Minha cabeça está sempre dividida, como uma via de duas direções.
Sempre quero escolher as duas pistas mas sou só um e me deprimo pelas minhas opções.
Queria poder escolher as duas opções, ver até onde elas levam, e então escolher a que melhor convier.
Mas só posso decidir por uma, e nunca sei até onde isso vai levar.
Daí fico à deriva, pensando nas coisas que podia ter feito.
E fico à deriva, pensando se o que eu fiz é realmente o certo.
E fico pensando que tudo poderia ser mais simples.
E fico pensando que as coisas poderiam ser menos complexas.
Então eu aceito a minha decisão.
E escolho o caminho sem olhar para trás.
Tropeço e caio, mas me levanto e sigo.
Pois o caminho pode ser de duas mãos.
Mas só posso seguir por um.