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12 de jun. de 2013

Datingness

Roses are red, violets are blue. Faces like yours belongs the zoo, don't be mad I'll be there too, not in the cage but waving at you!

28 de jan. de 2013

Prideness

Quando você apontar para a pessoa e ela vir que você apontou para ela, faça o símbolo do banco Itaú, vire e saia desfilando...

20 de ago. de 2012

typedef union pessoa;

Me perguntaram no twitter por que eu defini pessoa usando union e não struct, como é comum se fazer declaração em C. Bom, a declaração em questão é a seguinte:

typedef union humano {
  int razao;
  int emocao;
  int fe;
} pessoa;

Então, vamos aos detalhes técnicos. Em C, quando você declara algo como struct, você está criando uma estrutura onde todos os elementos lá dentro fazem parte de algo maior que engloba todos os elementos. Ou seja, você pode acessar qualquer membro da estrutura individualmente.

No entanto, quando você declara algo como union, você está criando uma estrutura onde todos os elementos na verdade usam o mesmo espaço de memória, ou seja, você nunca poderá usar mais de um dos elementos declarados ao mesmo tempo, pois ao usar um deles, o elemento usado ocupará toda a memória disponível.

Daí você se pergunta: "Mas o que isso têm a ver com a declaração acima?" É simples, e todas a maioria das pessoas seguem esse roteiro:

Se você usa a razão, a emoção e a são coisas irracionais;
Se você usa a emoção, a razão é fria e a cega;
Se você usa a , a razão é louca e a emoção manipulável.

Assim explico o motivo de usar union e não struct. Beijos e se não gostou, vai carpir um terreno que esse ódio passa.

10 de mai. de 2012

Discriminationless

Dear work fella - a couple of things you should know

When I born, I black.
When I grow up, I black.
When I go in sun, I black.
When I cold, I black.
When I scared, I black.
When I sick, I black.
And when I die, I still black.

You white folks...

When you born, you pink
When you grow up, you white
When you go in sun, you red
When you cold, you blue
When you scared, you yellow
When you sick, you green
When you bruised, you purple
And when you die, you black

So who YOU callin' C O L O R E D ??

11 de abr. de 2012

Till the World Ends, only NOT

Meu dia foi especial. Só me lembro hoje cedo de falar com o @leitecruz no skype todo feliz, e ele me perguntando por que eu estava feliz e eu respondendo "naomsei, estou felisssssss". Não imaginava que esse fosse se tornar um dos melhores dias do ano até agora!

Primeiramente, conheci esse kra, interessantíssimo, papo bem legal, bem bonito e talz. Estava pensando de chamá-lo para sair quando minha amiga @lylavieira (Lyla) me chamou (devo colocar de outra forma: convocou imperativamente) para sair. Ok, eu fui.

Buscamos a @pseudocoisa (Mel) no Sebrae e lá vamos nós pra Adega da 21. Juro que nunca tinha sequer imaginado que aquele lugar era ali.

Então entramos. Primeiro momento awkward da noite: uma mulher a cara da Martha. Ok, olhei de novo e ... ufa. A mel e a lyla não viram. Então nos sentamos e eu, a lyla e a mel pedimos um Dry Martini, um Blood Mary e uma Margarita, respectivamente, mais um delicioso petisco de linguiça de cordeiro com molho agridoce (que jogamos pimenta chipotle pra ficar gostosinho)

Enquanto esperávamos, eu reconheci o barman. Eu me lembrava de ter ficado com ele já há bastante tempo, whatever. Conversamos horrores, e então na hora de pagar, o barman estava no caixa e disse "E aih, gostou do dry martini?". Sim, deu vontade de falar "Sim, vem cá seu lindo!". E ele não falou nada pra mel nem pra lyla, o que reforçou meu feeling. Detalhe que eu já estava alto, COM UM DRINK!

Na saída, ainda tomei uma olhada indiscreta de alguém que estava entrando.

Depois disso, passamos em vários lugares, que estavam vazios e, indignados, fomos para a Confraria da Carne. Chegando lá, eu e lyla fizemos nossos pedidos carnívoros e o pedido comunitário de queijo provolone. A Mel, depois de insistência nossa pediu, tipo, todos os corações de frango do universo para nós três comermos.

