A minha maior habilidade de todas as habilidades que eu possuo é a de me fingir de bobo alegre e nesse processo ir analisando o comportamento das pessoas.
As vezes me surpreendo com a quantidade de pessoas que pressupõem que eu não entendi uma ironia ou que não peguei o subtexto das conversas. Eu fico lá, parecendo indiferente ao que é falado, mas pode ter certeza que cada coisinha está sendo anotada no meu caderninho mental que eu tenho sobre cada um de vocês, seus lindos!
P.S.: Post do Passado Distante
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8 de fev. de 2016
Fakeless
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22 de dez. de 2015
Provenanceness
Eu tenho um questionamento a fazer a todos, e queria que quem respondesse, o fizesse com muita sinceridade e pensando bastante no questionamento levantado.
TLDR;
Imagine que um dia você descobre que você não é um ser humano, mas uma máquina. Sua vida até agora era real, ninguém lhe controlava ou programava para se comportar de uma maneira especifica; as suas capacidades físicas e mentais são idênticas às de um ser humano orgânico. Mas você foi criado em um laboratório.
Ninguém, exceto você sabe sobre isso. Sua família seus amigos, todos eles acham que você é um ser humano normal como eles. Se você não contasse a ninguém, você poderia continuar a viver a sua vida da maneira que você viveu até agora e nada mudaria.
Como você reagiria?
Preste atenção específica a estas perguntas:
a) Será que o seu conceito de si mesmo mudaria? Você continuaria sendo a mesma pessoa que pensou que você era?
b) A sua compreensão do próprio mundo mudaria?
c) Você revelaria as informações a terceiros ou você guardaria para si? Por quê?
Respostas
R. Almeida: Negaria e fingiria que nada aconteceu.
J. Nascimento: O conceito de mim mesmo mudaria, ficaria uma dúvida se não havia nada digamos que programado pra ser assim.
Haveria uma mudança no ponto de vista sobre o mundo, provavelmente olharia mais friamente. Quanto a revelar para terceiros, creio que as pessoas têm certo medo/receio/preconceito a coisas novas/diferentes então revelaria para pessoas específicas.
R. Fortalesa: A: Viveria uma constante crise existencial, se já não estivesse vivendo. Procuraria saber se existe meios de me aprimorar, desenvolver habilidades novas. Faria uma jornada em busca de informações sobre meu passado e minhas origens. B: Não necessariamente. Atualmente sou ateu e já me vejo como uma máquina biológica. C: Eu confiaria essa informação apenas a pessoas de confiança. Talvez na esperança de encontrar outros como eu.
I. Lopes: Meu conceito mudaria, mas eu tentaria continuar sendo o mesmo...
E. Costa: Certamente meu conceito de mesma mudaria, consequentemente a compreensão do mundo. E, claro, não contaria a ninguém!
M. Mendes: Fingiria que nada aconteceu. Por que eu gostaria de saber quem me criou e fingir que nada aconteceu seria mais fácil.
M. Cruz: Ficaria paranóica tentando descobrir quem me criou.
Eu: Descobrir que sou uma máquina responderia alguns questionamentos meus sobre origem, forma e função mas criaria outros como motivação e objetivos da minha existência. Eu já vivo uma catarse existencial onde meu objetivo é entender a mim mesmo e aos processos envolvendo a vida.
Meu conceito de mim mesmo mudaria? Acredito que não, pois independente da forma com que me manifesto, ainda existe esse observador atrás dos meus sentidos, que precisa ser explicado, posto à luz da razão.
Minha compreensão de mundo mudaria, de forma a abarcar essa nova faceta de conhecimento sobre mim mesmo.
E por último, nao não contaria a ninguém, pois usaria esse novo conhecimento pra explorar ainda mais o conceito interativo humano, ou até achar um igual a mim, a quem me abriria sobre esse segredo.
TLDR;
Imagine que um dia você descobre que você não é um ser humano, mas uma máquina. Sua vida até agora era real, ninguém lhe controlava ou programava para se comportar de uma maneira especifica; as suas capacidades físicas e mentais são idênticas às de um ser humano orgânico. Mas você foi criado em um laboratório.
Ninguém, exceto você sabe sobre isso. Sua família seus amigos, todos eles acham que você é um ser humano normal como eles. Se você não contasse a ninguém, você poderia continuar a viver a sua vida da maneira que você viveu até agora e nada mudaria.
Como você reagiria?
Preste atenção específica a estas perguntas:
a) Será que o seu conceito de si mesmo mudaria? Você continuaria sendo a mesma pessoa que pensou que você era?
b) A sua compreensão do próprio mundo mudaria?
c) Você revelaria as informações a terceiros ou você guardaria para si? Por quê?
Respostas
R. Almeida: Negaria e fingiria que nada aconteceu.
J. Nascimento: O conceito de mim mesmo mudaria, ficaria uma dúvida se não havia nada digamos que programado pra ser assim.
Haveria uma mudança no ponto de vista sobre o mundo, provavelmente olharia mais friamente. Quanto a revelar para terceiros, creio que as pessoas têm certo medo/receio/preconceito a coisas novas/diferentes então revelaria para pessoas específicas.
R. Fortalesa: A: Viveria uma constante crise existencial, se já não estivesse vivendo. Procuraria saber se existe meios de me aprimorar, desenvolver habilidades novas. Faria uma jornada em busca de informações sobre meu passado e minhas origens. B: Não necessariamente. Atualmente sou ateu e já me vejo como uma máquina biológica. C: Eu confiaria essa informação apenas a pessoas de confiança. Talvez na esperança de encontrar outros como eu.
I. Lopes: Meu conceito mudaria, mas eu tentaria continuar sendo o mesmo...
E. Costa: Certamente meu conceito de mesma mudaria, consequentemente a compreensão do mundo. E, claro, não contaria a ninguém!
M. Mendes: Fingiria que nada aconteceu. Por que eu gostaria de saber quem me criou e fingir que nada aconteceu seria mais fácil.
M. Cruz: Ficaria paranóica tentando descobrir quem me criou.
Eu: Descobrir que sou uma máquina responderia alguns questionamentos meus sobre origem, forma e função mas criaria outros como motivação e objetivos da minha existência. Eu já vivo uma catarse existencial onde meu objetivo é entender a mim mesmo e aos processos envolvendo a vida.
Meu conceito de mim mesmo mudaria? Acredito que não, pois independente da forma com que me manifesto, ainda existe esse observador atrás dos meus sentidos, que precisa ser explicado, posto à luz da razão.
Minha compreensão de mundo mudaria, de forma a abarcar essa nova faceta de conhecimento sobre mim mesmo.
E por último, nao não contaria a ninguém, pois usaria esse novo conhecimento pra explorar ainda mais o conceito interativo humano, ou até achar um igual a mim, a quem me abriria sobre esse segredo.
28 de jun. de 2015
Beetleheadness
Para quem ainda não entendeu, vou desenhar: Eu tinha colorido minha foto, mas daí vi algumas pessoas sendo desnecessárias com quem não tinha colorido (ainda mais com outras gays, como pode) e em protesto mudei a minha pra preto-e-branco pra mostrar que não devia existir essa coisa de "my way or the highway", afinal a bandeira tb representa diversidade de pensamentos...
