o amigo não está a fim de uma discussão direta (seja ideológica, seja de conhecimento) mas fica de indireta porque não concorda com minhas opiniões. Isso me mostra quem é a pessoa e isso me deprime, principalmente porque a pessoa é amiga e tem o canal aberto pra falar abertamente comigo.
Eu solto indiretas? Eu solto indiretas, sou o especialista das indiretas, principalmente no Twitter. Mas se eu preciso falar eu falo. Se eu não me sinto confortável, eu me afasto. Se eu me sinto ofendido ou percebo que não sou desejado no círculo, eu saio de perto. Eu dou todos os sinais de como eu estou me sentindo em relação às minhas amizades.
No entanto, ultimamente não estou sabendo lidar com algumas personalidades de alguns amigos. Não sei se é minha tolerância que tem diminuído ou se são as atitudes intolerantes deles têm aumentado. Só sei que no final, estou preferindo me afastar. Já passei por isso antes e na época quem eu achava que era meu amigo, no final não era, e não foi fácil superar isso. Por isso, desde então, me prometi que não deixaria isso acontecer comigo novamente.
Isso é uma indireta? Com toda certeza do mundo! Mas diferentemente das indiretas ofensivas, essa é mais uma indireta desabafo. Queria que quem visse esse post e se identificasse, soubesse que é assim que estou me sentindo em relação a alguns de vocês.
P.S.: Post do passado não tão distante.
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28 de jun. de 2015
Beetleheadness
Para quem ainda não entendeu, vou desenhar: Eu tinha colorido minha foto, mas daí vi algumas pessoas sendo desnecessárias com quem não tinha colorido (ainda mais com outras gays, como pode) e em protesto mudei a minha pra preto-e-branco pra mostrar que não devia existir essa coisa de "my way or the highway", afinal a bandeira tb representa diversidade de pensamentos...
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29 de jan. de 2013
Beautifulness
O que você faz nas horas vagas? R: Sou lindo.
E no resto do tempo? R: Não sei, nunca parei pra pensar nisso ...
E no resto do tempo? R: Não sei, nunca parei pra pensar nisso ...
10 de jan. de 2013
Emptyness
Existe essa sensação ruim de que as coisas estão fugindo ao seu controle, como se fosse possível controlar cada aspecto da sua vida. Coisas dão errado e eu preciso aprender a lidar com elas sem me tornar um berserker no processo.
Eu penso isso pois em breve vai aparecer esse príncipe encantado na minha vida, e eu não quero que ele me veja tendo esses acessos de raiva. Eu tenho medo dessas reações e até certo ponto consigo controlá-las. O meu problema é o mecanismo de frustração, que faz com que a raiva exploda antes mesmo que eu possa pensar sobre o problema.
Tudo deriva do fato de eu me sentir sem alguém pra me ouvir de verdade. Isso mudou bastante com alguns amigos muito especiais, mas ainda falta alguém mais próximo pra eu poder realmente me abrir sobre um lado meu que aprendi, com os anos (e os ex namorados) a guardar fechado lá no fundo do baú.
Algo me diz que esse alguém está bem próximo (mais próximo do que imaginam) mas do meu estado atual até o estado em que vejo esse alguém explorando as fronteiras do oceano da minha mente há um vazio existencial muito grande.
Minha vontade de chorar é muito grande, mas eu prometi a mim mesmo que não faria agora. Eu preciso ser forte, ser frio, ser resistente e mesmo não sendo a pessoa mais corajosa do mundo, eu preciso fazer. A palavra do momento não é tentar. Tentar foi o que fiz a vida inteira. Agora é realizar. Realizar o que nunca consegui antes na minha vida, que foi ter o domínio completo dela, sem me preocupar em controlar cada aspecto, como se isso fosse fazer com que o caminho aparecesse para mim.
Eu queria pelo menos que esse vazio dentro de mim não fosse tão difícil de lidar. Todo o resto parece mais fácil sem ele. Tudo parece ficar mais difícil sem esse alguém.
Eu penso isso pois em breve vai aparecer esse príncipe encantado na minha vida, e eu não quero que ele me veja tendo esses acessos de raiva. Eu tenho medo dessas reações e até certo ponto consigo controlá-las. O meu problema é o mecanismo de frustração, que faz com que a raiva exploda antes mesmo que eu possa pensar sobre o problema.
Tudo deriva do fato de eu me sentir sem alguém pra me ouvir de verdade. Isso mudou bastante com alguns amigos muito especiais, mas ainda falta alguém mais próximo pra eu poder realmente me abrir sobre um lado meu que aprendi, com os anos (e os ex namorados) a guardar fechado lá no fundo do baú.
Algo me diz que esse alguém está bem próximo (mais próximo do que imaginam) mas do meu estado atual até o estado em que vejo esse alguém explorando as fronteiras do oceano da minha mente há um vazio existencial muito grande.
Minha vontade de chorar é muito grande, mas eu prometi a mim mesmo que não faria agora. Eu preciso ser forte, ser frio, ser resistente e mesmo não sendo a pessoa mais corajosa do mundo, eu preciso fazer. A palavra do momento não é tentar. Tentar foi o que fiz a vida inteira. Agora é realizar. Realizar o que nunca consegui antes na minha vida, que foi ter o domínio completo dela, sem me preocupar em controlar cada aspecto, como se isso fosse fazer com que o caminho aparecesse para mim.
Eu queria pelo menos que esse vazio dentro de mim não fosse tão difícil de lidar. Todo o resto parece mais fácil sem ele. Tudo parece ficar mais difícil sem esse alguém.
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Tristeza
13 de nov. de 2012
Religion is like a penis
It's fine to have one.
It's fine to be proud of it.
But please don't take it out in public and start waving around.
And PLEASE don't try to shove it down in my throat!
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