E então, começa a melhor cena da noite. Dois rapazes lindos (e de barba) chegam na confraria e nós três olhamos. Não deixamos de comentar sobre quem eu e a mel pegaríamos dos dois, porque um era mais magro e o outro mais gordinho. Daí, eles se sentaram longe da gente, mas eu pelo menos estava toda hora dando uma "conferida", até que a mel disse (ou a lyla sugeriu, não sei) pra lyla ir lá e dizer pra eles que ela estava interessada. Eu, depois de relutar (e ganhar um drink à minha escolha da mel) aceitei entrar na brincadeira, e a lyla foi lá pra dizer que eu e a mel estávamos interessados. Falou alguma coisa com eles e eu fiquei de cá fazendo a super análise de expressões corporais dos três, e então ela voltou com um sorriso, e disse que tinha falado que na hora ficou com vergonha e não falou que estávamos interessados, mas que eles estavam convidados à passar na nossa mesa depois.

O mais absurdo de tudo foi que um deles passou lá depois. Assim, ele conversava com uns olhos penetrantes como poucos que eu já vi. Eu notei que especialmente pra mim ele deu duas olhadas que me deixaram nu ali na mesa. Claro que não consegui reagir, é meu procedimento padrão: situação inesperada = unreacted. Então, isso aconteceu enquanto nós conversávamos, e então ele disse que era agrônomo mas não praticava, e trabalhava na empresa X. A Mel disse que tinha ligado lá e ele disse "Maiara, da empresaY?" e ela respondeu com uma pergunta: "Lucas, da empresa X? Você não me mandou o e-mail com a proposta ainda ohh". E a situação mais awkward foi nós três lá conversando. Ele falando com a mel e uma vez ou outra dando umas olhadas pra mim, como que dizendo "e aih, vc não vai falar nada?" e conversando sobre essa coincidência incrível! Eu estava no modo pinguim de Madagascar: "Sorria e acene. Sorria e acene"!

Na hora de sair, ainda demos um tchauzinho pra eles e eu fiquei falando pra mel que "se ele sequer citar sobre mim, era pra vc passar o meu telefone pra ele". E enquanto estávamos à caminho de casa, eu pedi a bag de cds da lyla e coloquei o CD Femme Fatale, da Britney Spears, pra tocar. Claro, que a música "'Till The World Ends" era exatamente o que eu queria naquela hora:

I can't take it, take it, take no more
Never felt like, felt like this before
Come on, get me, get me on the floor
DJ, what you, what you waiting for?

E no caminho de volta para casa, a gente decidiu passar no Mercatto. Lá, a gente discutiu sobre essa noite fantástica e chamamos a mãe da mel pra vir também. Aconteceram outras coisas, mas nada tão impactante quanto o que havia acontecido anteriormente. Exceto pela Steinhäger que eu bebi para finalizar a noite.

Então, com isso, nós três combinamos de cada um escrever um post sobre essa coisa maluca! A lyla no balbuciar, a mel no pseudocoisa e eu aqui. Mas, não contávamos que meu final de noite seria tão bom. Chegando em ksa, eu dei reinício às minhas conversações interrompidas quando a lyla me chamou pra sair e talz. Foi bem legal, gostei do kra e então ... então vcs não precisam saber dessa parte pq já contei muito sobre o dia de hoje. Só precisam saber que eu não consegui fazer o post a tempo de postar antes de dormir hehehee.

Essa noite foi a mais EPIC! Quero fazer de novo até o fim dos tempos!

28 de fev. de 2012

Linus Torvalds Epic Win on C++


From: Linus Torvalds <torvalds <at> linux-foundation.org>
Subject: Re: [RFC] Convert builin-mailinfo.c to use The Better String Library.
Newsgroups: gmane.comp.version-control.git
Date: 2007-09-06 17:50:28 GMT (2 years, 14 weeks, 16 hours and 36 minutes ago)

On Wed, 5 Sep 2007, Dmitry Kakurin wrote:
> 
> When I first looked at Git source code two things struck me as odd:
> 1. Pure C as opposed to C++. No idea why. Please don't talk about portability,
> it's BS.