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1 de abr. de 2015
Diceless
Uma coisa eu tenho de admitir, boa parte das coisas que eu posto nesse blog acabam envolvendo sexo de alguma forma, né? Não nesse post! Esse post surgiu depois de uma discussão sobre "amigos de antigamente e que não são mais amigos" e de outra discussão sobre os "tempos da escola". O post trata de um momento muito único na trajetória das minhas amizades mais duradouras e de como eu me deixei levar por uma paixão adolescente.
Esse post faz parte da aclamada série "Fantasmas dos Verões Passados", com a diferença que esse mereceu um tratamento especial por ter durado tanto tempo na minha vida. Para quem quiser ler as histórias anteriores, os links estão no fim do post.
Separe a pipoca, a coca-cola e o sal pois é diversão garantida, para toda a família!
Amigos, outros "amigos" e o maior Fantasma de Todos os Verões Passados
Tudo começou em um dia típico no interior de Goiás. O ano, 1998, segundo ano do ensino médio. Nessa época, eu estudava de manhã e estagiava no recém criado laboratório de informática.
Lá estava eu, perdido em buscas aleatórias na recém instalada internete quando chega esse kra que tinha ficado sabendo que eu tinha baixando um vídeo (via Napster) mixando várias versões de Final Fantasy com uma música de uma banda de metal melódico e veio me pedir uma cópia do mesmo. Eu disse que não tinha CD para gravar mas que se ele trouxesse, eu gravaria no computador da coordenação do laboratório. Ele era mais ou menos da minha estatura, gordinho, com uma cara de pitboy e usava roupas com estampas militares. Não preciso dizer que havia sido paixão à primeira vista né? Ele se chamava Mateus.
Engraçado que nessa época eu não admitia que eu sentia algo pelo Mateus, mas da visão que tenho de hoje, era isso que eu sentia. Para mim era pura e simples empolgação e até cheguei a negar pra mim mesmo que eu estava gostando dele (eu não lidava bem com meus sentimentos e conflitos, longa história).
No outro dia, ele apareceu para pegar o vídeo e veio com um outro amigo, o Alessandro, e aproveitou pra pegar algumas músicas que eu já tinha baixado. Enquanto eu gravava o CD nós ficamos conversando sobre aleatoriedades e no final da conversa, eles me chamaram para conhecer o grupo de reeducação postural global (o famoso RPG) que eles frequentavam.
Passado algum tempo, eu já me considerava do grupo. Eram várias pessoas que participavam dos encontros. Tinha o Hernán Cortez, muito gente boa; o Maurílio, ligado com os lances punks straight edge; o Denício, que era o kra do linux, na época que linux era uma coisa de nerds nível asiático; e o Nheengatu (que é um nome tupi e talz), irmão do Mateus e o integrante mais novo do grupo.
Era divertido sair com esse pessoal. Eu não era uma pessoa muito conhecida na escola, exceto pelo fato de ser o CDF número dois da minha sala (admito, a CDF número um era a Eva Aline, irmã do Alessandro e sempre achei ela mais inteligente que eu em matemática e física, as matérias que eu dominava de letra). A gente fazia umas loucuras tipo sair correndo e pular na cerca da escola, pular nos postes de sinalização e fazer poledance (inclusive em uma dessas ocasiões o Alessandro conseguiu arrancar o poste, no sempre presente azar de corpo fechado dele) e nos chamarmos por nomes e raças de livros como Senhor dos Anéis.
Eu sei que muita da minha motivação em estar perto deles era para estar perto do Mateus. Eu achava ele legal, engraçado, irônico mas ignorava sumariamente os seus defeitos, como a arrogância, o orgulho e o seu nítido senso de superioridade sobre as outras pessoas. Afinal, no fundo eu gostava dele, daí eu anulava esses "pequenos inconvenientes".
Passado algum tempo, o Maurílio e o Denício se afastaram do grupo. Na verdade, o grupo se dividiu por conta de alguma treta entre o Mateus, o Nheengatu e o Denício e eles acabaram por pular do barco. Eu e o Hernán continuamos no grupo, que depois dessa Cisma se tornou a Sociedade do Personagem Desbalanceado (ou SPD).
Nesse período, várias outras pessoas passaram pelo grupo e não ficaram muito tempo. Em especial o Ueide Filho, o Valdir, o Karl Marx, o Bilbo Bolseiro, o Rodrigo (que tinha esse nome pois seu derrière é enorme e tinha vida própria, segundo os contos mitológicos) e o Tonhão. Deles, só o Ueide Filho acabou continuando. Outro que passou pela SPD e saiu pouco tempo depois foi o Amarildo, que fez uma das melhores histórias de RPG que já joguei, toda cheia de zoeira e brincadeiras e que não agradou muito o refinado gosto da tríade (esse era o nome que eu dei para o Mateus, o Nheengatu e o Alessandro, por serem os principais e mais visíveis integrantes do nosso grupo de reeducação postural global).
Foi nessa época que eu comecei a sentir que ocasionalmente os meus amigos da SPD pareciam não me querer na sua companhia, já que as vezes saiam pra fazer as coisas e não me chamavam ou marcavam sessões de reeducação postural global secretas. Eu achava que era porque eu tinha começado a trabalhar no estágio e por isso tinha menos tempo pra poder dedicar a eles. Pra mim tudo bem, a gente passou a se ver mais à noite e nos fins de semana. Foi também nessa época que o grupo novamente teve um crescimento, quando o Lagartixa, o Danielzim (primos de Alessandro), o Petit Lait e a Micaela entraram no grupo (no entanto o Petit Lait e a Micaela também não ficaram muito tempo).
Uma coisa pelo menos salvava essa sensação de isolamento. Eu sempre andei à pé na cidade (Alessandro morava pra lá da baixa da égua) e muitas vezes o Lagartixa, o Alessandro e o próprio Danielzim me buscavam ou me levavam para os lugares onde estavam todos. Alessandro ainda era o único que eu ainda via se lembrando de me chamar para os eventos de grupo.
Um dia, o Valdir e o pai dele abriram uma Cafeteria com Acesso à Internet e o Alessandro pouco tempo depois começou a trabalhar por lá. A gente meio que passou a se encontrar com frequência na cafeteria, que acabou se tornando meio que nossa sede de operações. Nesse período, eu tinha "terminado" o meu curso técnico e estava fazendo faculdade e tinha muito tempo à tarde para ficar por lá. Apesar de conversar muito com Mateus, Nheengatu e principalmente com Alessandro (que à essa altura era meu melhor amigo à época), sempre ficava sentindo que algo estava errado. Mas novamente, eu ignorava porque eu gostava de Mateus e nessa época eu queria ficar perto. Eu já tinha percebido que eu tinha essa atração pelo boy, mas não tinha coragem de chegar e falar pois ele frequentemente afirmava sua aparente heterossexualidade para todos que estavam próximos (não que eu achasse que ele fosse guei, mas era tremenda a semelhança do seu comportamento com o meu processo de esconder dos outros a minha pessoa).
Eu sei que esse período da cafeteria foi muito bom para expandir meu círculo de amizades, que nunca foi muito grande. Jogando Warcraft III com o Diogo e seu irmão, Adriano e jogando Command & Conquer Generals com a minha amiga Max Caulfield, passei a me integrar em outras turmas e a começar a perceber a dicotomia entre estes grupos e o até então meu único grupo de amizades. Foi assim que eu conheci melhor várias das pessoas que passaram pela SPD e que acabaram não ficando no grupo.
