Gotas de serenidade se formam no ar ingélido da atmosfera superior.
Ventos caudalosos de proeza magistral agitam a espontaneidade do momento em que a cútis azul do céu se torna em formosos algodões algozes cheios de dinamismo incerto.
Batalhões desses elementos trazem umidade a terras há muito tempo deslavadas e destruição para aqueles que desnudam o solo de sua pele verde-amarronzada.
A serenidade se torna um quintilhão de pequenas faíscas serelepes rasgando o ar até encontrar o chão, ou qualquer outra coisa no seu caminho.
A medida que a serenidade se esvai, gritos profundos e barítonos ecoam no céu como sinal de que ali um gigante se desfaz em minúsculas partículas portadoras de vida, mas que juntas podem trazer também a morte aqueles que não ouvem os avisos do senhor das tempestades.