*YOU* are full of bullshit.

C++ is a horrible language. It's made more horrible by the fact that a lot 
of substandard programmers use it, to the point where it's much much 
easier to generate total and utter crap with it. Quite frankly, even if 
the choice of C were to do *nothing* but keep the C++ programmers out, 
that in itself would be a huge reason to use C.

In other words: the choice of C is the only sane choice. I know Miles 
Bader jokingly said "to piss you off", but it's actually true. I've come 
to the conclusion that any programmer that would prefer the project to be 
in C++ over C is likely a programmer that I really *would* prefer to piss 
off, so that he doesn't come and screw up any project I'm involved with.

C++ leads to really really bad design choices. You invariably start using 
the "nice" library features of the language like STL and Boost and other 
total and utter crap, that may "help" you program, but causes:

 - infinite amounts of pain when they don't work (and anybody who tells me 
   that STL and especially Boost are stable and portable is just so full 
   of BS that it's not even funny)

 - inefficient abstracted programming models where two years down the road 
   you notice that some abstraction wasn't very efficient, but now all 
   your code depends on all the nice object models around it, and you 
   cannot fix it without rewriting your app.

In other words, the only way to do good, efficient, and system-level and 
portable C++ ends up to limit yourself to all the things that are 
basically available in C. And limiting your project to C means that people 
don't screw that up, and also means that you get a lot of programmers that 
do actually understand low-level issues and don't screw things up with any 
idiotic "object model" crap.

So I'm sorry, but for something like git, where efficiency was a primary 
objective, the "advantages" of C++ is just a huge mistake. The fact that 
we also piss off people who cannot see that is just a big additional 
advantage.

If you want a VCS that is written in C++, go play with Monotone. Really. 
They use a "real database". They use "nice object-oriented libraries". 
They use "nice C++ abstractions". And quite frankly, as a result of all 
these design decisions that sound so appealing to some CS people, the end 
result is a horrible and unmaintainable mess.

But I'm sure you'd like it more than git.

            Linus

From: Linus Torvalds
Subject: Re: Compiling C++ kernel module + Makefile
Date: Mon, 19 Jan 2004 22:46:23 -0800 (PST)


On Tue, 20 Jan 2004, Robin Rosenberg wrote:
> 
> This is the "We've always used COBOL^H^H^H^H" argument. 

In fact, in Linux we did try C++ once already, back in 1992.

It sucks. Trust me - writing kernel code in C++ is a BLOODY STUPID IDEA.

The fact is, C++ compilers are not trustworthy. They were even worse in 
1992, but some fundamental facts haven't changed:

 - the whole C++ exception handling thing is fundamentally broken. It's 
   _especially_ broken for kernels.
 - any compiler or language that likes to hide things like memory
   allocations behind your back just isn't a good choice for a kernel.
 - you can write object-oriented code (useful for filesystems etc) in C, 
   _without_ the crap that is C++.

In general, I'd say that anybody who designs his kernel modules for C++ is 
either 
 (a) looking for problems
 (b) a C++ bigot that can't see what he is writing is really just C anyway
 (c) was given an assignment in CS class to do so.

Feel free to make up (d).

        Linus

23 de out. de 2011

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa

Hoje, no supermercado, encontro um amigo de longa data e enquanto estávamos conversando, eis que um assunto lá leva esse amigo a fazer a seguinte colocação:

Ah, mas goiano e mineiro é tudo a mesma coisa! Tudo fala enrolado e gosta de queijo do mesmo jeito.

Eu como Goiano que sou não poderia deixar barato, não poderia deixar essa passar. Então, com a mesma calma com que ele falou eu dei a seguinte réplica:

Ah pode até ser, é igual vocês gaúchos, tudo a mesma coisa!

Então que ele diz: "Ah, mas você sabe que eu não sou gaúcho, sou catarinense!"

Então fechei com a seguinte frase: "Então, tudo igual do mesmo jeito"

E então, ele até ameaçou falar alguma coisa eufórica sobre as diferenças entre os barrigas-verdes e os gaúchos, mas então ele se tocou do que tinha dito e ficou por isso mesmo.