Nessa época, tínhamos sessões de reeducação postural global todos os finais de semana e ficávamos horas revisando nossas posturas, escritas em fichas de personagens. Eu frequentemente levava lanches ou dividíamos entre todos o valor das coisas. Eu sei que foi nessa época que o Hernán saiu do grupo. Ele já não vinha aparecendo com muita frequência pois era frequentemente alvo de bullying por parte de Nheengatu e um dia ele não engoliu a zuação e resgatou sua dignidade de volta. Estava livre da "zoação educada" do grupo, que todos apoiavam, desde que não fossem com Mateus e Nheengatu. Foi também concomitante a esse período que eu comecei a frequentar a casa do Diogo e do Adriano e a ficar horas conversando besteira ou vendo os dois jogarem videogame (nunca fui muito fã de jogar, mas sempre gostei de assistir os outros jogarem, vai entender) e enchendo o saco do Rodrigo ou desafinando o violão do Diogo.
Foi mais ou menos por volta dessa época que algumas coisas começaram a mudar na sociedade. Nheengatu, Mateus e Ueide Filho começaram a frequentar academia e a usar aqueles produtos saudáveis que servem para melhorar o desempenho físico (e que fazem com que o homem possa ter a experiência da TPM feminina) e aquela imagem que eu tinha do Mateus começou a ruir. Eu achava ele bonito pelo que ele era, e o que ele estava se tornando (fisica e psicologicamente) meio que estava quebrando o encanto da coisa toda, sabe como é.
Também foi essa a época que passamos a frequentar uma sorveteria no centro da cidade e que os primeiros casais começaram a se formar. Lagartixa tinha sua namorada, Alessandro e Nheengatu saíram da faixa virgem da nerdisse, Ueide Filho começou a chamar a atenção das meninas e Danielzim se transformava no José Meyer de Jataí. Enquanto isso, Mateus se mantinha impassível, e ninguém sabia dizer se ele tinha namorada ou não.
Eu sei que algum tempo depois o grupo começou a se separar, já que tirando eu que já estava na minha faculdade demexedor de videocassetes, microondas e celulares sistemas de informação, os outros estavam fazendo vestibular e passando para os cursos das suas paixões. Alessandro foi fazer seu curso de design de interiores arquitetura em Goiânia, Mateus foi fazer alquimia em Black Small River e Nheengatu ficou na cidade pois agora era papai. Lagartixa e Danielzim também foram embora, fazer odontologia. Daí, com a sociedade dividida, deixei de fazer reeducação postural global e comecei a dar mais atenção para meus outros amigos, sempre deixados de lado até então.
A coisa engraçada é que a sensação de que eu era sempre deixado de lado simplesmente desapareceu. Eu sempre estive acostumado a correr atrás dos meus amigos, tentando alcançá-los em uma corrida que eu não entendia qual era. Quando ocasionalmente a sociedade se juntava, nas férias, a gente se juntava para botar o papo em dia, para tentar fazer nossas fichas de reeducação postural e divertir, mas eu não sentia realmente me divertindo. Eu meio que me sentia deslocado, cada vez que um feriado se aproximava e a turma se juntava novamente.
Um dia foi a minha vez de me mudar de Jataí. No meu caso eu passei em um concurso lá na casa da peste, vulgo Palmas, e acabei me afastando de todo mundo por um tempo. No entanto, sempre ia pra Jataí nos feriados longos (afinal, eu gastava 15 horas de viagem, não dava pra ir todo fim de semana) e combinava de visitar todo mundo pra rever as amizades. Foi nessa época também que eu saí de meu casulo e virei uma linda borboleta, oops história errada... Foi nessa época que eu saí do armário e assumi para o mundo que eu sou guei. Alguns amigos me deram uma força enorme, em especial o Diogo e o Rodrigo (e todos os frequentantes da casa do Diogo). Eu me senti muito à vontade de me abrir a eles e essa experiência positiva me deu forças para expandir o nível da saída do armário.
Foi quando contei para os membros da SPD que o nível de deslocamento cresceu a níveis estratosféricos. Lagartixa e Danielzim ficaram sem saber como reagir, mas isso é normal (e aconteceu com todo mundo) e tempos depois ficaram sussa. Alessandro aproveitou o momento e fez umas piadinhas (mas esse era o Alessandro) e pra mim foi tipo "Massa mano, vamo jogar", Nheengatu achou engraçado e meio que não fez diferença na vida dele, mas o mais estranho foi saber que Mateus tinha tido uma reação bem tensa ao saber da informação. Eu fiquei chateado com ele (um pouco porque eu tinha tido essa paixão adolescente por ele) e isso fez cair por definitivo toda a mágica em torno dele. Foi nessa época que eu comecei também a reavaliar todas as minhas amizades e a ver quem era cada um na visão de antes e na visão de agora.
Vou dizer que eu acabei descobrindo tarde demais que os meus amigos mais amigos e mais verdadeiros e mais preocupados comigo (da mesma forma com que eu me preocupo com eles) eram aqueles que eu passei uma vida ignorando, pelo fato de eu ter essa paixão platônica pelo Mateus e por isso me induzir a fazer parte de um grupo de amigos que não eram todos tão meus amigos assim (exceto o Lagartixa, o Danielzim e o Ueide Filho e o Alessandro, que eram as exceções à essa regra).
A mensagem que quero passar com esse post é: não seja amigo de alguém só porquê você têm um amor platônico pelo boy. De um jeito ou de outro você vai acabar se fodendo (e nem sempre pelo boy).
...
Ironias à parte, escolhi o dia de hoje para postar pois sabe com é né? Primeiro de Abril, ótimo pra contar sinceridades como se fossem mentiras e para contar mentirinhas como se fossem coisas verdadeiras. Daí, deixo a vocês decidir se a história é verdadeira ou se é zoeira. É muito bom ser mau, né?
Mentira, é tudo verdade! MUAWAWAWAWAWAWAWW!
No começo do post eu citei outros textos e só se você tiver coragem e paz de espírito suficiente que eu recomendaria a leitura. Mas vai lá, lê, é legal, não têm porn: "Fantasmas de Verões Passados" e "Outros Fantasmas de Verões Passados"
Esse post faz parte da aclamada série "Fantasmas dos Verões Passados", com a diferença que esse mereceu um tratamento especial por ter durado tanto tempo na minha vida. Para quem quiser ler as histórias anteriores, os links estão no fim do post.
Separe a pipoca, a coca-cola e o sal pois é diversão garantida, para toda a família!
Amigos, outros "amigos" e o maior Fantasma de Todos os Verões Passados
WARNING: Any resemblance to persons living or dead should be plainly apparent to them and for those who know them, especially if the author has been kind enough to have provided their real names, which is not the case. All events described herein actually happened, though on occasion the author has taken certain, very (veeeeeeeeeery) small, liberties with chronology, because that is his right as a Human Being.
Tudo começou em um dia típico no interior de Goiás. O ano, 1998, segundo ano do ensino médio. Nessa época, eu estudava de manhã e estagiava no recém criado laboratório de informática.
Lá estava eu, perdido em buscas aleatórias na recém instalada internete quando chega esse kra que tinha ficado sabendo que eu tinha baixando um vídeo (via Napster) mixando várias versões de Final Fantasy com uma música de uma banda de metal melódico e veio me pedir uma cópia do mesmo. Eu disse que não tinha CD para gravar mas que se ele trouxesse, eu gravaria no computador da coordenação do laboratório. Ele era mais ou menos da minha estatura, gordinho, com uma cara de pitboy e usava roupas com estampas militares. Não preciso dizer que havia sido paixão à primeira vista né? Ele se chamava Mateus.
Engraçado que nessa época eu não admitia que eu sentia algo pelo Mateus, mas da visão que tenho de hoje, era isso que eu sentia. Para mim era pura e simples empolgação e até cheguei a negar pra mim mesmo que eu estava gostando dele (eu não lidava bem com meus sentimentos e conflitos, longa história).
No outro dia, ele apareceu para pegar o vídeo e veio com um outro amigo, o Alessandro, e aproveitou pra pegar algumas músicas que eu já tinha baixado. Enquanto eu gravava o CD nós ficamos conversando sobre aleatoriedades e no final da conversa, eles me chamaram para conhecer o grupo de reeducação postural global (o famoso RPG) que eles frequentavam.
Passado algum tempo, eu já me considerava do grupo. Eram várias pessoas que participavam dos encontros. Tinha o Hernán Cortez, muito gente boa; o Maurílio, ligado com os lances punks straight edge; o Denício, que era o kra do linux, na época que linux era uma coisa de nerds nível asiático; e o Nheengatu (que é um nome tupi e talz), irmão do Mateus e o integrante mais novo do grupo.
Era divertido sair com esse pessoal. Eu não era uma pessoa muito conhecida na escola, exceto pelo fato de ser o CDF número dois da minha sala (admito, a CDF número um era a Eva Aline, irmã do Alessandro e sempre achei ela mais inteligente que eu em matemática e física, as matérias que eu dominava de letra). A gente fazia umas loucuras tipo sair correndo e pular na cerca da escola, pular nos postes de sinalização e fazer poledance (inclusive em uma dessas ocasiões o Alessandro conseguiu arrancar o poste, no sempre presente azar de corpo fechado dele) e nos chamarmos por nomes e raças de livros como Senhor dos Anéis.
Eu sei que muita da minha motivação em estar perto deles era para estar perto do Mateus. Eu achava ele legal, engraçado, irônico mas ignorava sumariamente os seus defeitos, como a arrogância, o orgulho e o seu nítido senso de superioridade sobre as outras pessoas. Afinal, no fundo eu gostava dele, daí eu anulava esses "pequenos inconvenientes".
Passado algum tempo, o Maurílio e o Denício se afastaram do grupo. Na verdade, o grupo se dividiu por conta de alguma treta entre o Mateus, o Nheengatu e o Denício e eles acabaram por pular do barco. Eu e o Hernán continuamos no grupo, que depois dessa Cisma se tornou a Sociedade do Personagem Desbalanceado (ou SPD).
Nesse período, várias outras pessoas passaram pelo grupo e não ficaram muito tempo. Em especial o Ueide Filho, o Valdir, o Karl Marx, o Bilbo Bolseiro, o Rodrigo (que tinha esse nome pois seu derrière é enorme e tinha vida própria, segundo os contos mitológicos) e o Tonhão. Deles, só o Ueide Filho acabou continuando. Outro que passou pela SPD e saiu pouco tempo depois foi o Amarildo, que fez uma das melhores histórias de RPG que já joguei, toda cheia de zoeira e brincadeiras e que não agradou muito o refinado gosto da tríade (esse era o nome que eu dei para o Mateus, o Nheengatu e o Alessandro, por serem os principais e mais visíveis integrantes do nosso grupo de reeducação postural global).
Foi nessa época que eu comecei a sentir que ocasionalmente os meus amigos da SPD pareciam não me querer na sua companhia, já que as vezes saiam pra fazer as coisas e não me chamavam ou marcavam sessões de reeducação postural global secretas. Eu achava que era porque eu tinha começado a trabalhar no estágio e por isso tinha menos tempo pra poder dedicar a eles. Pra mim tudo bem, a gente passou a se ver mais à noite e nos fins de semana. Foi também nessa época que o grupo novamente teve um crescimento, quando o Lagartixa, o Danielzim (primos de Alessandro), o Petit Lait e a Micaela entraram no grupo (no entanto o Petit Lait e a Micaela também não ficaram muito tempo).
Uma coisa pelo menos salvava essa sensação de isolamento. Eu sempre andei à pé na cidade (Alessandro morava pra lá da baixa da égua) e muitas vezes o Lagartixa, o Alessandro e o próprio Danielzim me buscavam ou me levavam para os lugares onde estavam todos. Alessandro ainda era o único que eu ainda via se lembrando de me chamar para os eventos de grupo.
Um dia, o Valdir e o pai dele abriram uma Cafeteria com Acesso à Internet e o Alessandro pouco tempo depois começou a trabalhar por lá. A gente meio que passou a se encontrar com frequência na cafeteria, que acabou se tornando meio que nossa sede de operações. Nesse período, eu tinha "terminado" o meu curso técnico e estava fazendo faculdade e tinha muito tempo à tarde para ficar por lá. Apesar de conversar muito com Mateus, Nheengatu e principalmente com Alessandro (que à essa altura era meu melhor amigo à época), sempre ficava sentindo que algo estava errado. Mas novamente, eu ignorava porque eu gostava de Mateus e nessa época eu queria ficar perto. Eu já tinha percebido que eu tinha essa atração pelo boy, mas não tinha coragem de chegar e falar pois ele frequentemente afirmava sua aparente heterossexualidade para todos que estavam próximos (não que eu achasse que ele fosse guei, mas era tremenda a semelhança do seu comportamento com o meu processo de esconder dos outros a minha pessoa).
Eu sei que esse período da cafeteria foi muito bom para expandir meu círculo de amizades, que nunca foi muito grande. Jogando Warcraft III com o Diogo e seu irmão, Adriano e jogando Command & Conquer Generals com a minha amiga Max Caulfield, passei a me integrar em outras turmas e a começar a perceber a dicotomia entre estes grupos e o até então meu único grupo de amizades. Foi assim que eu conheci melhor várias das pessoas que passaram pela SPD e que acabaram não ficando no grupo.
Nessa época, tínhamos sessões de reeducação postural global todos os finais de semana e ficávamos horas revisando nossas posturas, escritas em fichas de personagens. Eu frequentemente levava lanches ou dividíamos entre todos o valor das coisas. Eu sei que foi nessa época que o Hernán saiu do grupo. Ele já não vinha aparecendo com muita frequência pois era frequentemente alvo de bullying por parte de Nheengatu e um dia ele não engoliu a zuação e resgatou sua dignidade de volta. Estava livre da "zoação educada" do grupo, que todos apoiavam, desde que não fossem com Mateus e Nheengatu. Foi também concomitante a esse período que eu comecei a frequentar a casa do Diogo e do Adriano e a ficar horas conversando besteira ou vendo os dois jogarem videogame (nunca fui muito fã de jogar, mas sempre gostei de assistir os outros jogarem, vai entender) e enchendo o saco do Rodrigo ou desafinando o violão do Diogo.
Foi mais ou menos por volta dessa época que algumas coisas começaram a mudar na sociedade. Nheengatu, Mateus e Ueide Filho começaram a frequentar academia e a usar aqueles produtos saudáveis que servem para melhorar o desempenho físico (e que fazem com que o homem possa ter a experiência da TPM feminina) e aquela imagem que eu tinha do Mateus começou a ruir. Eu achava ele bonito pelo que ele era, e o que ele estava se tornando (fisica e psicologicamente) meio que estava quebrando o encanto da coisa toda, sabe como é.
Também foi essa a época que passamos a frequentar uma sorveteria no centro da cidade e que os primeiros casais começaram a se formar. Lagartixa tinha sua namorada, Alessandro e Nheengatu saíram da faixa virgem da nerdisse, Ueide Filho começou a chamar a atenção das meninas e Danielzim se transformava no José Meyer de Jataí. Enquanto isso, Mateus se mantinha impassível, e ninguém sabia dizer se ele tinha namorada ou não.
Eu sei que algum tempo depois o grupo começou a se separar, já que tirando eu que já estava na minha faculdade de
A coisa engraçada é que a sensação de que eu era sempre deixado de lado simplesmente desapareceu. Eu sempre estive acostumado a correr atrás dos meus amigos, tentando alcançá-los em uma corrida que eu não entendia qual era. Quando ocasionalmente a sociedade se juntava, nas férias, a gente se juntava para botar o papo em dia, para tentar fazer nossas fichas de reeducação postural e divertir, mas eu não sentia realmente me divertindo. Eu meio que me sentia deslocado, cada vez que um feriado se aproximava e a turma se juntava novamente.
Um dia foi a minha vez de me mudar de Jataí. No meu caso eu passei em um concurso lá na casa da peste, vulgo Palmas, e acabei me afastando de todo mundo por um tempo. No entanto, sempre ia pra Jataí nos feriados longos (afinal, eu gastava 15 horas de viagem, não dava pra ir todo fim de semana) e combinava de visitar todo mundo pra rever as amizades. Foi nessa época também que eu saí de meu casulo e virei uma linda borboleta, oops história errada... Foi nessa época que eu saí do armário e assumi para o mundo que eu sou guei. Alguns amigos me deram uma força enorme, em especial o Diogo e o Rodrigo (e todos os frequentantes da casa do Diogo). Eu me senti muito à vontade de me abrir a eles e essa experiência positiva me deu forças para expandir o nível da saída do armário.
Foi quando contei para os membros da SPD que o nível de deslocamento cresceu a níveis estratosféricos. Lagartixa e Danielzim ficaram sem saber como reagir, mas isso é normal (e aconteceu com todo mundo) e tempos depois ficaram sussa. Alessandro aproveitou o momento e fez umas piadinhas (mas esse era o Alessandro) e pra mim foi tipo "Massa mano, vamo jogar", Nheengatu achou engraçado e meio que não fez diferença na vida dele, mas o mais estranho foi saber que Mateus tinha tido uma reação bem tensa ao saber da informação. Eu fiquei chateado com ele (um pouco porque eu tinha tido essa paixão adolescente por ele) e isso fez cair por definitivo toda a mágica em torno dele. Foi nessa época que eu comecei também a reavaliar todas as minhas amizades e a ver quem era cada um na visão de antes e na visão de agora.
Vou dizer que eu acabei descobrindo tarde demais que os meus amigos mais amigos e mais verdadeiros e mais preocupados comigo (da mesma forma com que eu me preocupo com eles) eram aqueles que eu passei uma vida ignorando, pelo fato de eu ter essa paixão platônica pelo Mateus e por isso me induzir a fazer parte de um grupo de amigos que não eram todos tão meus amigos assim (exceto o Lagartixa, o Danielzim e o Ueide Filho e o Alessandro, que eram as exceções à essa regra).
A mensagem que quero passar com esse post é: não seja amigo de alguém só porquê você têm um amor platônico pelo boy. De um jeito ou de outro você vai acabar se fodendo (e nem sempre pelo boy).
...
Ironias à parte, escolhi o dia de hoje para postar pois sabe com é né? Primeiro de Abril, ótimo pra contar sinceridades como se fossem mentiras e para contar mentirinhas como se fossem coisas verdadeiras. Daí, deixo a vocês decidir se a história é verdadeira ou se é zoeira. É muito bom ser mau, né?
Mentira, é tudo verdade! MUAWAWAWAWAWAWAWW!
No começo do post eu citei outros textos e só se você tiver coragem e paz de espírito suficiente que eu recomendaria a leitura. Mas vai lá, lê, é legal, não têm porn: "Fantasmas de Verões Passados" e "Outros Fantasmas de Verões Passados"
12 de jun. de 2013
Feliz dia dos #morrr
7 de janeiro de 2013.
Essa data é uma data que nunca mais vou esquecer. Sério! Foi o dia da virada da maré na minha vida. Foi o dia em que nada mais no mundo existia além da felicidade de duas pessoas se divertindo. Foi o dia que comecei a namorar. E também é, coincidentemente, o dia que meu marido faz aniversário.
Hoje fazem exatamente 5 meses e 6 dias (ou 157 dias, ou quase 22 semanas) dessa data e estamos aqui, no Dia dos Namorados (ft. Brasil) e eu feliz por esse acontecimento em nossas vidas.
Hoje também fazem 1 mês e 10 dias que estamos morando juntos. Não posso nem começar a definir o quanto estou feliz que a gente está morando junto. Nunca me senti tão feliz e realizado em toda minha vida. Fazer as coisas juntos é uma experiência incrível!
Não sei o que dizer mais nesse dia dos namorados exceto que estou tão feliz que o mundo finalmente voltou a fazer sentido para mim! Meu marido é antes de tudo meu melhor amigo e isso por si só já significa muita coisa!
Feliz dia dos namorados pra vocês!
Essa data é uma data que nunca mais vou esquecer. Sério! Foi o dia da virada da maré na minha vida. Foi o dia em que nada mais no mundo existia além da felicidade de duas pessoas se divertindo. Foi o dia que comecei a namorar. E também é, coincidentemente, o dia que meu marido faz aniversário.
Hoje fazem exatamente 5 meses e 6 dias (ou 157 dias, ou quase 22 semanas) dessa data e estamos aqui, no Dia dos Namorados (ft. Brasil) e eu feliz por esse acontecimento em nossas vidas.
Hoje também fazem 1 mês e 10 dias que estamos morando juntos. Não posso nem começar a definir o quanto estou feliz que a gente está morando junto. Nunca me senti tão feliz e realizado em toda minha vida. Fazer as coisas juntos é uma experiência incrível!
Não sei o que dizer mais nesse dia dos namorados exceto que estou tão feliz que o mundo finalmente voltou a fazer sentido para mim! Meu marido é antes de tudo meu melhor amigo e isso por si só já significa muita coisa!
Feliz dia dos namorados pra vocês!
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4 de set. de 2012
To Abhor, or Not
Eu estava aqui pensando sobre uma coisa. Eu tenho toda essa coisa de falar que odeio as pessoas, mas no fundo eu não consigo, sabe?
Então, existe essa pessoa que eu conheci há alguns anos aqui em Palmas. Inicialmente a pessoa não importava muito comigo. Depois, teve uma mudança repentina de atitude comigo que, inicialmente, eu não sabia qual era o motivo. Depois eu entendi que era pq essa pessoa é muito amiga de um ex ficante meu, que tempos depois virou namorado.
A pessoa sempre foi muito polida, apesar de eu sentir que ela não gostava de mim. Mas, os julgamentos internos das pessoas não me interessam, apesar de despertar minha curiosidade para tentar entender os motivos que levaram a tal circunstância.
Continuando. Algum tempo depois eu vim a terminar com esse namorado que era amigo dela de maneira bastante traumática em que eu fui bastante injusto. Era meu sentimento que estava me guiando, e esse sentimento já me dizia que não daria certo já há algum tempo.
Depois disso, essa relação entre eu e a pessoa se degradou ao estado que eu intitulo "eu odeio você". Pelo menos era o que eu bradava aos quatro ventos e, de certa forma, acreditava piamente nisso.
No entanto, nesse final de semana eu vi essa pessoa vindo fazer o concurso do estado para a área da sua profissão. Ela me viu, passou por mim, me cumprimentou e eu soltei um sincero "boa prova". Eu vi que a pessoa ficou meio desconcertada, não esperava isso de mim. Na hora da saída, novamente a vi e desejei "boa sorte ohh". Eu mesmo parei pra pensar sobre essa minha ação, sobre o fato de eu ter desejado boas energias pra ela. Foi sincero de minha parte, pois se não fosse eu não teria falado, acredito eu.
Durante essa semana, passei pensando sobre isso. As pessoas têm suas vidas, suas histórias, suas experiências, todas vivem vários problemas, todas são mocinhas em determinado ponto ou vilãs em outro. Eu percebi que eu odeio não a pessoa. Eu odeio aquela situação específica em que a pessoa esteve envolvida. Felizmente, eu consegui perceber isso.
Afinal, acho que todos passamos por coisas parecidas. E Julgar toda a história de uma pessoa simplesmente pelo fato de que ela fez uma escolha ruim, ou porque foi leal à uma pessoa querida ou ainda porque seguiu seus instintos não é algo justo de minha parte.
Novamente digo, as impressões internas das pessoas são somente delas. Assim como as minhas são somente minhas. Mas eu me senti melhor por ver que não sou esse monstro que eu frequentemente pinto nessas situações em que eu fui o vilão da história.
Confuso? Imagina pra mim que tive de organizar as idéias! Eu só sei que por mais que eu não goste de uma pessoa, eu não vou deixar de desejar coisas boas para ela só porque a gente não tem nenhuma afinidade. Ou assim acredito.
Então, existe essa pessoa que eu conheci há alguns anos aqui em Palmas. Inicialmente a pessoa não importava muito comigo. Depois, teve uma mudança repentina de atitude comigo que, inicialmente, eu não sabia qual era o motivo. Depois eu entendi que era pq essa pessoa é muito amiga de um ex ficante meu, que tempos depois virou namorado.
A pessoa sempre foi muito polida, apesar de eu sentir que ela não gostava de mim. Mas, os julgamentos internos das pessoas não me interessam, apesar de despertar minha curiosidade para tentar entender os motivos que levaram a tal circunstância.
Continuando. Algum tempo depois eu vim a terminar com esse namorado que era amigo dela de maneira bastante traumática em que eu fui bastante injusto. Era meu sentimento que estava me guiando, e esse sentimento já me dizia que não daria certo já há algum tempo.
Depois disso, essa relação entre eu e a pessoa se degradou ao estado que eu intitulo "eu odeio você". Pelo menos era o que eu bradava aos quatro ventos e, de certa forma, acreditava piamente nisso.
No entanto, nesse final de semana eu vi essa pessoa vindo fazer o concurso do estado para a área da sua profissão. Ela me viu, passou por mim, me cumprimentou e eu soltei um sincero "boa prova". Eu vi que a pessoa ficou meio desconcertada, não esperava isso de mim. Na hora da saída, novamente a vi e desejei "boa sorte ohh". Eu mesmo parei pra pensar sobre essa minha ação, sobre o fato de eu ter desejado boas energias pra ela. Foi sincero de minha parte, pois se não fosse eu não teria falado, acredito eu.
Durante essa semana, passei pensando sobre isso. As pessoas têm suas vidas, suas histórias, suas experiências, todas vivem vários problemas, todas são mocinhas em determinado ponto ou vilãs em outro. Eu percebi que eu odeio não a pessoa. Eu odeio aquela situação específica em que a pessoa esteve envolvida. Felizmente, eu consegui perceber isso.
Afinal, acho que todos passamos por coisas parecidas. E Julgar toda a história de uma pessoa simplesmente pelo fato de que ela fez uma escolha ruim, ou porque foi leal à uma pessoa querida ou ainda porque seguiu seus instintos não é algo justo de minha parte.
Novamente digo, as impressões internas das pessoas são somente delas. Assim como as minhas são somente minhas. Mas eu me senti melhor por ver que não sou esse monstro que eu frequentemente pinto nessas situações em que eu fui o vilão da história.
Confuso? Imagina pra mim que tive de organizar as idéias! Eu só sei que por mais que eu não goste de uma pessoa, eu não vou deixar de desejar coisas boas para ela só porque a gente não tem nenhuma afinidade. Ou assim acredito.
30 de jul. de 2012
Forgiveness
Só queria dizer que estou aqui, sem mágoa, pra falar que não guardo mágoa de nenhum tipo. A raiva e a incompreensão passaram e eu estou aqui. Como estive antes e como estarei até que seja dito que nada mais pode ser feito.
5 de mai. de 2012
Sinceridade
Hoje a pessoa veio falar comigo assim
- Kra, como você consegue gostar de fulano? Ele é idiota, bossal, não gosta de ninguém e vive criticando os outros. Ninguém gosta dele!
Daí a minha vontade era dizer
- Caro amigo, você já parou pra pensar por que eu gosto de você? Pois você é um criticozinho de merda que só sabe falar mal dos outros. Eu sou amigo de quem eu quiser e se eu gosto do cara o problema é meu, não acha? Então por que não larga de falar mal dos meus amigos e vamos para discussões nas quais haja algo realmente a se argumentar?
Mas infelismente eu falo
- Véio, eu gosto do cara, me desculpa.
3 de mai. de 2012
16 de abr. de 2012
Titanic Muitos D
Então, ontem completou 100 anos do naufrágio do "maior veículo já construído pelo ser humano" e que nunca afundaria. Adoro quando egos são derrubados, mas nesse caso não. As pessoas me perguntam "Eduardo, por que você chora desse jeito em um filme?"
E eu respondo "Eu choro pq por mais que a história do Jack e da Rose seja um romance bem aos moldes clássicos, todo o resto do desastre é bem real e uma extrapolação bem convincente do que aconteceu com essas pessoas. Eu não choro pelos dois, meu koo pra eles, eu choro pelas 1523 pessoas (de 2200) que morreram aquele dia." #mimimi
Mas, o romance não deixa de me afetar não. Claro que uma história assim têm efeito "Scarlet O'Hara" em mim. Mas, são momentos distintos de choro e eu sei quando é choro de um e choro do outro.
Coisas legais que eu vi nesse filme foi que corrigiram todos os erros que eu conhecia. Não vi as unhas da Rose mudarem de tamanho com o passar do tempo no filme nem vi a equipe de filmagem nas portas do hall ou na tv. No entanto, a mão que desenha continuou sendo a do James Cameron e o uso das lanternas no bote 14 foi mantido (pq era necessário pro filme afinal).
Mas, foda-se, quem chorou foi eu, e se vc ficou comovido ou não, isso é um problema seu, não meu.
E eu respondo "Eu choro pq por mais que a história do Jack e da Rose seja um romance bem aos moldes clássicos, todo o resto do desastre é bem real e uma extrapolação bem convincente do que aconteceu com essas pessoas. Eu não choro pelos dois, meu koo pra eles, eu choro pelas 1523 pessoas (de 2200) que morreram aquele dia." #mimimi
Mas, o romance não deixa de me afetar não. Claro que uma história assim têm efeito "Scarlet O'Hara" em mim. Mas, são momentos distintos de choro e eu sei quando é choro de um e choro do outro.
Coisas legais que eu vi nesse filme foi que corrigiram todos os erros que eu conhecia. Não vi as unhas da Rose mudarem de tamanho com o passar do tempo no filme nem vi a equipe de filmagem nas portas do hall ou na tv. No entanto, a mão que desenha continuou sendo a do James Cameron e o uso das lanternas no bote 14 foi mantido (pq era necessário pro filme afinal).
Mas, foda-se, quem chorou foi eu, e se vc ficou comovido ou não, isso é um problema seu, não meu.
11 de abr. de 2012
Till the World Ends, only NOT
Meu dia foi especial. Só me lembro hoje cedo de falar com o @leitecruz no skype todo feliz, e ele me perguntando por que eu estava feliz e eu respondendo "naomsei, estou felisssssss". Não imaginava que esse fosse se tornar um dos melhores dias do ano até agora!
Primeiramente, conheci esse kra, interessantíssimo, papo bem legal, bem bonito e talz. Estava pensando de chamá-lo para sair quando minha amiga @lylavieira (Lyla) me chamou (devo colocar de outra forma: convocou imperativamente) para sair. Ok, eu fui.
Buscamos a @pseudocoisa (Mel) no Sebrae e lá vamos nós pra Adega da 21. Juro que nunca tinha sequer imaginado que aquele lugar era ali.
Então entramos. Primeiro momento awkward da noite: uma mulher a cara da Martha. Ok, olhei de novo e ... ufa. A mel e a lyla não viram. Então nos sentamos e eu, a lyla e a mel pedimos um Dry Martini, um Blood Mary e uma Margarita, respectivamente, mais um delicioso petisco de linguiça de cordeiro com molho agridoce (que jogamos pimenta chipotle pra ficar gostosinho)
Primeiramente, conheci esse kra, interessantíssimo, papo bem legal, bem bonito e talz. Estava pensando de chamá-lo para sair quando minha amiga @lylavieira (Lyla) me chamou (devo colocar de outra forma: convocou imperativamente) para sair. Ok, eu fui.
Buscamos a @pseudocoisa (Mel) no Sebrae e lá vamos nós pra Adega da 21. Juro que nunca tinha sequer imaginado que aquele lugar era ali.
Então entramos. Primeiro momento awkward da noite: uma mulher a cara da Martha. Ok, olhei de novo e ... ufa. A mel e a lyla não viram. Então nos sentamos e eu, a lyla e a mel pedimos um Dry Martini, um Blood Mary e uma Margarita, respectivamente, mais um delicioso petisco de linguiça de cordeiro com molho agridoce (que jogamos pimenta chipotle pra ficar gostosinho)
Enquanto esperávamos, eu reconheci o barman. Eu me lembrava de ter ficado com ele já há bastante tempo, whatever. Conversamos horrores, e então na hora de pagar, o barman estava no caixa e disse "E aih, gostou do dry martini?". Sim, deu vontade de falar "Sim, vem cá seu lindo!". E ele não falou nada pra mel nem pra lyla, o que reforçou meu feeling. Detalhe que eu já estava alto, COM UM DRINK!
Na saída, ainda tomei uma olhada indiscreta de alguém que estava entrando.
Depois disso, passamos em vários lugares, que estavam vazios e, indignados, fomos para a Confraria da Carne. Chegando lá, eu e lyla fizemos nossos pedidos carnívoros e o pedido comunitário de queijo provolone. A Mel, depois de insistência nossa pediu, tipo, todos os corações de frango do universo para nós três comermos.
E então, começa a melhor cena da noite. Dois rapazes lindos (e de barba) chegam na confraria e nós três olhamos. Não deixamos de comentar sobre quem eu e a mel pegaríamos dos dois, porque um era mais magro e o outro mais gordinho. Daí, eles se sentaram longe da gente, mas eu pelo menos estava toda hora dando uma "conferida", até que a mel disse (ou a lyla sugeriu, não sei) pra lyla ir lá e dizer pra eles que ela estava interessada. Eu, depois de relutar (e ganhar um drink à minha escolha da mel) aceitei entrar na brincadeira, e a lyla foi lá pra dizer que eu e a mel estávamos interessados. Falou alguma coisa com eles e eu fiquei de cá fazendo a super análise de expressões corporais dos três, e então ela voltou com um sorriso, e disse que tinha falado que na hora ficou com vergonha e não falou que estávamos interessados, mas que eles estavam convidados à passar na nossa mesa depois.
O mais absurdo de tudo foi que um deles passou lá depois. Assim, ele conversava com uns olhos penetrantes como poucos que eu já vi. Eu notei que especialmente pra mim ele deu duas olhadas que me deixaram nu ali na mesa. Claro que não consegui reagir, é meu procedimento padrão: situação inesperada = unreacted. Então, isso aconteceu enquanto nós conversávamos, e então ele disse que era agrônomo mas não praticava, e trabalhava na empresa X. A Mel disse que tinha ligado lá e ele disse "Maiara, da empresaY?" e ela respondeu com uma pergunta: "Lucas, da empresa X? Você não me mandou o e-mail com a proposta ainda ohh". E a situação mais awkward foi nós três lá conversando. Ele falando com a mel e uma vez ou outra dando umas olhadas pra mim, como que dizendo "e aih, vc não vai falar nada?" e conversando sobre essa coincidência incrível! Eu estava no modo pinguim de Madagascar: "Sorria e acene. Sorria e acene"!
Na hora de sair, ainda demos um tchauzinho pra eles e eu fiquei falando pra mel que "se ele sequer citar sobre mim, era pra vc passar o meu telefone pra ele". E enquanto estávamos à caminho de casa, eu pedi a bag de cds da lyla e coloquei o CD Femme Fatale, da Britney Spears, pra tocar. Claro, que a música "'Till The World Ends" era exatamente o que eu queria naquela hora:
E no caminho de volta para casa, a gente decidiu passar no Mercatto. Lá, a gente discutiu sobre essa noite fantástica e chamamos a mãe da mel pra vir também. Aconteceram outras coisas, mas nada tão impactante quanto o que havia acontecido anteriormente. Exceto pela Steinhäger que eu bebi para finalizar a noite.
Então, com isso, nós três combinamos de cada um escrever um post sobre essa coisa maluca! A lyla no balbuciar, a mel no pseudocoisa e eu aqui. Mas, não contávamos que meu final de noite seria tão bom. Chegando em ksa, eu dei reinício às minhas conversações interrompidas quando a lyla me chamou pra sair e talz. Foi bem legal, gostei do kra e então ... então vcs não precisam saber dessa parte pq já contei muito sobre o dia de hoje. Só precisam saber que eu não consegui fazer o post a tempo de postar antes de dormir hehehee.
Essa noite foi a mais EPIC! Quero fazer de novo até o fim dos tempos!
Na saída, ainda tomei uma olhada indiscreta de alguém que estava entrando.
Depois disso, passamos em vários lugares, que estavam vazios e, indignados, fomos para a Confraria da Carne. Chegando lá, eu e lyla fizemos nossos pedidos carnívoros e o pedido comunitário de queijo provolone. A Mel, depois de insistência nossa pediu, tipo, todos os corações de frango do universo para nós três comermos.
E então, começa a melhor cena da noite. Dois rapazes lindos (e de barba) chegam na confraria e nós três olhamos. Não deixamos de comentar sobre quem eu e a mel pegaríamos dos dois, porque um era mais magro e o outro mais gordinho. Daí, eles se sentaram longe da gente, mas eu pelo menos estava toda hora dando uma "conferida", até que a mel disse (ou a lyla sugeriu, não sei) pra lyla ir lá e dizer pra eles que ela estava interessada. Eu, depois de relutar (e ganhar um drink à minha escolha da mel) aceitei entrar na brincadeira, e a lyla foi lá pra dizer que eu e a mel estávamos interessados. Falou alguma coisa com eles e eu fiquei de cá fazendo a super análise de expressões corporais dos três, e então ela voltou com um sorriso, e disse que tinha falado que na hora ficou com vergonha e não falou que estávamos interessados, mas que eles estavam convidados à passar na nossa mesa depois.
O mais absurdo de tudo foi que um deles passou lá depois. Assim, ele conversava com uns olhos penetrantes como poucos que eu já vi. Eu notei que especialmente pra mim ele deu duas olhadas que me deixaram nu ali na mesa. Claro que não consegui reagir, é meu procedimento padrão: situação inesperada = unreacted. Então, isso aconteceu enquanto nós conversávamos, e então ele disse que era agrônomo mas não praticava, e trabalhava na empresa X. A Mel disse que tinha ligado lá e ele disse "Maiara, da empresaY?" e ela respondeu com uma pergunta: "Lucas, da empresa X? Você não me mandou o e-mail com a proposta ainda ohh". E a situação mais awkward foi nós três lá conversando. Ele falando com a mel e uma vez ou outra dando umas olhadas pra mim, como que dizendo "e aih, vc não vai falar nada?" e conversando sobre essa coincidência incrível! Eu estava no modo pinguim de Madagascar: "Sorria e acene. Sorria e acene"!
Na hora de sair, ainda demos um tchauzinho pra eles e eu fiquei falando pra mel que "se ele sequer citar sobre mim, era pra vc passar o meu telefone pra ele". E enquanto estávamos à caminho de casa, eu pedi a bag de cds da lyla e coloquei o CD Femme Fatale, da Britney Spears, pra tocar. Claro, que a música "'Till The World Ends" era exatamente o que eu queria naquela hora:
I can't take it, take it, take no more
Never felt like, felt like this before
Come on, get me, get me on the floor
DJ, what you, what you waiting for?
E no caminho de volta para casa, a gente decidiu passar no Mercatto. Lá, a gente discutiu sobre essa noite fantástica e chamamos a mãe da mel pra vir também. Aconteceram outras coisas, mas nada tão impactante quanto o que havia acontecido anteriormente. Exceto pela Steinhäger que eu bebi para finalizar a noite.
Então, com isso, nós três combinamos de cada um escrever um post sobre essa coisa maluca! A lyla no balbuciar, a mel no pseudocoisa e eu aqui. Mas, não contávamos que meu final de noite seria tão bom. Chegando em ksa, eu dei reinício às minhas conversações interrompidas quando a lyla me chamou pra sair e talz. Foi bem legal, gostei do kra e então ... então vcs não precisam saber dessa parte pq já contei muito sobre o dia de hoje. Só precisam saber que eu não consegui fazer o post a tempo de postar antes de dormir hehehee.
Essa noite foi a mais EPIC! Quero fazer de novo até o fim dos tempos!
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12 de jan. de 2012
Sonhos, Hospital, @4talesa e @dr_marcelo
Essa noite eu tive um sonho bem diferente, especial, caótico e sinceramente um dos sonhos mais legais que eu já tive.
Tudo começou com meu antigo trabalho no hospital municipal da minha cidade. Eu estava na recepção do laboratório de análises clínicas bravo pq a secretária do @dr_marcelo nunca preenchia o código do pedido de exame por completo (lembra como eu odiava isso Rondi?).
Então, eu fui lá falar com ele e de repente me passa o @4talesa todo feliz recolhendo os prontuários dos consultórios e ele fala "Dudu, fica calmo. Vem comigo!" e então ele começa a cantar a seguinte música:
Glee Cast - Some People (Kurt Solo): http://www.youtube.com/watch?v=BtPvJUOyCAc
Primeiro que o @4talesa parece com o Kurt e segundo, ele estava andando e entrando em cada consultório cantando essa música! Foi simplesmente interessante.
Então, quando passamos no consultório do @dr_marcelo, ele dá uma olhada de "Ahn, o que foi?" e entrega os prontuários pra mim e, vejam só, eles estão preenchidos!
Eu então falei "Rondinelli, queria ser como vc mas ohh ..." e então eu comecei a cantar a música:
Glee Cast - Hello, Goodbye: http://www.youtube.com/watch?v=P26-9ee5gGg
E então, depois disso tudo o @dr_marcelo veio até mim e o @4talesa e disse "Olha, se vocês quiserem eu faço a consulta de vocês de graça! Haha, brinks!" (sério, com essas palavras!)
E um pouco depois, eu acordei e comecei a dar bom dia no twitter, tomei banho e vim pro trabalho escrever esse post pra vcs!
Resumo: Caótico, Insano, Colorido, Dinâmico, Hipnagógico!
Tudo começou com meu antigo trabalho no hospital municipal da minha cidade. Eu estava na recepção do laboratório de análises clínicas bravo pq a secretária do @dr_marcelo nunca preenchia o código do pedido de exame por completo (lembra como eu odiava isso Rondi?).
Então, eu fui lá falar com ele e de repente me passa o @4talesa todo feliz recolhendo os prontuários dos consultórios e ele fala "Dudu, fica calmo. Vem comigo!" e então ele começa a cantar a seguinte música:
Glee Cast - Some People (Kurt Solo): http://www.youtube.com/watch?v=BtPvJUOyCAc
Primeiro que o @4talesa parece com o Kurt e segundo, ele estava andando e entrando em cada consultório cantando essa música! Foi simplesmente interessante.
Então, quando passamos no consultório do @dr_marcelo, ele dá uma olhada de "Ahn, o que foi?" e entrega os prontuários pra mim e, vejam só, eles estão preenchidos!
Eu então falei "Rondinelli, queria ser como vc mas ohh ..." e então eu comecei a cantar a música:
Glee Cast - Hello, Goodbye: http://www.youtube.com/watch?v=P26-9ee5gGg
E então, depois disso tudo o @dr_marcelo veio até mim e o @4talesa e disse "Olha, se vocês quiserem eu faço a consulta de vocês de graça! Haha, brinks!" (sério, com essas palavras!)
E um pouco depois, eu acordei e comecei a dar bom dia no twitter, tomei banho e vim pro trabalho escrever esse post pra vcs!
Resumo: Caótico, Insano, Colorido, Dinâmico, Hipnagógico!
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